segunda-feira, 2 de março de 2026

BRASIL É A TERRA DE POLÍTICOS ESPERTALHÕES


O Brasil está repleto de políticos espertalhões e sem escrúpulos, que usam a política para tirar proveito da coisa pública, esquecendo que ela existe para servir à sociedade e não para servir-se dela — como nos casos dos ex-deputados Otto Alencar Filho (PSD-PE) e Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR), hoje acomodados em cargos vitalícios e bem remunerados no TCE e no TCU, obtidos sem concurso. 

Por isso, votar é dar emprego para políticos, enquanto muitos eleitores continuam desempregados. 

O voto deveria ser facultativo, seria um passo para devolver liberdade ao eleitor, mas no Congresso essa proposta é barrada pela casta política brasileira, os sanguessugas da nação, os “políticos profissionais”, os mesmos que lucram com a obrigatoriedade.

domingo, 1 de março de 2026

Extinção da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas do setor público


A taxação dos servidores públicos inativos e pensionistas, introduzida no início dos anos 2000, marcou profundamente a história da República. Até então, aposentados e pensionistas estavam isentos de contribuição previdenciária, pois já haviam cumprido sua obrigação durante a vida laboral. A medida, apresentada pelo governo da época (Lula) foi justificada como necessária para equilibrar as contas da previdência social.  
No entanto, trata-se de uma injustiça evidente. Os problemas de caixa da previdência não foram resolvidos, e os inativos passaram a contribuir de forma duplicada: primeiro em vida, para garantir sua aposentadoria, e depois já aposentados, para sustentar um sistema mal gerido. A má administração da previdência social nunca penalizou seus gestores, mas sim os aposentados, que não têm culpa pela crise.  
É hora de corrigir essa distorção. Quem contribuiu em vida não deveria mais pagar contribuição previdenciária. A taxação dos inativos foi uma das grandes injustiças contra os servidores públicos, e sua manutenção perpetua um erro histórico.  
Cabe ao Parlamento — especialmente a figuras como o senador Paulo Paim (PT-RS), em final de mandato, que sempre se destacaram na defesa dos trabalhadores — liderar movimento para acabar definitivamente com essa cobrança absurda e devolver aos aposentados e pensionistas o respeito que merecem, apresentando iniciativa legislativa com os seguintes objetivos: 
1Extinção definitiva da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas do setor público, retomando o espírito constitucional de que quem já contribuiu em vida não deve ser onerado novamente após a aposentadoria.  
2. Isenção parcial do imposto de renda sobre proventos de aposentadorias e pensões, de modo que apenas metade dos valores recebidos seja tributada, reconhecendo o caráter de prêmio pelas contribuições feitas ao longo da vida laboral.  
3. Revisão da PEC 555/2006, que trata da extinção gradual da contribuição previdenciária, para que seja acelerada e efetivamente aprovada como extinção total.  
4. Reforço da fiscalização sobre a gestão da previdência social, garantindo que os problemas de caixa não sejam transferidos injustamente aos aposentados e pensionistas.  
Essa proposta busca corrigir uma das maiores injustiças históricas contra os servidores inativos e pensionistas, que passaram a contribuir novamente após a aposentadoria, mesmo já tendo cumprido sua parte durante a vida ativa.