sexta-feira, 17 de abril de 2026
O PT e o Impasse da Pobreza no Brasil
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Moraes barra acesso irrestrito de irmão de Michelle à casa de Bolsonaro
Certíssimo. Para visitar preso, precisa-se de autorização judicial. Prisão, mesmo domiciliar, não é Casa de Mãe Joana.
terça-feira, 14 de abril de 2026
A Farra das Emendas Parlamentares e a urgência de Reformas Constitucionais
- Supervisão obrigatória pelos Tribunais de Contas – TCU e TCEs: Nenhum recurso oriundo de emendas seria liberado sem prévia análise e autorização dos tribunais.
- Auditoria de notas fiscais e recibos: Todos os documentos emitidos pelos prestadores de serviços contratados com recursos de emendas deveriam ser auditados, garantindo transparência e rastreabilidade.
- Direcionamento exclusivo para projetos sociais e estruturais: As emendas só poderiam financiar serviços e obras de interesse coletivo, como saúde, educação, saneamento e infraestrutura, vedando gastos com eventos festivos, atividades privadas ou religiosas.
- Cadastro nacional de prestadores de serviços: Empresas contratadas com recursos de emendas deveriam estar registradas em um sistema nacional, sujeito a fiscalização contínua, evitando o uso de empresas fantasmas.
Aos parlamentares que pressionam pelo impeachment de ministros do STF
Não adianta criticar este ou aquele ministro da Corte quando suas decisões colidem com os interesses de senadores. A solução para um STF imparcial e livre de influências políticas está na mudança do critério constitucional vigente, que hoje autoriza o presidente da República a indicar os membros da Suprema Corte.
É urgente repensar esse modelo. Os ministros deveriam ser escolhidos exclusivamente entre magistrados de carreira, selecionados por mérito comprovado, dentro de critérios objetivos e transparentes, e não por conveniência presidencial.
Assim, o STF se tornaria uma extensão natural da magistratura, e não um espaço de barganha política. Além disso, a adoção de um mandato fixo de dez anos, sem possibilidade de recondução, garantiria renovação periódica e reduziria a tentação de agradar quem indicou ou de se alinhar a interesses futuros.
segunda-feira, 13 de abril de 2026
O Brasil merece respeito: dosimetria não é pauta política
O presidente do Senado anuncia intenção de pautar o veto ao projeto da dosimetria. Mas o Brasil merece respeito. Os políticos têm o dever de acatar as decisões de nossos tribunais, como o povo as acata, mesmo quando discorda delas. A dosimetria da pena é atribuição exclusiva da Suprema Corte. Transformá-la em objeto de manobra política para beneficiar Jair Bolsonaro e demais envolvidos no 8 de janeiro de 2023 é imoral e fere os princípios democráticos.
O Brasil não é um Estado de anomia. Aqui vigoram leis e uma Constituição aprovadas pelo próprio Legislativo, que se destinam a todos, sem seletividade. Parlamentares não podem se insurgir contra decisão republicana — neste caso, o veto presidencial que preserva a autoridade do Supremo Tribunal Federal. A condenação dos responsáveis pelo ataque às instituições já transitou em julgado. Contorná-la apenas para aliviar penas é afronta ao STF e desrespeito à memória da pátria e de figuras como Rui Barbosa.
Em vez de pautar matérias de interesse restrito a grupos seletivos, o presidente do Senado deveria demonstrar altivez e compromisso com os valores da República, priorizando temas de real urgência nacional: combater a indigência que atinge milhões de brasileiros esquecidos pela política. A derrubada do veto, se tentada, será inevitavelmente rechaçada pelo Supremo, que continuará a resguardar a Constituição e a democracia.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Tribunais de Contas: cabide de emprego oficializado de políticos