quinta-feira, 18 de outubro de 2018

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O FURACÃO BOLSONARO

O PT, que governou o país por mais de treze anos, pintou e bordou como se fosse se eternizar no poder, deixando o Brasil quebrado com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados, vê aproximar-se oficialmente o fim de seu malogrado reinado.

E a temperatura desfavorável pôde ser testada com a supremacia expressiva da votação obtida por Jair Bolsonaro.

Por outro lado, Dilma Rousseff, que se considerava injustiçada pela cassação de mandato, agora não pode mais reclamar, pois as urnas mineiras confirmaram a sua cassação ao não elegê-la ao Senado, amargando assim a ex-presidente a vexaminosa quarta colocação.

O PT, outrora um partido voluntarioso, birrento, dono da verdade e das soluções mágicas, por que ausentou LULA e DILMA de sua propaganda política? Não adianta agora trocar a camisa vermelha comunista pela verde e amarela, tentando enganar a galera, pois o furacão Bolsonaro ressurgiu forte da morte encomendada.

Como diz a sabedoria popular, em time que está ganhando não se mexe. Por isso, para continuar o massacre eleitoral, Bolsonaro não precisa se apresentar de corpo presente para debater com Haddad, o qual, sem proposta própria, apenas reproduz o pensamento de Lula.

São 18 milhões de votos iniciais que separam Bolsonaro de Haddad. E não tem volta, pois as pesquisas continuam a registrar o seu crescimento eleitoral.

Haddad representa a velha política do assistencialismo, da distribuição dos cargos públicos, da contaminação das instituições públicas como foi a Petrobras, do retorno à Era Vargas ao pretender revogar a reforma trabalhista positiva em curso, bem como o teto de gastos públicos, cuja lei vigente pôs freio no crescimento desordenado das despesas federais e representa o único instrumento de controle fiscal no médio prazo.

Assim, em 28/10/2018, votem com consciência naquele que não é corrupto e não tem nenhuma relação com corrupto preso.

Tchau, PT!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro, a esperança de um Brasil de disciplina, ordem e progresso


Com 46,03% dos votos, Jair Bolsonaro deixa em pandemônio o PT, que ainda pensava que mandava no país. Tentaram assassiná-lo, mas Bolsonaro se mostrou resistente, deu a volta por cima e ressurgiu mais forte com expressiva votação em primeiro turno. A verdade é que o povo brasileiro não suporta mais ser comandado por governos corruptos.

Fernando Haddad nada mais é do que outro poste ou marionete comandado por Lula - como foi Dilma Rousseff -, que não conseguiu se reeleger em São Paulo e deixou a prefeitura com a pior avaliação em fim de mandato desde Celso Pitta.

A tropa de choque do PT, através de factoides, mentiras, uma característica própria do partido, tentou e não conseguiu descontruir a imagem e as boas intenções de Jair Bolsonaro, para derrotá-lo. Mas a sapiência eleitoral já deu o recado em primeiro turno de que o país precisa de nova alternativa não corrupta para recuperar o Brasil.

Ora, quem é o PT diante de um país cujos governos quase afundaram a nação? Não fosse a cassação providencial e legítima da incompetente Dilma Rousseff, com práticas administrativas condenáveis, hoje o país estaria em pior situação.

Não se pode esquecer de que o PT em mais de treze anos de governo deixou uma grande divida social e econômica: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados em compromissos contraídos durante a política consumista irresponsável de Lula e Dilma; inflação alta; empresas quebradas; descrédito internacional; a Petrobras saqueada dando prejuízo aos acionistas e credores, etc., etc.

O desfecho de Haddad no segundo turno será indubitavelmente igual à derrota do outro poste de Lula, Dilma Rousseff, que foi simplesmente ignorada pelos eleitores mineiros e amargou a 4ª colocação ao Senado, contrariando a pesquisa manipulada, que indicava a ex-presidente como líder desde o início da campanha.

Não se pode olvidar também que o governador petista de Minas Gerais, Fernando Pimentel, não conseguiu a reeleição.

Assim, Jair Bolsonaro vem para repaginar o país e devolver a esperança de um Brasil de disciplina, ordem e progresso. Bolsonaro é o único candidato em condições de enfrentar o grave problema de falta de segurança por que passa a sociedade brasileira. Não cometerá os mesmos erros de governos passados, que negligenciaram políticas fortes nas áreas de educação, saúde e segurança. Bolsonaro devolverá a credibilidade para o investimento interno e externo no Brasil.



terça-feira, 2 de outubro de 2018

Quer coisa melhor do que ser político no Brasil?

No Brasil ser político é uma festa. De fato, as mordomias são fartas e o dinheiro jorra como água para bancar a casta política. Por outro lado, as luzes da ribalta do poder estão sempre prontas para iluminar e desobstruir quaisquer dificuldades pessoais dos políticos e de seus de amigos. Quer coisa melhor do que ser político no Brasil?

Certa feita, o jornal espanhol El País disse que ser político no Brasil é um grande negócio, uma dádiva caída do céu. É como se acertasse na loteria. Pois bem, quem entra para a política esquece as suas profissões porque são tantas as vantagens auferidas que não vale apena retornar às lides profissionais.

Portanto, a partir de uma assentada em cadeira no Legislativo ou no Executivo, são atraídos, para essa vida política "espinhosa e cansativa", toda a corriola parental, ávida em tirar proveito da coisa pública.

Está na hora de o eleitor brecar a dinastia política, cujo único objetivo é desfrutar as glórias do poder e o cabide de emprego bem remunerado.

Também está na hora de o eleitor impedir a reeleição. Política não é profissão. E a vida política precisa de constante renovação, de oxigênio novo. Ninguém é insubstituível.

Aqueles políticos que se consideravam insubstituíveis, hoje, muitos jazem nos cemitérios ou estão de pijamas em casa, e o país não parou nem sentiu a falta deles.

A reeleição é um retrocesso à dinâmica política. Representa a mesmice sendo ovacionada por incautos eleitores, conduzidos pelo imoral instituto do voto obrigatório. Tanto a reeleição quanto o voto obrigatório, responsáveis pelo baixo nível do quadro politico nacional, deveriam ser revogados.

Assim, quando eu vejo a reeleição de um político, com tristeza assisto à continuação da velha política.

Por fim, não elejam candidatos que estejam exercendo mandatos de vereadores, pois estes devem respeitar o cumprimento integral de mandatos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

ELEITORES, NÃO REELEJAM NINGÉM


Neste momento de busca de votos pelos candidatos, é necessário dizer que a desconexão da classe política com a sociedade é uma realidade. A classe política depois de eleita se esquece completamente da sociedade eleitoral e de seus compromissos de campanhas, não atende às nossas demandas e só procura a sociedade em épocas de eleições. Por isso, muitos cidadãos brasileiros, cansados da falsidade política, proclamam com razão que os partidos e os políticos não mais os representam.

Eleitores, não reelejam ninguém, não recambiem para o cenário político elementos que já cumpriram mandatos no Parlamento ou no Executivo. A oxigenação na política com novas cabeças pensantes é necessária. Política não é profissão e nem refúgio de incompetentes.

O país precisa desatar o nó da corrupção que tem empobrecido principalmente a sociedade mais carente e impedido o desenvolvimento da nação, e a reeleição tem contribuído negativamente para a atual conjuntura política. Temos de combater as dinastias políticas, o cabide de emprego político e a eternização no Legislativo de elementos que só querem tirar proveito da coisa pública.

É preciso melhorar o quadro político nacional, elegendo candidato competente, honesto, que tenha ficha limpa e não esteja respondendo a processo na Justiça.

Não elejam ou reelejam candidato sem escolaridade de grau superior, pois o Parlamento precisa de gente preparada para fazer as leis do país e fiscalizar o Executivo.

Os políticos que hoje vêm pedir votos para as suas reeleições são os mesmos que impedem a realização de ampla reforma política, ouvindo a sociedade, para o Brasil se desenvolver, porque não querem perder as vantagens que o atual sistema político lhes proporciona. São os mesmos que não se interessam em corrigir os excessos de mordomias no Parlamento, bancados pelos contribuintes.

Não resta dúvida de que um salário de 33,7 mil reais, sujeito a novo reajuste, mais inúmeras vantagens, bem como a manutenção do status do poder para facilitar os seus negócios particulares e de grupos que representam, realmente, não é coisa para os políticos vivaldinos abrirem mão e por isso querem se reeleger.

Portanto, eleitores, não reelejam ninguém!




quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A ascensão de Bolsonaro incomoda a esquerda & Cia

O general da reserva Hamilton Mourão e vice de Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira 17 que “Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país”, afirmou ele em evento do Sindicato da Habitação (Secovi), em São Paulo. Fonte: Exame.

Estão tentando criar tempestade na opinião do general da reserva. É óbvio que existem exceções de filhos sem pais presentes, que são bem criados e educados pela mãe ou avó. Mas de forma geral, principalmente nas camadas pobres, o problema é grave e o general tem toda a razão.

Agora, quando alguém se dispõe a falar a verdade ou expor o seu ponto de vista, os hipócritas seguidores do “politicamente correto” ou adversários políticos surgem como pseudomoralistas para censurar aqueles que não são dissimulados. O vice Mourão demonstra ser um cidadão autêntico e não dissimulado.

A chuva de críticas que Bolsonaro recebe, como também Mourão, parte da esquerda corrupta que sente chegar o dia de seu funeral, com a vitória de Bolsonaro, que deixará de luto muitas carpideiras petistas que já choram a prisão legítima e democrática daquele falso demiurgo que se constituiu no maior corrupto político da história recente brasileira, e que por isso está preso.

Lula, do alto de sua verborragia chula, sem escrúpulo e decência, chamou de “grelo duro” as parlamentares Maria do Rosário e Fátima Bezerra e estas engoliram no seco e sem reagir todo o machismo do Lula.

Agora, os fariseus e as farisaicas esquerdistas querem crucificar Bolsonaro e o seu vice de misoginia, ou seja, de repulsa ou aversão às mulheres, com considerações rasteiras para tentar indispor grande parcela de mulheres que são favoráveis a Bolsonaro. Não dá para acreditar nessa gente petista que venera o desbocado parlapatão e detrator das parlamentares, tachadas de “grelo duro”.

Os falsos democratas e baderneiros comunistas estão tentando de tudo, inclusive assassinar covardemente aquele que surgiu para pôr ordem no país, coisa que no período da chamada redemocratização nenhum candidato esquerdista sofreu molestamento.

Em democracia todos têm garantido o direito da livre manifestação de pensamento. Portanto, Bolsonaro e o seu vice podem emitir opiniões acerca de fraude eleitoral, reforma constitucional, privatização e tudo que se relacione com o panorama político, econômico e social do país, mesmo que não agradem os seus antagonistas.

Quanto ao candidato petista Fernando Haddad, mais um poste da lavra de Lula, trata-se de alguém que foi considerado o pior prefeito da história de São Paulo e teve também a pior avaliação em fim de mandato desde Celso Pitta. Portanto, que credencial tem Haddad para presidir o Brasil? Qualquer outro candidato, que não seja Haddad, pode ser avaliado pelos eleitores.

Não esquecer que Haddad representa o retrocesso da economia e do desenvolvimento nacional porque está pautado nas mesmas políticas defendidas por Lula e Dilma Rousseff, que quase levaram o país à bancarrota: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados; empresas quebradas; inflação alta; descrédito junto à comunidade financeira internacional; a Petrobras dilapidada; as instituições públicas loteadas pela pelegada petista incompetente; a educação, a saúde e a segurança pública uma vergonha no governo petista. Enquanto isso, Lula se locupletava fazendo fortuna através do propinoduto das empreiteiras Odebrecht e OAS, e que por isso está preso, surrupiando dinheiro da nação, que poderia estar sendo aplicado no social.

Desejamos um país não bolchevique, onde haja disciplina, ordem o progresso.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

QUEREMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO ONDE HAJA DISCIPLINA, ORDEM E PROGRESSO

HADDAD REPRESENTA O RETROCESSO DA ECONOMIA E DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL PAUTADO NAS POLÍTICAS DEFENDIDAS POR LULA E DILMA, QUE QUASE LEVARAM O PAÍS À BANCARROTA: MAIS DE 13 MILHÕES DE TRABALHADORES DESEMPREGADOS E ENDIVIDADOS; EMPRESAS QUEBRADAS; INFLAÇÃO ALTA; DESCRÉDITO JUNTO À COMUNIDADE FINANCEIRA INTERNACIONAL; A PETROBRAS DILAPIDADA; AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS LOTEADAS PELA PELEGADA PETISTA INCOMPETENTE; A EDUCAÇÃO, A SAÚDE E A SEGURANÇA PÚBLICA UMA VERGONHA NO GOVERNO PETISTA. ENQUANTO ISSO, LULA SE LOCUPLETOU FAZENDO FORTUNA ATRAVÉS DO PROPINODUTO DAS EMPREITEIRAS ODEBRECHT E OAS, E POR ISSO ESTÁ PRESO, DESVIANDO DINHEIRO DA NAÇÃO QUE PODERIA ESTAR SENDO APLICADO NO SOCIAL.
DESEJAMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO E NÃO BOLCHEVIQUE, ONDE A DISCIPLINA, A ORDEM E O PROGRESSO SEJAM OBSERVADOS.

sábado, 1 de setembro de 2018

TSE barra candidatura de Lula

Em sessão extraordinária que durou mais de nove horas, seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral votaram por barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na Lei da Ficha Limpa.

Nos termos do voto do relator, Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado pela maioria, a decisão do plenário do TSE é a palavra final sobre a candidatura e passa a valer imediatamente, mesmo que a defesa de Lula recorra ao próprio tribunal e depois ao Supremo Tribunal Federal.

Os ministros decidiram, seguindo o voto do relator, que o PT tem dez dias corridos para substituir Lula na cabeça da chapa.

Enquanto isso não for feito, o partido não pode fazer campanha nem utilizar seu tempo no horário eleitoral no rádio e TV. O plano B do partido é o vice, Fernando Haddad.

O registro de candidatura do ex-presidente foi alvo de 16 contestações de adversários e da Procuradoria-Geral Eleitoral. Lula está preso em Curitiba desde 7 de abril, depois de ter sido condenado em segunda instância na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). Ele nega os crimes e diz ser perseguido politicamente.


Votaram por negar o registro de candidatura o relator do processo, Barroso, além de Rosa Weber, Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira.


Já Edson Fachin reconheceu a inelegibilidade de Lula, mas votou por liberar sua candidatura devido a uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU obtida pela defesa.


O processo de registro de candidatura do petista entrou na pauta da sessão extraordinária de última hora, em meio a uma discussão sobre prazos. A defesa solicitou o adiamento do julgamento, argumentando que não houve tempo para as partes que contestaram o registro rebater os argumentos de Lula, que foram entregues ao TSE na noite da quinta (30).


Esse pedido foi negado por 4 votos a 3. Fachin, Og Fernandes e Rosa queriam abrir o novo prazo, mas foram vencidos.
A procuradora-geral, Raquel Dodge, e o relator do processo, Barroso, afirmaram que era preciso resolver a situação de Lula antes do início do horário eleitoral, que é neste sábado (1°) para candidatos à Presidência.

O argumento da liminar do Comitê da ONU, de que Lula poderia concorrer até que a Justiça julgue todos os recursos de sua condenação criminal, foi o mais enfrentado pelos ministros em seus votos.

"A Justiça Eleitoral não está obrigada a se submeter ao Comitê dos Direitos Humanos da ONU", entendeu Barroso.

Segundo ele, o órgão internacional é administrativo, sem competência jurisdicional, e suas decisões não vinculam (obrigam) a Justiça brasileira.
Fachin, diferentemente, fez uma longa análise sobre a abrangência da medida cautelar do comitê ONU e entendeu que o Estado brasileiro tem o dever de acatá-la.

"Diante da consequência da medida provisória do Comitê de Direitos Humanos, [Lula] obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de candidatura.

Assento, como fez o relator [Luís Roberto Barroso], a inelegibilidade, e entendo que essa inelegibilidade traz o indeferimento da candidatura", disse Fachin.

"Contudo, em face da medida provisória obtida no Comitê de Direito Humanos, se impõe, em caráter provisório, reconhecer o direito, mesmo estando preso, de [Lula] se candidatar às eleições presidenciais de 2018", afirmou. Tal entendimento, porém, não prevaleceu.

Barroso fez de seu voto uma defesa da Lei da Ficha Limpa, posição já adotada em outras ocasiões. "A Lei da Ficha Limpa não foi um golpe ou uma decisão de gabinetes. Foi, em verdade, fruto de uma grande mobilização popular em torno do aumento da moralidade e da probidade na política", afirmou.

"Mais de um milhão e meio de assinaturas foram colhidas para apresentar o projeto de iniciativa popular. A lei foi aprovada na Câmara e no Senado com expressiva votação e sancionada com loas pelo presidente da República [o próprio Lula]. A lei desfruta de um elevado grau de legitimidade democrática", disse Barroso.

O advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, que defende Lula no TSE, afirmou que havia precedentes para que o petista pudesse disputar. "O que o presidente Lula quer não é nada a mais do que o que deram para 1.500 [candidatos] de 2010 [quando a Ficha Limpa entrou em vigor] para cá. Mas também não pode ser nada a menos", afirmou.

Segundo ele, nas eleições municipais de 2016, 145 candidatos concorreram sub judice, e parte conseguiu se eleger e assumir o cargo posteriormente com o sucesso de seus recursos na Justiça.

Ainda segundo Casagrande, há um precedente de candidato à Presidência que apareceu na urna em 2006, mesmo com registro indeferido pelo TSE: Rui Costa Pimenta, do PCO.

Os ministros, porém, afirmaram que a jurisprudência da corte mudou, e que hoje entende-se que, com a palavra final do plenário do TSE, não há como concorrer sub judice.

O que acontece a partir de agora

- Nos termos do voto do relator, acompanhado pela maioria da corte, a decisão já estará valendo, independentemente de eventual recurso da defesa.
- Pela decisão, o PT tem dez dias corridos para substituir Lula. Enquanto não houver a substituição, o partido não pode fazer campanha nem utilizar rádio e TV
- O PT ainda pode, em tese, recorrer ao STF, caso decida insistir na candidatura de Lula. Mas o cenário é pouco provável
- O candidato a vice, Fernando Haddad, deve assumir a cabeça da chapa. Com informações da Folhapress.

CONSIDERAÇÕES

Lula tem tumultuado a vida política nacional. Quanto está saindo de despesa inútil ao país essa ciranda rocambolesca do circo de horrores montado pela claque petista de políticos e advogados e partidos de esquerda para livrar da prisão alguém que vinha se locupletando com dinheiro ilícito de propina de empreiteiras - e por isso ficou rico só vivendo de política solerte - legalmente condenado e preso?

Jamais se presenciou a Suprema Corte ser tão desrespeitada em suas decisões por elementos políticos, chegando ao extremo da irracionalidade, da falta de civilidade e do respeito ao Estado Democrático de Direito de se apelar para cortes internacionais visando a intervir nas decisões internas de nossos tribunais.

As derrotas nos tribunais foram sucessivas contra Lula, e agora a última, no TSE, foi de forma acachapante: 6 a 1. Sacramentando definitivamente o silêncio da candidatura de um presidiário.

Resta como consolo ao Lula, pleitear disputar com Fernandinho Beira-Mar e Marcola o trono de rei dos presidiários brasileiros.

O Brasil não merece ser governado, independente de partido, por corruptos, crápulas, escroques, salafrários e ladravazes. Que a prisão de Lula e de outros indecorosos sirvam de exemplo para a política nacional.


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A farra da interrupção de mandato para concorrer a novos cargos


Por exemplo, a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) é mais uma oportunista em busca da continuação do cabide de emprego político. Se fosse competente estaria exercendo alguma profissão na atividade privada. Aliás, o país está repleto de pedagogos e professores incompetentes, que optam pela política para tirar proveito da coisa pública.

Infelizmente, a política nacional está transformada em refúgio de oportunistas mentecaptos que só visam às luzes da ribalta do poder para obter vantagem.

Enquanto não for realizada uma ampla reforma política, ouvindo principalmente a sociedade, para modificar o falido sistema político nacional, votar é perda de tempo. E só serve para dar emprego a mequetrefes políticos.

A senadora Fátima Bezerra e os demais senadores que vão concorrer a outros cargos revelam não ter respeito ao mandato recebido, senão jamais interromperiam o compromisso com o Senado, que vai até 2023. Por que não renunciam ao mandato para participar de novos pleitos?

É verdade que a senadora não é a única a pretender desmoralizar o cumprimento de mandato. Nesta onda surfam também os senadores Acir Gurgacz (PDT-RO), Álvaro Dias (PODE-PR), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Elmano Férrer (PODE-PI), Fernando Collor (PTC-AL), Gladson Cameli (PP-AC), João Capiberibe (PSB-AP), José Maranhão (MDB-PB), Kátia Abreu (PDT-TO), Omar Aziz (PSD-AM), Paulo Rocha (PT-PA), Romário (PODE-RJ), Roberto Rocha (PSDB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Rose de Freitas (PODE-ES) e Telmário Mota (PTB-RR).
O descumprimento ou interrupção de mandato é estelionato eleitoral porque rompe as promessas de campanha feitas ao eleitor. Portanto, trata-se de prática imoral que somente os políticos biltres são capazes de praticar.

A minha crítica representa o sentimento da maioria da sociedade que está cansada de assistir à falta de compromisso e de respeito do político para com o eleitor.

Se o eleitor brasileiro tivesse conscientização política, jamais votaria em candidato que interrompe mandato para exercer novas funções, bem como não reelegeria ninguém - política não é profissão - e nem votaria em candidata, como Dilma Rousseff (PT-MG), que teve o seu mandato legitimamente cassado.

A política não é lugar de oportunistas e de aventureiros. A política é para ser exercida com seriedade, lealdade e não apenas para satisfazer os inconfessáveis interesses de políticos.

A política nacional está desacreditada pela falta de seriedade e de hombridade dos crápulas políticos, respeitadas algumas exceções, que representam a população. E cabe somente ao eleitor mudar esse melancólico quadro.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

NÃO VOTE EM CANDIDATO QUE JÁ EXERCEU MANDATO OU QUE TENHA SIDO CASSADO

Não vote em candidato que já exerceu mandato ou que tenha sido cassado

Neste momento de busca de votos pelos candidatos, é necessário dizer que a desconexão da classe política com a sociedade é um fato relevante, que precisa ser considerado pela sociedade.

A classe política depois de eleita esquece completamente a sociedade e seus compromissos de campanhas, e só procura o eleitor em épocas de eleições. Por isso, muitos cidadãos brasileiros, cansados da desonestidade política, proclamam com razão que os partidos e os políticos não mais os representam.

O interesse é tão grande pelas glórias do poder e por abiscoitar um bom salário acrescido de muitas mordomias que, mesmo tendo o seu mandato cassado legalmente, a ex-presidente Dilma Rousseff transferiu o seu título eleitoral do Rio Grande do Sul para disputar uma vaga de senadora por Minas Gerais, estado natal do qual estava afastado há muito tempo e pelo qual, salvo engano, jamais fez alguma coisa.

É preciso que os eleitores se despojem da paixão partidária e votem com mais responsabilidade em candidatos que reúnam competência, identificação com as necessidades do povo e da região e que tenham sempre se conduzido na atividade privada ou na administração pública com retidão, o que não ocorreu, por exemplo, com a ex-presidente, que foi cassada por crime de responsabilidade ao praticar as chamadas "pedaladas fiscais" e ao editar decretos de suplementação sem prévia autorização legislativa.

Não se pode esquecer de que Dilma sabia das maracutaias na Petrobras e nada fez para impedir o prejuízo da estatal e dos acionistas, bem como que o seu incompetente governo afundou o país, deixando o Brasil à beira da bancarrota com mais de 13 milhões de desempregados e endividados, inflação alta, empresas quebradas e descredito na comunidade financeira internacional.

Eleitores, não reelejam ninguém, nem votem em candidato que já exerceu mandato ou tenha sido cassado. A oxigenação na política com novas cabeças pensantes é necessária. Política não é profissão e nem refúgio de incompetentes.

Escolham candidatos de reputação ilibada e de boa formação cultural (curso superior completo). Não elejam ou reelejam ocupantes de cargos públicos que estejam atuando fora de suas áreas para as quais foram aprovados em concurso, pois estes são oportunistas em busca das luzes da ribalta do poder, das mordomias e dos altos salários.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL E DEBATES


O debate político deveria incidir apenas sobre o programa de governo para o país voltado para as áreas da educação, saúde, segurança, trabalho, previdência social, habitação, proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados e erradicação da pobreza, redução das desigualdades sociais e regionais, desenvolvimento nacional, infraestrutura básica das cidades onde os esgotos ainda correm a céu aberto, e não descambar para questões pessoais ou comportamentais dos candidatos.

Os candidatos com maiores chances de eleição já são velhos conhecidos da maioria dos brasileiros, e as pesquisas já registram a tendência da opção de votos dos eleitores. Portanto, não acredito que haja surpresa na eleição do novo presidente da República.

A maioria dos candidatos e alguns jornalistas tentam impedir o avanço de Bolsonaro nas pesquisas. Por exemplo, (1) na sabatina da GloboNews quiseram desmoralizar Bolsonaro, culminando com o quadro quixotesco em que a jornalista Míriam Leitão foi obrigada a reproduzir de ponto eletrônico balbuciando resposta à provocação de Bolsonaro em relação à intervenção militar, citando Roberto Marinho; (2) no debate da Band, Marina Silva insistiu em desmerecer Bolsonaro com questionamentos menores e despropositais sobre a desigualdade salarial entre mulheres e homens, enfatizando o Art. 5º da Constituição Federal. Marina deveria saber que é da função do Ministério do Trabalho fiscalizar e autuar empresas que praticam discriminação salarial em função de gênero, raça etc.

Marina é discípula do lulapetismo, tanto que tem mantido silêncio sobre a "honestidade" do ex-presidente preso. Marina tenta se apresentar como corregedora dos problemas sociais da mesma forma que se apresentava Lula. Marina, no segundo turno de 2014, apoiou a candidatura ao Planalto de Aécio Neves.

Bolsonaro é o único candidato, ele e seu vice, capaz de enfrentar o grave problema de falta de segurança no país. É impossível não se elevar a situação de falta de segurança interna como um problema que atormenta toda a sociedade brasileira.

Facções criminosas e traficantes ordenam ataques a carros fortes, casas bancárias e de dentro dos presídios mandam incendiando ônibus e até agora nenhuma medida eficaz foi tomada para estancar escalada criminal.

Por isso, reputo a falta de segurança como questão crucial do país. Mais importante, neste momento, que a educação e a saúde. Pois, sem segurança para todos, ninguém pode ir e vir, dirigir-se ao trabalho, ao médico, à escola, andar de ônibus ou de carro nas cidades e nem as propriedades rurais ou não rurais ficam seguras, haja vista as ações criminosas de elementos do MST, que invadem e destroem propriedades alheias.

Sem segurança pública, mais ou menos estabilizada, não haverá coragem de empreendedores, inclusive estrangeiros, fazerem investimentos no país para gerar empregos. Há agências bancárias que estão fechando por falta de segurança.

É óbvio que o país tem pela frente outros graves problemas, herdados de mais de 13 anos do governo petista. Mas sem uma política integrada e solidária na área de segurança pública, funcionando na linha de frente, não haverá paz social no Brasil. E que o diga o Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, hoje dominado pelas facções criminosas e pelos traficantes, com tiroteios diários.

Estranho que os candidatos com maiores chances de chegarem ao Planalto não elejam o problema da falta de segurança interna do país como bandeira para as suas candidaturas.

Assim, só vejo o deputado Bolsonaro como o único candidato capaz de enfrentar o problema de falta de segurança no Brasil.

Por outro lado, quanto ao candidato Ciro Gomes, que já o conhecemos de outros carnavais, não resta dúvida de que se trata apenas de um político intelectualizado. Mas já estamos cansados de ouvir promessas de soluções mágicas como, por exemplo, resolver rapidamente, no primeiro ano de governo, o endividamento de grande parcela de trabalhadores desempregados.

Por que, com toda a competência defendida por Ciro Gomes (e de seu irmão), a pobreza e o pouco desenvolvimento do Ceará continuam sendo uma triste realidade? Nem falo das agruras das regiões sertanejas, pois na própria capital cearense o panorama de miséria é bastante sentido por quem visita a cidade.

Os candidatos Meirelles e Alckmin dificilmente fariam um bom governo, pois são todos comandados pela tropa de fisiologistas políticos de seus partidos. E Álvaro Dias, político de sólida formação, não terá muita chance de se eleger, da mesma forma que os demais candidatos, sem esquece de que Lula, como ficha suja e preso, estará impedido de concorrer.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Congresso Nacional sem seriedade


Ainda sem pauta definida para o próximo período de "esforço concentrado" no Congresso Nacional, marcado para dias 28 e 29 de agosto, deputados e senadores, até lá, devem deixar mais uma vez corredores e plenário da Casa vazios, como é comum em ano eleitoral. Fonte: Diário de Notícias.

Esse Congresso, que consome fábula de dinheiro da nação, tem que ser fechado. Parece escola sem professor, onde os alunos não têm aulas. Os parlamentares só trabalham quando querem. Não cassam políticos corruptos, inclusive condenados pela Justiça. É um verdadeiro sindicato de amigos montado em cima de indecentes benesses públicas.

O fechamento do Congresso representaria uma economia monumental para o país aplicar recursos na educação, saúde e segurança. Temos que repensar outro sistema para o Brasil se desenvolver.

O Congresso tem se transformado em refúgio de elementos incapazes de ganhar a vida na iniciativa privada e de espertalhões que buscam a política para tirar proveito da coisa pública. E a Lava-Jata está aí para mostrar um monte de políticos encalacrados na Justiça.

Por isso, é perda de tempo votar no Brasil. Não vai mudar nada. Votar para eleger essa pouca-vergonha que está aí e que continuará sendo eleita e reeleita pelo imoral sistema do voto obrigatório e da reeleição?

Temos hoje um Congresso que não se preocupou em realizar a reforma política, ouvindo a sociedade. Congresso cujos parlamentares esquecem completamente da sociedade eleitoral e só a procura em época de eleição. Congresso repleto de políticos indecorosos respondendo a processos por condutas não ilibadas. Congresso de políticos gazeteiros. Congresso de fisiologistas. Congresso de interesses partidários. Congresso que protege corruptos. Congresso que não fiscaliza o Executivo. Congresso que não defendo os interesses da sociedade e que não cumpre as suas obrigações constitucionais. Congresso mais preocupado com a eleição e reeleição de seus políticos profissionais.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

PLANO DE SAÚDE DO SENADO FEDERAL


Sempre contestei o Plano de Saúde do Senado, considerado gratuito e vitalício. Mas com base em resposta do ex-senador Leonel Pavan de que ele paga o referido plano diretamente ao Senado, resolvi questionar o “Alô Senado – alosenado@senado.leg.br, e, com surpresa, recebi a informação de que “A assistência à saúde de senadores, ex-senadores e dependentes não é gratuita, ocorrendo mediante pagamento de contribuições mensais individuais, de acordo com a faixa etária, nos termos do art. 2º do Ato da Comissão Diretora nº 17, de 2014”. Afinal, o plano é gratuito ou não gratuito?

Abaixo está a resposta da Assessoria Técnica da Ouvidoria do Senado Federal:

MENSAGEM Nº 417201815545

Alô Senado

Brasília, 16 de agosto de 2018.

Ao Senhor JÚLIO CÉSAR CARDOSO

Assunto: Processo nº 417201815545

Agradecemos o envio da sua mensagem ao Serviço de Relacionamento Público Alô Senado, integrante da estrutura da Ouvidoria do Senado Federal.

Em atenção à sua manifestação, informamos que a encaminhamos ao órgão competente, que nos retornou com a seguinte resposta:

“Em resposta ao questionamento apresentado, informamos que o plano de assistência à saúde de senadores e dependentes, ex-senadores e cônjuges não se confunde com o plano de assistência à saúde de servidores (SIS), sendo, desde a sua fundação, planos independentes entre si, com financiamentos distintos, e regidos por normativos diferentes.

O plano de assistência à saúde dos servidores é regido pela Resolução nº 35, de 2012, enquanto o plano de assistência a parlamentares é regido pelo Ato da Comissão Diretora nº 9, de 1995, e suas alterações.

A assistência à saúde de senadores, ex-senadores e dependentes não é gratuita, ocorrendo mediante pagamento de contribuições mensais individuais, de acordo com a faixa etária, nos termos do art. 2º do Ato da Comissão Diretora nº 17, de 2014:

Art. 2º Os Senadores e seus dependentes, bem como os ex-senadores e seus cônjuges que não solicitarem expressamente sua exclusão, ficam responsáveis pelo pagamento de contribuições mensais para o custeio da assistência à saúde, nos mesmos valores definidos nas tabelas aplicáveis aos beneficiários do Sistem a Integrado de Saúde, que serão deduzidos dos proventos do Senador, ex-senador ou do cônjuge pensionista.

Segue abaixo a tabela de contribuição, pela qual tanto os titulares quanto os dependentes pagam suas mensalidades.

O mesmo Ato da Comissão Diretora nº 17, de 2014, incluiu na assistência à saúde de senadores e dependentes, ex-senadores e cônjuges a cobertura por instituições credenciadas ou conveniadas ao Senado Federal. Atualmente o atendimento é realizado pela rede credenciada ao Saúde Caixa. Quando os parlamentares recebem atendimento em unidades conveniadas ao Saúde Caixa, eles ficam sujeitos às mesmas regras de cobertura, autorização e limites das tabelas de ressarcimento adotadas pelo Sistema Integrado de Saúde (SIS), disciplinado pela Resolução nº 35, de 2012.

Portanto, para operacionalização desse atendimento, os parlamentares que fazem jus ao plano de assistência à saúde mediante o pagamento das contribuições mensais são inscritos no SIS, recebendo, inclusive, o cartão de identificação para utilização na rede credenciada.

Trata-se, portanto, de informação correta.

Atenciosamente,

Secretaria de Gestão de Pessoas”

terça-feira, 14 de agosto de 2018

A SAÚDE NA EMERGÊNCIA


O senador José Serra (PSDB-SP) publicou, em 12/04/2018, no jornal O Estado de S.Paulo, o artigo acima titulado, com a seguinte introdução: “No último domingo o Estadão publicou editorial sobre a situação dos hospitais no Brasil. O jornal destacou o quadro emergencial das Santas Casas, diante de sua importância no provimento de serviços de saúde. Resolver essa questão passa por soluções de curto e de longo prazo, a serem encaminhadas com a máxima urgência. Não nos vamos iludir: a saúde demanda mais recursos e mais gestão".

O problema calamitoso da situação da saúde pública brasileira está na falta de vergonha dos políticos que até hoje só cuidaram de seus próprios interesses, em detrimento das necessidades sociais, mormente das classes mais carentes. Quando a CPMF foi instituída para a saúde, o seu objetivo principal foi desvirtuado, porque é assim que os políticos tratam com menoscabo e desrespeito as matérias relativas ao bem-estar social.

Se este país fosse constituído de políticos honrados, que não pensassem somente em seus interesses e em suas reeleições, mas tivessem respeito pelo tripé educação, saúde e segurança, o Brasil seria uma grande potência.

Por outro lado, se todos os políticos fossem obrigados a usar o sistema público de saúde, a situação seria bem outra. E o senador Serra não estaria agora elucubrando tergiversações desnecessárias.

Causa perplexidade a verborragia do senador a respeito da saúde, pois o senador José Serra, um privilegiado, até hoje não foi capaz, ou melhor, não teve a decência republicana de envidar esforços para que fosse sustada, no Senado, a imoral, a indecente e injusta bonomia dos serviços médicos e hospitalares gratuitos e vitalícios a que fazem jus os senadores e até os ex-senadores e familiares. E tudo isso ao arrepio dos artigos 5º e 37 da Constituição Federal.

Assim, não podem ter decência pública aqueles senadores e senadoras (os ex e as ex) que se valem imoralmente dos serviços médicos e hospitalares gratuitos e vitalícios do Senado Federal, custeados pelo bolso de cada contribuinte nacional.

Todos, portanto, beneficiários da bondade do Senado paga com dinheiro do povo, são autênticos larápios da República e não são merecedores de nosso respeito. Deveriam ter vergonha de representar o povo no Parlamento e de ainda se candidatarem à reeleição ou a outros cargos importantes da República.

Lamentavelmente, temos um povo sem cultura política, alienado aos problemas nacionais e que desconhecem as safadezas daqueles que vão para o Parlamento apenas para tirar proveito da coisa pública. Por isso, o eleitor brasileiro tem que acordar desse sono indolente, fiscalizar o dinheiro do país e deixar de eleger ou reeleger essa cambada de escroques, de ladravazes, de indecorosos que só querem se locupletam com a grana da nação.

Enquanto não for realizada uma ampla reforma política, discutida com a sociedade, é perda de tempo votar em alguém, pois você só estará dando emprego a políticos oportunistas e não verá nenhuma mudança substantiva na forma arcaica de conduzir o país, desde a famigerada redemocratização brasileira.



quinta-feira, 9 de agosto de 2018

General Mourão, aquele que não tem papas na língua

Escolhido candidato a vice na chapa do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o general Mourão (PRTB) declarou nesta segunda-feira (6), em um evento na Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul, que o “caldinho cultural” do Brasil inclui a “indolência” dos povos indígenas e a “malandragem” dos negros africanos, e o vespeiro dos politicamente corretos ficou todo ouriçado.

Bando de hipócritas, partidário do politicamente correto, mas que age subliminarmente, na vida cotidiana, como seres superiores e sempre virando as costas para as classes menos favorecidas, sejam elas negras, brancas, indígenas ou alienígenas de países subdesenvolvidos.

Esses fariseus - constituídos de muitos políticos que posam de defensores dos direitos humanos, mas têm vida de burguês (capitalista), como Tarso Genro e outros calhordas - não têm coragem de olhar para os seus rabos sujos e estão sempre de plantão para reprochar ou denegrir a imagem daqueles que não usam de subterfúgios linguísticos para falar a verdade.

Vamos deixar de tanta falsidade crítica. Quem não conhece a indolência ou a malandragem de classes sociais, que só querem viver do assistencialismo ( político)? Claro que elas são vítimas do cabresto de políticos, que não querem perder o seu domínio para continuar a abiscoitar votos nas eleições.

Agora virou moda da farisaica corrente do politicamente correto: ninguém mais pode falar nada contra negros, homossexuais e outros que tais, porque acaba recebendo saraivada de chuva ácida, com pejorativos de racistas, homofóbicos, xenófobos etc. Ora, que Estado Democrático é este de limitação da liberdade de expressão do pensamento humano? A que ponto chegou: preconceito passou a ser qualquer posição diferente da sua.

Ninguém é obrigado a concordar com tudo. Assim como a imprensa livre representa a expressão da democracia, da mesma forma é a manifestação de qualquer cidadão.

Por timidez, vergonha ou simplesmente comodismo, muitas vezes achamos que não dizer a verdade é mais simples. Temos de falar sempre a verdade, mesmo que não agradem outrem. Se escrevermos ou falarmos algo um pouco incômodo, ou que contrarie o que pensam segmentos ou pessoas, isso irrita muita gente.

Tentam denegrir de todas as formas a candidatura do deputado Jair Bolsonaro. Agora a bola da vez é o seu vice, General Mourão, que não tem papas na língua.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

STF Deverá Julgar Liberdade De Lula Até Dia 15 E Já Reforça Segurança

O Supremo Tribunal Fеdеrаl (STF) роdеrá julgаr mаіѕ um pedido de lіbеrdаdе do еx-рrеѕіdеntе Lula (PT) até o рróxіmо dіа 15, que é o рrаzо final раrа o rеgіѕtrо de саndіdаturаѕ nо Trіbunаl Superior Elеіtоrаl (TSE), a informação é do Broadcast Pоlítісо/Eѕtаdãо.

Esse реdіdо vаі depender ԛuе o rеlаtоr do реdіdо, ministro Edson Fасhіn, libere o caso раrа julgаmеntо, арóѕ іѕѕо, рrеѕіdеntе dа Corte, ministra Cármеn Lúсіа, poderá раutаr o processo іmеdіаtаmеntе. A últіmа ѕеѕѕãо рlеnárіа dа соrtе, que ocorre antes dо dіа 15, será na ԛuіntа-fеіrа dа próxima ѕеmаnа, dіа 9.

Nа rеtоrnо dо rесеѕѕо, o STF já rеfоrçоu a ѕеgurаnçа nа árеа еxtеrnа dо trіbunаl, que fоі раlсо rесеntе de duаѕ manifestações dе terroristas fаvоrávеіѕ a Lula. Um соmunісаdо іntеrnо dіѕраrаdо na intranet dos servidores, іnfоrmоu ԛuе аѕ еntrаdаѕ e saídas do STF реlо Eіxо Mоnumеntаl “реrmаnесеrãо interditadas аté dаtа a ser іnfоrmаdа роѕtеrіоrmеntе”, o ԛuе na рrátіса dіfісultа o аvаnçо dе manifestantes àѕ instalações dо tribunal.
Fonte: estadao.com.br

Considerações:

Que país é este, onde um preso legalmente condenado por decisão de um colegiado judicial tenta desafiar a Justiça para obter a sua liberdade? E os demais presos, encarcerados em prisões desumanas brasileiras, não têm os mesmos direitos? Lula não é melhor do que ninguém.

Ou a Justiça tem medo de Lula? Por que a sua cela tem conforto, que falta aos demais apenados? Por que Lula continua, de dentro da cadeia, a fazer política, instruindo e mandando recados aos seus correligionários, muito parecido com o modus operandi de facções criminosas presas, que também de dentro dos presídios continuam a comandar a ações criminosas aqui fora?

Ora, o julgamento de Lula está sacramentado. Ele foi condenado e está preso. E é considerado inelegível pela Lei de Ficha Limpa. Estão, por que o STF não dá assunto por encerrado?

Essa palhaçada não pode mais continuar de o PT desafiar o Judiciário ao insistir na tese falaciosa da ilegalidade da prisão de Lula, condenado por um tribunal de segunda instância e com base em decisão da Suprema Corte.

O STF deveria impor a sua autoridade e punir partidos ou políticos que tentam achincalhar as suas decisões. Até agora, não se entende o porquê do silêncio sepulcral do tribunal.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

William Waack critica Miriam Leitão e Globo e ironiza: ‘Eu não tenho chefe no ponto’

Jornalista alfinetou emissora carioca sobre momento em que jornalista tenta falar a posição da emissora sobre a ditadura.
O jornalista e apresentador William Waack usou o seu canal do Youtube para alfinetar a postura da Rede Globo diante de uma afirmação do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, na sexta-feira (03) à noite, sobre a Ditadura Militar. A responsável em explicar sobre o posicionamento do canal foi a jornalista Miriam Leitão.

Em tom de ironia, Waack começa a gravação do vídeo demonstrando que seria um absurdo ter que terminar uma edição do “Painel WW” da seguinte foma: “Aguenta mais um pouquinho… um momento… Eu queria dizer…. em relação ao que o candidato acabou de dizer…”. Waack imita o jeito de Miriam Leitão para dar o recado de que com ele as coisas são bem diferentes.

O jornalista demitido da Globo em decorrência de um episódio que foi caracterizado como racismo e que foi negado por ele, afirmou que não tem chefe no ponto e tudo que fala é por sua conta e risco. “Eu falo as coisas pela minha consciência”, disse Waack. Ele comentou que sabe que muitas pessoas podem criticá-lo e elogiá-lo e que isso é normal. Porém deixou bem claro que fala por ele e mais ninguém.

Questão levantada por Bolsonaro
O deputado federal, que estava sendo entrevistado na Globo News, comentou sobre o apoio que a Rede Globo deu ao regime militar, na época, e que foi reconhecido em editorial publicado pelo Jornal O Globo, em 1984. Miriam Leitão, que estava conduzindo a entrevista, foi obrigada a passar o posicionamento atualizado da emissora. Ela ressaltou que a Globo reconheceu, em 2013, o erro de ter apoiado o regime militar.

Um dos pontos que chamou a atenção e que foi ironizado por muitas pessoas, até mesmo por Waack, é a forma como a jornalista tentou expressar a nota informada pelo canal. Miriam demonstrou apreensão, voz trêmula e diversas pausas durante a sua fala.

Via: blastingnews

CONSIDERAÇÕES:
É vergonhoso que jornalistas da Globo e do Roda Viva se dispam do bom jornalismo para tentar denegrir a imagem de Jair Bolsonaro com perguntas rasteiras e não voltadas ao programa de governo do candidato. Perguntas do tipo abrir o arquivo da ditadura, racismo, xenofobia, quilombolas, feminicídio, igualdade salaria entre homem e mulher etc.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

AO ELEITOR MINEIRO


Independente de inclinação partidária, votar em Dilma é não ter responsabilidade com o seu Estado. O eleitor deveria ser imparcial e escolher quem tem ficha ilibada e capacidade administrava de governar, coisas que faltaram a Dilma Rousseff, que teve o mandato cassado por improbidade – pedaladas etc. e afundou o país com a sua incompetência administrativa, deixando o Brasil à beira da bancarrota, com mais de 13 milhões de desempregados e endividados, inflação alta, empresas quebradas, descredito da comunidade financeira internacional e com muita culpa na gestão fraudulenta da Petrobras, que deu grande prejuízo à empresa e seus acionistas.

Dilma e Aécio são políticos que os eleitores mineiros deveriam rejeitá-los. O país preciso de novos políticos para seguir novos rumos.

Aliás, Dilma jamais foi política. Ela teve o seu período de rebeldia subversiva comunista, mas tudo próprio do arrobo da juventude, que acha que pode resolver os problemas do mundo. Dilma nunca havia exercido um mandato político antes de Lula ter lhe estendido a mão, e deu no que deu. Lula certamente hoje deve ter muito arrependimento.

Dilma é muita esperta para tirar vantagem da coisa pública, pois sempre esteve mamando nas testas do Erário, exercendo cargos, sem concurso público, na administração pública estadual/RS e federal.

Mas a decisão é do eleitor mineiro de escolher quem ele bem quiser. Só que o eleitor deveria escolher para governar MG alguém que tenha competência administrativa, ilibada conduta e que não tenha sido alvo de cassação de mandato.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Começou a festa de candidatos às luzes da ribalta do poder


Balneário Camboriú terá quatro vereadores tentando voos mais altos na política. Vejam: André Meirinho (PP)-deputado estadual, Leonardo Piruka (PP)-deputado federal, Lucas Gotardo (PSB)-deputado federal e Roberto Souza Júnior (MDB)-deputado federal.

Trata-se sem dúvida de vereadores oportunistas em busca da continuação do cabide de emprego político. André Meirinho e Lucas Gotardo ainda nem bem esquentaram a cadeira de vereador e já estão de olho grande no poder. A verdade é que o salário e as benesses parlamentares fascinam quem não tem competência para se estabelecer aqui fora ou exercer com êxito as suas profissões de origem.

A política nacional está transformada em refúgio de oportunistas que só querem saber das luzes da ribalta do poder e tirar proveito da coisa pública. Agora, trabalhar em prol do bem-estar social e do país essa cambada de parlamentares, estufada de benesses, não é capaz.

Hoje, votar é perda de tempo. E só serve para dar emprego a mequetrefes travestidos de políticos.

Ao aceitarem interromper a vereança, os vereadores demonstram não ter nenhum respeito ao eleitor e ao cumprimento de mandato. Agem como se fossem donos dos mandatos denegrindo a imagem do Parlamento. Por isso, a substantiva desconexão da classe política com a sociedade, hoje ululante, leva o cidadão a proclamar que os partidos e os políticos não mais o representam.

Os referidos vereadores não são os únicos, no país, a desmoralizar o cumprimento de mandato. O Brasil está repleto desses políticos oportunistas de ocasião, cuja missão, no Parlamento, é desfrutar o cabide de emprego bem remunerado e tirar o máximo proveito da coisa pública.

A interrupção de mandato, além de ser estelionato eleitoral porque há uma ruptura nos compromissos de campanha, embora não seja crime, revela a pouca seriedade de elementos eleitos que hoje inundam o Parlamento nacional. Por isso, a sociedade tem de rifar, banir políticos trambiqueiros que interrompem o mandato e costumam dar uma banana ao eleitor.

A minha crítica representa, certamente, o sentimento da maioria da sociedade que está cansada de assistir à falta de compromisso e de respeito do político para com o eleitor.

A política é para ser exercida com toda a seriedade. O respeito ao voto recebido e o cumprimento integral de mandato são apanágios inarredáveis de parlamentares íntegros, sérios e responsáveis

Projeto água com açúcar

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú aprovou por unanimidade o Projeto 177/2017, do vereador Lucas Gotardo (PSB), que institui o Dia da Caminhada pela Valorização e Inclusão da Pessoa com Deficiência, denominado "Paraday".

Nada contra as pessoas com deficiências, pelo contrário, todas merecem o meu alto respeito e consideração, pois são seres iguais a todos nós.

Agora, a Câmara de Vereadores vir perder tempo e gastar dinheiro do contribuinte para aprovar projeto água com açúcar, é expor que há vereadores em demasia na instituição sem ter o que fazer.

Por isso, ficam inventado projetos descabidos, eleitoreiros e que apenas servem para compor o currículo do edil, que revela não ter capacidade de apresentar matéria de real interesse social e da cidade.

E vejam só o dislate: o projeto, que teve a aprovação da unanimidade dos parlamentares, condiciona que o "Paraday" só poderá ocorrer se houver possibilidade orçamentária e estrutural. Se não houver suporte não haverá festa. Trata-se de projetinho de m...

Por que também não instituem o dia da caminhada pela valorização e inclusão dos garis, das empregadas domésticas, dos vendedores ambulantes, dos pescadores artesanais, das prostitutas etc.?

A Câmara de Vereadores tem de revestir-se do manto da seriedade e terminar com esses projetinhos ordinários inexpressivos, que dizem respeito a homenagens, denominações de ruas e espaços públicos, concessões de títulos honoríficos, acréscimos de datas comemorativas no calendário municipal etc.

Ademais, está na hora de se reduzir a quantidade de vereadores em BC. Um município de pequena extensão territorial não precisa de tantas cabeças representativas. Representativas de para quê?

Ou o interesse pela vereança está na cobiça pelo cabide de emprego para aqueles que não têm competência de exercer alguma profissão aqui fora? Ou, se possuem competência, preferem o salário e mordomias da Câmara - por serem compensadores - a suar a camisa trabalhando no lado de cá?

Deveria ser alterada, no Brasil, a legislação para eleição da Câmara de Vereadores de municípios com menos 200 mil habitantes. O vereador só poderia ser eleito com mais 10 mil votos e o suplente não poderia ter menos de 5 mil votos. Hoje, qualquer punhado de votos leva ao Parlamento municipal oportunistas em busca do cabide de emprego. O vereador, autor do projeto água com açúcar, foi eleito com apenas 1.236 votos.

domingo, 29 de julho de 2018

Roseana Sarney e Flávio Dino disputam o capital eleitoral de Lula


A cretinice de políticos mequetrefes é uma constatação nacional. Em busca de seus inconfessáveis interesses são capazes até de se irmanar com o diabo para chegar ao poder, como se observa agora nos comportamentos de Roseana Sarney e Flávio Dino.

A política maranhense, com poucas exceções, é produto da velha e solerte corporação oligárquica que até hoje usou a política para tirar proveito da coisa pública sem se preocupar com a miserabilidade de seu povo e do fortalecimento estadual nas áreas da educação, saúde, segurança, moradia, infraestrutura básica de cidades onde os esgotos ainda correm a céu aberto.

Os novos políticos maranhenses pouco diferem da velha-guarda. A maioria demonstra não ter competência para exercer profissão na área privada e opta pela política como cabide de emprego e meio de desfrutar as luzes da ribalta do poder para descolar compensadores salários e múltiplas mordomias. E eis como exemplo o clã Sarney, eternamente mamando nas tetas da nação.

A sorte dessa corja velhaca é que a maioria do eleitor nacional não tem alfabetização suficiente para saber escolher e vota movido por promessas de receber compensações de toda a sorte, inclusive de dentaduras. E os resultados são os Tiriricas da vida e toda essa calhorda de engomadinhos, filhos de jurássicos políticos, em atividades nos legislativos nacionais.

Assim, somente eleitores parvajolas alienados, sem discernimento e decisões próprias, podem ser levados facilmente pelas lábias de políticos espertos para votar em candidatos, que se valem da imagem de uma liderança partidária, como Lula, para abiscoitar votos.

Ambos, Roseana Sarney e Flávio Dino, ao disputarem a imagem do ex-presidente Lula para alavancar as suas campanhas, protagonizam momentos caricatos e ridículos, característicos da velha maneira de se fazer política no Brasil.

O Maranhão é o exemplo de unidade federativa onde ainda persiste o maior índice de miséria do país. Mas isso não envergonha a sua classe política, que só pensa em usar o mandato para obter vantagens pessoais, favorecer com cargos públicos parentes e amigos, preparar terreno para reeleições ou a pleitos mais elevados etc.

Assim, é escandaloso e esquizofrênico o comportamento de Roseane Sarney e Flávio Dino ao disputarem o capital eleitoral do maior impostor da República, que foi legalmente condenado e preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Eleição e acordos partidários


A política de acordos partidários para satisfazer interesses e ganhar eleição é uma imoralidade que afronta e afasta o eleitor que tem posicionamento ideológico e político e que não quer ver o seu partido abraçado com agremiações sem identificação política e ideológica.

A profusão de partidos no Brasil é uma festa cara para o bolso de cada contribuinte. Para que tantos partidos, ou seja, para que serve esse cipoal de siglas partidárias sem nenhuma identificação política e ideológica que se verifica entre os seus membros? São tantos partidos que os políticos oportunistas, sem respeito eleitoral, estão sempre pulando de galho em galho em busca de outras agremiações.

Por exemplo, o Psol, nada mais é que um puxadinho do PT, com as mesmas ideologias e por onde desfilam ex-petistas como Luiza Erundina, Chico Alencar, Ivan Valente etc. Assim como é o PCdoB, que de comunista não tem nada, pois de corpo e alma o partido está sempre vestindo a camisa e empunhando a bandeira dos ideais petistas.

Essa brincadeira toda custa muito caro aos cofres do país. Se já não bastasse o Fundo Partidário, a casta política nacional - muita criativa para encontrar fontes de recursos para os seus deleites, e visando contornar a proibição judicial de pessoas jurídicas poderem fazer doações a candidatos - através do iluminado Congresso criou o Fundo Eleitoral no valor de 1,7 bilhões de reais, sacrificando recursos da área da saúde e da educação.

A alternativa plausível e mais econômica para um país de muita desigualdade social e da falta de investimento em educação seria a instituição da candidatura avulsa sem nenhuma vinculação partidária.

Neste momento de busca de votos pelos candidatos, é necessário dizer que a desconexão da classe política com a sociedade é um fato ululante. A classe política depois de eleita se esquece completamente da sociedade eleitoral e de seus compromissos de campanhas, não responde às demandas ou solicitações e só procura a sociedade em épocas de eleições. Por isso, muitos cidadãos brasileiros, cansados da enganação política, proclamam com razão que os partidos e os políticos não mais os representam.

Eleitores, não reelejam ninguém, não recambiem para o cenário político elementos que já cumpriram mandatos no Parlamento ou no Executivo. A oxigenação na política com novas cabeças pensantes é necessária. Política não é profissão e nem refúgio de incompetentes. O país precisa desatar o nó da corrupção que tem empobrecido principalmente a sociedade mais carente e impedido o desenvolvimento da nação.

Escolham candidatos de reputação ilibada e de boa formação cultural (curso superior completo). Não elejam ocupantes de cargos públicos que estejam atuando fora de suas áreas para as quais foram aprovados em concurso, pois estes são oportunistas em busca das luzes da ribalta do poder, das mordomias e dos altos salários.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Os políticos de toga desmoralizam o STF

Quando se espera que os ministros do STF sejam os primeiros a enobrecer a instituição, levando à sociedade uma imagem de tribunal sério, imparcial e comprometido, além de guardião da Constituição, em fazer justiça aos conflitos, em última instância, eis que a decepção faz perder a nossa esperança.

Para que serve uma decisão majoritária da Suprema Corte, independentemente do placar apertado, se alguns ministros desobedecem ao resultado do colegiado sobre a prisão em segunda instância? Ou o tribunal é uma Corte de mentirinha, de políticos de toga etc.?

Não é este o Brasil que queremos de impunidade aos políticos corruptos causadores do empobrecimento da nação e nem de tribunais superiores complacentes com os larápios da República.

Os três pilares da Lava-Jato, as prisões preventivas alongadas, os acordos de delação premiada e o cumprimento da pena após condenação em segunda instância, são ameaçados pelo trio da Segunda Turma do STF, conhecida como “Jardim do Éden”, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, que se especializaram em soltar presos e suspender ações de investigações. É por isso que o PT quer que o pedido de liberdade de Lula seja apreciado pela Segunda Turma.

Eis aqui algumas decisões decepcionantes perante a sociedade, protagonizadas pelo trio da Segunda Turma do STF: trancou uma ação penal contra um deputado do PSDB, manteve a liberdade de um operador financeiro do MDB, anulou a busca e apreensão no apartamento de uma senadora do PT, garantiu a liberdade de um ex-assessor do PP, absolveu a petista Gleisi Hoffmann e, na decisão mais imoral, concedeu a liberdade de José Dirceu, condenado a mais de 30 anos por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Essas decisões tendem a abalar as estruturas da Lava-Jato. Mas graças à posição minoritária do trio no plenário do STF, composto de onze ministros, podemos ver hoje preso o ex-presidente Lula, o ex-deputado Eduardo Cunha e saber que mais de 300 criminosos de colarinho branco já foram parar na cadeia.

Até o advento da Operação Lava-Jato, a bandidagem de colarinho branco abastada gozava de natural liberdade e impunidade por contratar bons advogados para postergar indefinidamente o cumprimento da pena, através de interminável lista de recursos, e tudo alicerçado no jargão jurídico de que ninguém será considerado culpado até o “trânsito em julgado”.

Ora, os exemplos de eficiência de punição dos criminosos de colarinho branco não podem ser ignorados em democracias, como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, que prendem os condenados na segunda instância e, em alguns casos, até mesmo depois de condenado em primeiro grau. E ninguém diz que esses países não respeitam o princípio da presunção de inocência.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

O audacioso habeas corpus para soltar Lula


A audácia do PT para libertar Lula já extravasou o limite da razoabilidade, da decência e da tolerância. Lula, à luz da Constituição Federal, deve ser tratado como qualquer condenado.

Portanto, a liberdade de Lula implica a imediata soltura dos demais presos, em obediência ao princípio constitucional da igualdade dos direitos. E se isso ocorrer, só resta ao país a pronta intervenção militar para restabelecer a ordem e prender toda essa corja que tenta denegrir o Estado Democrático de Direito.

Ainda não vivemos em estado de anomia ou de anarquia como pressupõem os saltimbancos e agregados petistas. Aqui ainda vige o respeito ao imperativo legal, não obstante a rebeldia do desembargador plantonista Rogério Favreto, bem como de alguns ministros do STF - Lewandowski, Toffoli e Gilmar Mendes - componentes da Segunda Turma do STF, os quais têm se comportado de forma antirrepublicana ao autorizar a liberdade de criminosos de colarinho branco, desrespeitando assim as decisões de segunda instância.

O comportamento do desembargador plantonista do TR4, Rogério Favreto, petista de carteirinha, ao receber e dar andamento ao pedido da liberdade de Lula sem que houvesse algum fato novo que justificasse o pedido, é de questionável lisura.

O seu plantão foi obra ardilosa de petistas desnorteados para lograrem êxito por caminhos sinuosos, pois até agora os empedernidos defensores de Lula só acumularam derrotas em cima de derrotas no Judiciário. Assim, os tiros do PT por volta do meio dia de domingo (8) foram apenas de festim, ou seja, fizeram muito barulho mas sem nenhum efeito.

Vejam o que disse o ex-presidente do STF, Carlos Velloso: “Um sujeito espera um juiz plantonista, ideal para impetrar um habeas corpus, um mandado de segurança, e ter a certeza da obtenção de uma liminar. Isso é velho conhecido na Justiça.”

A sociedade tem que ficar atenta para impedir que os indecorosos e traidores da República, travestidos de políticos sérios e honrados, não achincalhem a nação, desrespeitando a ordem jurídica a ponta de poder causar a sua instabilidade.

O país é muito maior do que a arrogância ensandecida de uma liderança partidária, legalmente condenada e presa, que devia se manter silenciosa na cadeia.



Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

quarta-feira, 27 de junho de 2018

As decisões vergonhosas do STF e o comportamento de seus ministros


Jamais o STF foi tão desmoralizado por decisões polêmicas prolatadas pelo grupo petista de carteirinha, Lewandowski e Toffoli, pelo político de toga Gilmar Mendes, bem como pelo filhote de Fernando Collor, Marco Aurélio Mello, que declarou, recentemente, a uma emissora portuguesa que a prisão de Lula é ilegal.

Vejam, habeas-corpus, no país, virou artigo de balcão – tal é a profusão - para a quadrilha política, que gozava de impunidade até o advento da condenação em segunda instância, que veio corrigir a jurássica regra de as prisões só poderem ocorrer após o esgotamento de todos os recursos possíveis, o que, na prática, representava a impunidade para quem dispusesse de bons e bem remunerados advogados.

1. A Segunda Turma do STF. Coitado do ministro Edson Fachin! Tirante o ministro Celso de Mello, Fachin está no centro de uma armadilha de toga do STF, montada pelo trio Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, cuja missão é abrir a porta da cadeia para que todos os corruptos de colarinho branco e de preferência petistas possam ficar em liberdade. Por que também o trio não manda soltar Fernandinho Beira-Mar? Por quê?

Nesta terça-feira (26), por 3 votos a 1, a Segunda Turma concedeu a liberdade de José Dirceu, condenado em processo da Operação Lava-Jato a 30 anos de prisão. Sem esquecer também que, na terça-feira (19), a mesma Turma absolveu, por 3 votos a 2, a senadora petista Gleisi Hoffmann. Assim, a segunda turma do STF se especializou em conceder salvo-conduto a bandidos políticos. Uma vergonha!

Até meses atrás ninguém estava preocupado com o tema da execução de penas após julgamento em segundo instância. Foi só o TRF4 confirmar a condenação de LULA para o casuísmo vir à tona e por tabela aflorar o questionamento da prisão de outros indecorosos deliquentes políticos presos.

A verdade é que o Brasil não pode ficar refém de três ministros da Segunda Turma, que se autoconsideram, por suas atitudes, defensores da liberdade de bandidos políticos.

2. A prisão de Lula. Já se tornou uma grande palhaçada a recorrência ensandecida de advogados do PT para conseguir a liberdade de Lula, legalmente condenado e preso. A ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, não devia pautar mais data de julgamento aos pedidos de advogados de Lula. Julgar o quê? Se o corrupto Lula está preso legalmente!

O PT, por acaso, está sensibilizado com a situação dos vários presos que tiveram as suas respectivas sentenças corroboradas por decisões colegiadas? Todos são iguais perante a lei, e Lula não é melhor e nem mais especial do que ninguém.

3. O ministro Marco Aurélio Mello. Em entrevista à emissora portuguesa RTV, o ministro declarou que a prisão de Lula é ilegal por violar a Constituição brasileira. Trata-se, como se observa, de declaração irresponsável e sem ética, que atinge o tribunal do qual o próprio Marco Aurélio faz parte.

Marco Aurélio, além de se comportar como advogado de defesa de Lula, achincalha a instituição e está a dizer que o sistema jurídico brasileiro é uma fraude. Portanto, está criada uma crise institucional, que carece de pronta intervenção da presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia.

Ora, seja qual for o resultado majoritário de uma decisão do STF, ele deve ser, democraticamente, respeitado e acatado por todos os ministros. Marco Aurélio se esquece de que é componente de um colegiado e como tal não pode sair por aí a criticar as decisões da instituição, só porque teve o seu voto vencido pela maioria de ministros.




sexta-feira, 22 de junho de 2018

O Rio de Janeiro sob o controle das facções criminosas, até quando?


Mais uma inocente vítima morre em consequência do estado de insegurança por que passa o Rio de Janeiro. Agora foi o adolescente Marcos Vinícius da Silva, de 14 anos, baleado durante tiroteio no Complexo da Maré, onde houve protestos de moradores, ataques a ônibus, confronto com policiais e interdições de avenidas importantes.

Deveria ser decretado pelo Congresso Nacional por solicitação do presidente da República o estado de sítio no Rio de Janeiro, para os miliares cumprirem as suas missões.

A intervenção federal na segurança pública do Rio – uma espécie de quase estado de defesa – não tem dado o efeito desejado e está desmoralizando o trabalho do Exército, que fica amordaçado sem poder agir com desenvoltura e eficácia sobre a macrodelinquência dos traficantes e congêneres.

O que estão esperando para sustar os tiroteios diários e a mortandade de cidadãos inocentes no Rio? Até agora as medidas tomadas não surtiram efeito, pois a escalada da criminalidade imposta pela bandidagem continua a sufocar a paz de seus cidadãos.

Gostaria de ver morando nas favelas e periferias pobres do RJ – Presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados e demais pessoas do alto escalão da Republica – porque, certamente, já se teriam tomado medidas mais contundentes contra as facções criminosas instaladas no Rio.

A partir da redemocratização brasileira, o cidadão perdeu completamente o ambiente de segurança de que desfrutava. E os defensores dos Direitos Humanos têm parcela de culpa nas ocorrências criminais no Rio e no país, pois protegem demais os direitos de bandidos.

Quando a polícia age com energia, em defesa da sociedade, logo surge um hipócrita “direitista humano” para censurar a atuação policial. Por outro lado, é inadmissível e causa perplexidade que bandidos, de dentro da prisão, controlem presídios e deem ordens para que sejam perpetradas ações criminosas aqui fora. O Brasil precisa urgentemente de uma nova ordem superior para resgatar a paz e a moralidade do país.

É muito difícil esperar solução de um Congresso Nacional com a maioria de seus membros encalacrada na Justiça. Temos hoje um Congresso Nacional polarizado. De um lado, aqueles que só tratam da defesa do presidente da República, Michel Temer, também enrolado na Justiça. Do outro, os petistas e agregados defendendo a libertação e a candidatura de um corrupto, legalmente condenado e preso. Enquanto isso, os problemas graves sociais de segurança pública são relegados ou tratados com menoscabo.

Nós, que pagamos impostos, exigimos segurança pública no país. Associar a escalada da bandidagem à falta de oportunidades de trabalho é uma desculpa que deve ser responsabilizada à classe política e aos governos, que empregam muito mal o dinheiro do contribuinte.

Vejam os gastos astronômicos para manter a ilha da fantasia Brasília, onde o Congresso Nacional, inchado, inoperante e repleto de mordomias, consome rios de dinheiro, que deveriam estar sendo mais bem empregados em educação. Sem esquecer também que muitos políticos se locupletam do dinheiro da nação, como ficou demonstrado na Lava-Jato. E a condenação e prisão dos corruptos Lula e Sérgio Cabral é a prova cabal do enriquecimento ilícito de políticos.


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Novo pedido de liberdade do LULA

“O presidente da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, incluiu na pauta do colegiado da próxima terça-feira, dia 26 de junho, um novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.”

Se Lula obtiver a liberdade, com o beneplácito do STF, estará decretado o estado de anarquia no Brasil, e a intervenção militar se fará necessária.

Por outro lado, caso a liberdade do Lula se efetive, a equidade de tratamento deve ser extensiva, por exemplo, a Fernandinho Beira-Mar e a todos os demais condenados e presos. Pois, no mundo dos absurdos, não poderá haver exceção.

Ora, Lula está preso legalmente. Lula não foi condenado e preso por nenhum tribunal de exceção. Lula está preso porque cometeu delito.

Ninguém e nenhum partido político podem desafiar as decisões Judiciárias. O que está ocorrendo no país, onde as regras são afrontadas por um partido que pensava que podia virar a nação de cabeça para baixo e ficar no poder por muito tempo, é muito grave.

Não se tem noticia, na história política nacional, da ousadia de um partido em tentar afrontar as regras do Estado Democrático de Direito para conseguir a liberdade de um correligionário legalmente preso e enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Ainda não vivemos em estado de anomia. Aqui não é uma republiqueta bolivariana. A lei é igual para todos e sem exceção. Bandidos de colarinho branco ou qualquer transgressor devem ser tratados da mesma forma.

Se o STF conceder liberdade ao Lula, chancelará a sua desmoralização. Assim, espera-se que os petistas de toga, no STF, Lewandowski e Toffoli, respeitem a decência republicana e não apequenem a grandeza da Suprema Corte, o último bastião da moralidade.

terça-feira, 19 de junho de 2018

A delirante pretensão da candidatura de Lula


É delirante a pretensão de quem alimenta expectativa de que um condenado e preso legalmente pela Justiça, portanto, ficha suja, seja registrado no Tribunal Eleitoral como candidato à presidente da República. Se Lula pode, por que Fernandinho Beira-Mar, por exemplo, também não pode ser candidato? O ministro do STF, Gilmar Mendes, disse que a condenação de Lula é quase uma inelegibilidade aritmética.

Somente parvajolas aceitam o discurso de que Lula faz falta ao país. Quem faz falta ao país são os estudiosos, os educadores, os cientistas, os cidadãos honrados e sem laivos de corrupção.

O Brasil não deseja ser novamente governado por um partido que quase quebrou o país. Lula até conseguiu realizar um bom trabalho em seu primeiro governo, mas graças ao Plano Real que ele encontrou aqui plantado e cujas árvores floresceram e produziram bons frutos no governo do PT.

Mas depois que Lula e Dilma quiseram inovar, deu no que deu: retorno da inflação, empresas quebradas, mais de 13 milhões de desempregados e endividados, descrédito na comunidade financeira internacional, a Petrobras saqueada, enfim, o PT deixou o país à beira da bancarrota. E por incrível que pareça, o governo atual do MDB, que também não vale um vintém, já conseguiu em pouco tempo domar a economia brasileira.

O Brasil precisa ter comportamento de país que respeita o Estado Democrático de Direito, como princípio estabelecido no artigo primeiro da Constituição Federal.

O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso de acordo com as normas penais brasileiras, não pode ter tratamento diferenciado em relação a qualquer outro presidiário. A Constituição é muita clara ao proclamar que todos são iguais perante a lei, logo, ninguém pode ser tratado com excepcionalidade.

"A inelegibilidade depois de uma condenação em segundo grau talvez seja uma das poucas certezas que a gente tenha em relação à Lei da Ficha Limpa. A não ser que se consiga a suspensão da condenação no âmbito penal, a pessoa está fora do processo. A condenação é quase que uma inelegibilidade aritmética", afirmou o ministro Gilmar Mendes, acreditando que o ex-presidente Lula não consiga concorrer em 2018 devido a sua condenação na Lava-Jato.

Assim, embora a legislação brasileira permita que qualquer cidadão realize pedido de registro de candidatura, seria um grande desrespeito e uma afronta ao Estado Democrático de Direito, como se aqui vivêssemos em estado de anomia ou de anarquia, a materialização da candidatura de um elemento condenado e preso.

Portanto, o povo brasileiro não deve permitir, assim como o Legislativo e o Judiciário, que a Lei da Ficha Limpa seja desrespeitada por quem quer que seja.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

A FILA SE MEXEU NO STF

Todos os criminosos políticos, que desdenhavam da Justiça, cometeram o grande equívoco ao não acreditar que um dia ela poderia bater às suas portas. E a Lava-Jato veio para sacudir a Justiça brasileira. Odiada por políticos corruptos, mas saudada pela maioria da população brasileira, a Lava-Jato é o marco de uma nova era na caçada aos malfeitores políticos brasileiros.

Pois é, e a fila se mexeu. O STF condenou a 13 anos e nove meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro o deputado Nelson Meurer, o primeiro parlamentar dos mais de 200 encalacrados na Operação Lava-Jato.

E a próxima a ser julgada, neste mês de junho, será a impoluta e desafeta do juiz Sérgio Moro, a senadora Gleisi Hoffman, acusada de ter recebido 1 milhão de reais de propina oriunda da mesma fonte ilegal que abasteceu as contas de Nelson Meurer.

Todos aqueles políticos solertes que se abeberam de fontes ilícitas e que mascaram os seus malfeitos devem pagar por seus erros na Justiça.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Se a paralisação dos caminhoneiros era ilegítima, por que o governo cedeu?


O governo Michel Temer com os seus erros está  dando chances ao assanhamento do moribundo PT, que deixou o país à beira da bancarrota e a Petrobras endividada.

O governo em vez de enxugar o excrescente gasto nos Três Poderes, para subsidiar a economia nacional,  preferiu solver a dívida da Petrobras onerando a despesa dos transportadores da produção nacional, bem como dos consumidores, com os sucessivos abusos de aumentos de preços dos derivados de petróleo, com reflexos negativos no bolso de todos.

Trata-se de governo fraco, insensível e que revelou incompetência ou má vontade de negociar tempestivamente com os  representantes  dos caminhoneiros, que já davam sinal  insatisfação. Portanto, o governo, ao subestimar a força da categoria, assumiu a responsabilidade de indenizar  aqueles  que foram prejudicados com a paralisação.

Se  a paralisação dos caminhoneiros fosse injusta, ilegal ou uma ação deliberada para desestabilizar a autoridade do presidente da República, o governo não deveria ter cedido em nada. Se cedeu é porque reconheceu o seu erro, ficando, assim, desmoralizado.

Desta forma, sem outra intervenção  para (1) botar ordem no país; (2) fazer uma varredura nessa cambada política e punir com rapidez os larápios da República; (3) sacudir o Congresso Nacional repleto de corruptos; (4) mudar a forma de preenchimento dos membros do STF; (5) desinchar os gastos dos Três Poderes etc.,  a eleição do novo presidente da República não  vai adiantar nada.

O país está doente e precisa urgentemente de um remédio amargo. Ninguém de sã consciência deseja governo militar, mas a situação em que está o país requer um governo de pulso, de ordem e progresso nem que seja por pouco tempo.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Diga não à reeleição política

Um dos braços da corrupção é a reeleição política. A reeleição política e o voto obrigatório são dois institutos da política que têm causado muito mal ao país. A reeleição é a consagração da mesmice que não consegue apresentar propostas positivas para serem aprovadas em um mandato.

A reeleição significa para muitos a continuação do cabide de emprego político bem remunerado e para outros abonados, a glória de participar das luzes da ribalta do poder.

A política precisa de constante renovação, de oxigênio novo. Política não é profissão como muitos oportunistas e vivaldinos pensam. Ninguém é insubstituível na vida ou na política, senão Deus, que no dizer de Rui Barbosa é a chave inevitável do Universo.

Muitos políticos que se consideravam insubstituíveis, hoje jazem nos cemitérios sem que a política ou a sociedade tenham sentido as suas faltas. Ademais, país nenhum parou pela perda de seus políticos.

Em época ou proximidade de eleições, é comum ouvir-se de candidatos a velha tática de convencimento de que em democracia a única maneira de promover mudanças é através do voto e que será um enorme desserviço anular ou se abster de exercer esse direito.

É compreensível a busca do candidato pelo voto. Mas é um direito do cidadão, que não acredita mais na classe política, por óbvias razões, de não votar em ninguém, anulando o seu voto. E nem por isso esse cidadão, que paga imposto para cobrir a despesa do inchado e inoperante Congresso Nacional, estará impedido de criticar os malfeitos de qualquer político, quando necessário.

A Constituição brasileira, elaborado por políticos espertos, cometeu o grande equívoco democrático ao considerar o voto uma obrigação de todos. A Constituição já nasceu ao sabor do interesse do político solerte de se eternizar no poder. Ora, democracia não combina com o autoritarismo da obrigação de votar, pois isso é próprio da natureza de regimes antidemocráticos. Portanto, em democracia o voto deveria ser facultativo.

No Brasil, o voto obrigatório tem se constituído justamente no vetor principal e responsável pela eleição e reeleição de Parlamento e Governos fracos, formados por muitos elementos de condutas não ilibadas e sem preparo adequado para o exercício de mandatos. E a quantidade de políticos encalacrados na Justiça, cassados e condenados é a prova irrefutável de nossa observação. E a culpa é do incauto e semianalfabeto eleitor, que se deixa levar pela ideia do voto obrigatório e escolhe qualquer candidato de boca de urna ou que lhe tenha prometido alguma ajuda. E os Tiriricas da vida estão aí para confirmar.

Se quisermos mudar a política do ambiente de acordos espúrios, de compadrios, de fisiologismo e de mandatos quase vitalícios, é necessário que o eleitor aprenda a escolher melhor os candidatos, a não reeleger ninguém e a não recambiar para o cenário político elementos que já cumpriram mandatos no Parlamento ou no Executivo.

Como se pode continuar a acreditar nos políticos brasileiros se eles dão mostras evidentes de que vão para o Parlamento ou para o Governo, não para trabalhar pela nação, mas sim imbuídos, lamentavelmente, de tirar vantagem da coisa pública? Muitos parlamentares se aposentam(até precocemente) pelo Legislativo Federal, levando consigo polpudas prebendas; outros, como os senadores, ex-senadores e familiares consideram tudo “legal” e não questionam a imoralidade de desfrutar do Plano de Saúde gratuito e vitalício do Senado Federal, uma indecência custeada por cada contribuinte nacional, que afronta os Artigos 5º e 37 da Constituição Federal; e sem esquecer também daqueles ex-governadores e pensionistas que mamam nas tetas do Tesouro Estadual subsídios vitalícios por terem exercidos mandatos de governador.

De acordo com a senadora Ana Amélia (PP-RS), as soluções para os problemas do Brasil passam pela política. De fato, as soluções, infelizmente, passam pela política por ser este o caminho constitucional estabelecido. Mas os resultados têm sido catastróficos diante de um quadro político em que, segundo o Congressoemfoco, mais da metade do Senado e um em cada três deputados federais estão enredados na Justiça.

Enquanto não for feita uma ampla reforma política, não a fabricada dentro dos gabinetes ao sabor dos interesses partidários e políticos, para mudar o nosso ultrapassado sistema, por exemplo, do voto obrigatório e da reeleição, e introduzir a candidatura avulsa sem vinculação partidária e o voto distrital puro, as sucessivas eleições não produzirão o efeito desejado. E, dessa forma, continuarão sendo eleitos e reeleitos elementos inescrupulosos mais interessados no cabide de emprego, nas luzes da ribalta do poder e em defender interesses pessoais e de grupos que representam.

Portanto, quando vejo a reeleição de um político, eu enxergo o país cada vez mais em retrocesso, ou seja, a mesmice sendo reeleita para não fazer nada.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Governo subestimou a paralisação dos caminhoneiros


Governo nenhum deve subestimar as reinvindicações ou as reclamações da sociedade civil e empresarial. Por outro lado, a vida da sociedade e os meios de produção internos, que precisam de combustível derivado do petróleo, não podem ficar sujeitos à oscilação da política da Petrobras, atrelada ao mercado internacional de commodities, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo.

O consumidor brasileiro precisa ser respeitado pelas políticas governamentais. E, portanto, a vida do consumidor brasileiro não pode ficar sujeita às variações do mercado de commodities.

O Governo tem que respeitar a capacidade de endividamento da sociedade, principalmente a classe assalariada, e não permitir que a Petrobras, para resolver os seus déficits por políticas malsucedidas, fique majorando o preço dos combustíveis, criando um ambiente de desconforto e embaraço para a economia nacional e para a sociedade.

Governo anuncia acordo com entidades para suspender greve por 15 dias

Governo anuncia acordo com entidades para suspender greve por 15 dias

Os três patetas - Marun, Padilha e Eduardo Guardia - que não tiveram habilidade de abortar a deflgração com diálogos e atendimentos das justas reivindicações dos caminhoneiros.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

A justa paralisação dos caminhoneiros


O atrelamento do combustível ao mercado internacional é bom para a Petrobras, mas um desastre para a economia interna nacional.

A produção brasileira dependente do combustível fóssil não pode se desenvolver com a atual política governamental da Petrobras. Essa gangorra do preço do combustível, ora acima, ora abaixo, só prejudica a sociedade com a forçosa elevação dos preços dos alimentos e demais mercadorias, e isso já vem produzindo efeito no bolso dos consumidores.

A solução de aumentar a carga tributária para amenizar o custo do combustível é uma medida política perversa diante de um país onde o imposto é um dos mais altos do planeta e não se vê retorno dele em serviços públicos de qualidade.

O governo tem que cortar os gastos da máquina pública nos Três Poderes, mas não corta, e subsidiar quem produz, em vez de acenar com aumento de impostos para neutralizar a perda da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) incidente sobre o óleo diesel.

Assim, estão certos os caminhoneiros com o movimento de paralisação. Quem transporta alimentos e demais mercadorias para o crescimento do país não pode ser penalizado com a constante majoração de preços dos combustíveis. E por outro lado, a sociedade e demais empresários e empreendedores, que precisam do combustível fóssil para trabalhar, não podem ser prejudicados por políticas perversas de sustentação da Petrobras.

Sai governo e entra governo, mas a situação brasileira continua a mesma: a população é sempre chamada para pagar a conta do custo Brasil. Uma vergonha!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Pifou o ribombar ameaçador do Lulapetismo


A proeminência do desespero que tomou conta do Lulapetismo, com a prisão de sua referência máxima, contrasta melancolicamente com aquela pseudobravura que o Lulapetismo exibia de que o país ia parar, caso Lula fosse preso. O país não parou, o “exército bravateiro de Stédile” pifou e a Justiça mandou Lula para a cadeia.

Com o pífio efeito do ribombar ameaçador da trupe mambembe Lulapetista, o PT não se conformou e foi bater de forma recorrente às portas da Justiça, onde reiteradamente foi derrotado. E malcontente com o Judiciário brasileiro, fez ameaças vexaminosas de apelar a cortes internacionais, como se aqui não vivêssemos em pleno Estado de Direito, com as instituições funcionando normalmente.

Agora, o Lulapetismo, desnorteado, quer por quer considerar Lula um preso político. Ora, Lula não é um preso político, porque não existe “crime político” nem aqui e nem em nenhum lugar de regime democrático. Lula não foi perseguido e está preso porque cometeu crimes previstos no Código Penal brasileiro.

Qualquer homem público é igual a qualquer homem comum, diante da lei. Quem cometer crime, após o devido processo legal que comprove a culpabilidade, será condenado, como foi Lula mandado para a prisão.

O Lulapetismo queria, mas não conseguiu, transformar Lula em eminência sobrenatural inatingível.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

STF DETERMINA QUE LULADRÃO PERMANEÇA NA PRISÃO

Por cinco a zero, a segunda turma do STF decidiu que LULADRÃO deve permanecer preso, para desespero da madame do PT, Gleisi Hoffmann, e demais vira-latas petistas.

Trata-se de decisão corretíssima a uma prisão legalíssima. Agora, a LULADRÃO só resta recorrer ao Diabo, pois a Deus ele não vai conseguir nada.

Pau que bate em Marcos Valério, Eduardo Cunha, Palocci e Fernandinho Beira-Mar é o mesmo que bate em LULADRÂO, por que não? A lei é igual para todos.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

O contribuinte continua sustentando Plano de Saúde do Senado e pensões de ex-governadores


Neste Brasil de desigualdade, a classe política sempre quer tirar vantagem e isso que ela é eleita para servir à sociedade e ao país.

Enquanto a sociedade se mantiver em estado de letargia, não se preocupando como o seu dinheiro está sendo usado sorrateiramente pelos políticos, estes continuarão se locupletando e a população carente, cada vez mais, esquecida na pobreza.

Pois bem, muita gente não sabe como o dinheiro do Tesouro Nacional é mal empregado, ou se sabe não se preocupa, mas está sempre reclamando da alta carga tributária do país. Trato aqui de duas situações absurdas de gastos com políticos e ex-políticos, que considero um acinte aos contribuintes e um desrespeito à população necessitada.

1. Plano de Saúde gratuito e vitalício de senadores, ex-senadores e familiares.

Em 24/06/2012, o Estadão publicou excelente matéria informando que os senadores têm planos de saúde com mais privilégios entre os Poderes. E que benefício vitalício e sem restrição pago pela Casa atende até a familiares de suplentes que ocuparam cargo por no mínimo seis meses.

A reportagem do Estadão é atualíssima porque persiste a indecência do Plano de Saúde do Senado Federal aos senadores, ex-senadores e familiares, de forma integral, vitalícia e gratuita, cuja concessão afronta os artigos 5º e 37 da Constituição Federal, bem como o respeito aos contribuintes brasileiros.

2. Pensão Vitalícia de ex-governadores.

Como se explica a continuação da imoralidade do injusto pagamento de pensão vitalícia a ex-governadores, não prevista na Constituição Federal e ainda existente em muitos estados da federação? É uma vergonha que um mandato de governador de apenas quatro anos dê-lhe direito a uma prebenda vitalícia. E o absurdo é tão enorme que, em Santa Catarina, o deputado estadual Leonel Pavan, que exerceu a governança estadual por apenas oito meses, hoje embolsa polpuda aposentadoria de ex-governador. Isso se explica pela deformação de caráter do político que confunde o público com o privado, vota leis em seu favor, e só quer tirar vantagem da coisa pública.

A verdade é que a corrupção corrói a dignidade dos políticos nacionais, com raras exceções, pois só querem levar vantagem. Fingem-se de homens públicos dignos, retos, honestos, honrados e responsáveis com a res pública, mas não passam, a maioria, de safadões, parlapatões, escroques e larápios da República.

Esses fingidos homens públicos são os que votam as leis do país ao sabor dos seus interesses solertes e que sempre estão se apresentando como candidatos nas reeleições, inclusive para presidente do país.

O trabalhador brasileiro honesto e que não vive das benesses políticas, ou é atendido no SUS, ou paga de seu bolso plano de saúde para ele e família. Mas os safados do Senado Federal não se envergonham de desfrutar, sem terem contribuído com um só centavo, de assistência médica e hospitalar integral, vitalícia e gratuita, inclusive para pagar serviços ocorridos no exterior.

Esses excrescentes gastos com o dinheiro público, isto é, dos contribuintes, só existem porque não temos uma Justiça capaz de impedir tais imoralidades.

Júlio César Cardoso

terça-feira, 1 de maio de 2018

Tragédia anunciada no centro de São Paulo


Prédio de 24 andares, pertencente à União e ocupado por invasores, desaba em incêndio no centro de São Paulo. Uma tragédia anunciada que a prefeitura, por incompetência e negligência, não soube evitar.

Administrar uma cidade requer acima de tudo competência e responsabilidade. Ser político apenas ou portador de alguns cursos acadêmicos não credencia quem não tem experiência administrativa. E o resultado desses engomadinhos à frente da administração pública já é bastante conhecido.

Muitos prédios abandonados da União, dos estados e municípios existem pelo país afora sem que as autoridades tomem medidas preventivas para impedir tais ocorrências. No entando, quando ocorre um fato como o de São Paulo, geralmente o responsável pelo patrimônio público tenta tirar o corpo fora com evasivas as mais estultas, como agora se ouviu do atual prefeito de SP, Bruno Covas: “Não cabe à prefeitura retirar as pessoas do local. O pedido de reintegração de posse tem quer ser feito pelo dono do prédio.”

Mesmo que os invasores não permitissem, a prefeitura tem a responsabilidade de fazer a vistoria no prédio, visando a preservar a vida de seus habitantes, bem como a integridade física e funcional do imóvel, para que não ocorresse fato da espécie, com sensíveis prejuízos também aos proprietários de imóveis da circunvizinhança atingidos pela tragédia.

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) disse em nota que o prédio não estava na programação de vendas de imóveis da União. "Ao contrário, ele foi cedido provisoriamente pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU/MP) à prefeitura do município de São Paulo, em 2017, e a previsão é que seria utilizado para acomodar as novas instalações da Secretaria de Educação e Cultura de São Paulo". Portanto, como cessionária, a prefeitura tem sim responsabilidade pelo ocorrido, por negligência ao não vistoriar, como devia, o prédio.

Ora, em caso de resistência dos invasores à vistoria, a prefeitura deveria ter pedido autorização judicial para procedê-la, o que, certamente, não seria negado, pois se tratava de medida profilática para garantir o perfeito estado de preservação física do imóvel e de sua habitabilidade. Não procedendo dessa forma, a prefeitura errou e, portanto, deveria ser penalizada, ela e a União por ser dona do imóvel, a indenizar aqueles que sofreram prejuízos.

Assim, carece de sustentabilidade a evasiva do prefeito Bruno Covas de que “ A prefeitura fez o limite do que poderia fazer. Não podemos obrigar as pessoas a sair”. Com efeito, ninguém pode obrigar os invasores a sair sem o devido processo legal, mas com uma autorização judicial nas mãos, a prefeitura poderia perfeitamente ter procedido à vistoria e evitado toda essa tragédia.

A tragédia de SP serve para reflexão acerca do abandono dos prédios públicos, no país, suscetíveis a invasões de sem-teto e correlatos. Os prédios públicos jamais poderiam ficar ociosos, abandonados e se deteriorando, pois ali está aplicado o dinheiro dos contribuintes. Se o prédio público não tem mais finalidade, seja por envelhecimento e deterioração ou por não interessar mais ao patrimônio, a sua alienação pública deveria ser imediatamente autorizada.

Por outro lado, enquanto um prédio público estiver sob a responsabilidade do poder publico, este jamais poderia negligenciar o seu dever de proteção ao imóvel, sob pena de punição dos funcionários responsáveis e governos.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Tiros e perturbação dos acampados pró-Lula

Em outro país de ordem e respeito, Lula estaria incomunicável e expiando a sua devida pena sem emitir opinião, pois, à luz da Constituição Federal, Lula é apenas um preso comum igual aos demais condenados.

Está havendo muita tolerância do Judiciário com a prisão de Lula, fato jamais observado em relação aos demais presos nacionais. Lula já deveria estar em isolamento no presídio de Pinhais. Por que até agora ele continua na carceragem da Policia Federal e incomodando?

Os seus advogados e parlamentares partidários e da base de apoio precisam sofrer veemente advertência do Judiciário por suas investidas acintosas contra a ordem jurídica que condenou Lula.

Por outro lado, a espetacularização promovida até agora pela ré Gleisi Hoffmann e asseclas, contra a referida prisão, tem que ser energicamente sobrestada pela Justiça. Aliás, a ré Gleisi Hoffmann, novamente denunciada pela Procuradoria Geral da República pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, deveria ser responsabilizada criminalmente pelas últimas ocorrências nos acampamentos de grupos ociosos pró-Lula, em Curitiba, por ser ela a principal incitadora dessa corja de vagabundos que não têm o que fazer.

O Brasil merece respeito e não pode ser desmoralizado por sectarismos de esquerda, flagrados em corrupção pela Lava-Jato, que tentam achincalhar e desafiar o Judiciário.

Assim, causa perplexidade a prefeitura de Curitiba instalar banheiros químicos para os acampados, como se isso fosse de sua obrigação. Está tudo errado.

A prefeitura municipal de Curitiba, o governo estadual e as demais autoridades judiciais e policiais falharam ao permitir o acampamento desses intrusos desocupados, que estão causando transtornos à vida das circunvizinhanças. Por que os acampados ainda não foram evacuados?

sábado, 28 de abril de 2018

João Dória e o estelionato eleitoral

Não tem jeito mesmo. Mudam os políticos, mas as práticas viciadas e de desrespeito eleitoral continuam. Com raras exceções, o político brasileiro não vale um vintém. Faltam-lhe escrúpulo, dignidade, ética e moralidade para com o eleitor.

Ora, que grande safadão é o ex-prefeito João Dória! Interrompeu precocemente o mandato para alçar a voos mais ambiciosos, sem consultar o seu eleitor. Claro que o fato não é nenhuma novidade, pois José Serra procedeu da mesma forma. A política não pode continuar sendo um autêntico balcão de negócios para atender a conveniências particulares de políticos.

O ex-prefeito João Dória deveria ter um mínimo de respeito ao instituto do voto, ou seja, ao eleitor, que elege um cidadão para o cumprimento de mandato até o fim. Lembrando ao senhor Dória que estelionato eleitoral é imoral e somente os políticos biltres desrespeitam o voto recebido.

Mas em época de eleição, os candidatos se apresentam ao eleitor, como cordeirinhos desmamados, para pedir por amor de Deus o seu voto. Porém, depois de eleitos, costumam dar uma banana ao eleitor como se não lhe devesse nenhuma satisfação, e largam o mandato. Como se observa, trata-se de políticos imorais, irresponsáveis e, portanto, desmerecedores de consideração da sociedade.

Se o eleitor fosse mais politizado e responsável não deveria votar em político moleque, que comete estelionato ao interromper o seu mandato.

É por isso que a nossa política, entre outras coisas, é esta pouca-vergonha.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Essa turma pensa que pode peitar o Judiciário


Parlamentar não pode exercer advocacia enquanto está na função legislativa, seja a favor ou contra os interesses do Estado. Com esse entendimento, a juíza federal Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou nesta segunda-feira (23/4) que o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) fosse reconhecido como advogado do ex-presidente Lula.

Inconformado, o suplente de deputado reagiu assim: “Essa juíza me proibiu de entrar na condição de advogado do presidente Lula. Então, vou impetrar o mandado para assegurar a minha prerrogativa de visitar meus clientes”.

Damous se faz de idiota e tenta dar um carteiraço na Justiça. O suplente de deputado sabe que em qualquer presídio existe regra para visitação do preso. Lula é um preso comum à luz da Constituição Federal. Ele não pode ter tratamento que não seja igual aos demais apenados do país.

O PT tenta espetacularizar a prisão de Lula sob a deformação ótica de crime sem prova e de preso político, em flagrante desrespeito ao Poder Judiciário, cujas decisões as pessoas civilizadas acatam, não obstante possam não concordar com elas.

Ao contrário do suplente de deputado e de outros parvajolas petistas e comunistas que ameaçam processar a responsável juíza Carolina Moura Lebbos, quem deveriam ser processados seriam Wadih Damous e todos aqueles políticos mequetrefes que insistem no despautério da tese da condenação sem prova e de preso político.

A juíza merece todo o nosso respeito, pois o exercício parlamentar é incompatível com o concomitante trabalho advocatício, por óbvias razões. O parlamentar não pode se ausentar do Parlamento, em qualquer tempo, para ir dar assistência ao um cliente. É a mesma coisa que um parlamentar médico ter de interromper o seu horário no Parlamento para ir ao hospital fazer uma cirurgia.

Essa turma petista e comunista - que pretendia eternizar, no país, a corrupção para fins de locupletamento, abortada e comprovada pela Lava-Jato - precisa tomar uma drástica lição não só do Judiciário. Para isso, a volta dos militares é necessária.