segunda-feira, 27 de julho de 2026
Bolsa adicional: política eleitoreira disfarçada de incentivo educacional
segunda-feira, 20 de julho de 2026
As primeiras-damas deixam os bastidores e passam a disputar espaço no poder
Congresso Nacional: o circo dos horrores
Vende-se Peugeot 207 HB XR 1.4 Flex - 2011 - Único dono - Apenas 6.800 km - Estado impecável
- Ano/Modelo: 2011
- Motor: 1.4 Flex – econômico e ágil
- Cor: Prata clássica e elegante
- Quilometragem: só 6.800 km originais
- Histórico: único dono, sempre bem cuidado
- Ar condicionado
- Radio
- Condição: impecável, pronto para rodar
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Polarização política: mito ou realidade?
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Damares Alves: uma senadora cabeça dura
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) declarou que segue apoiando a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República e rebateu críticas de apoiadores da direita que a acusam de abandonar o projeto político. Em discurso no Senado, também criticou os ataques entre integrantes do campo conservador. Ao encerrar, afirmou que não pretende responder às críticas nas redes sociais: “Os aloprados da internet eu não devo satisfação. Eu devo satisfação aos meus eleitores do Distrito Federal, à minha família, ao meu Deus e à minha igreja.”
Essa postura revela um equívoco grave. A senadora parece esquecer que ocupa um cargo nacional e não apenas distrital. Como representante da República, deve satisfação a todos os brasileiros, não apenas ao seu círculo eleitoral, familiar ou religioso. O Brasil é um Estado laico: portanto, não cabe à senadora subordinar sua atuação política à sua igreja ou ao seu Deus, mas sim ao povo e às instituições democráticas.
Ao desdenhar das críticas, Damares incorre em contradição. Chamar de “aloprados” os que a questionam é, na verdade, uma manifestação aloprada. Persistir no apoio a Flávio Bolsonaro — um candidato sem propostas, dependente da sombra do pai e incapaz de se afirmar por mérito próprio — é insistir em um projeto político natimorto. A senadora, ao se colocar como defensora desse espelho político, reforça a fragilidade de uma candidatura que não se sustenta por si mesma.
Redução da Idade Penal: Entre a Hipocrisia e a Necessidade
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Agora, a matéria seguirá para análise em comissão especial antes de ser votada em dois turnos no Plenário.
O tema é recorrente no Congresso e amplamente defendido pela sociedade brasileira. Segundo pesquisa da Empresa Real Time Big Data, realizada em 05.05.2026, 90% dos entrevistados apoiam a redução da maioridade penal para 16 anos.
Trata-se de uma questão polêmica que exige reflexão honesta. O argumento de que a diminuição da idade de imputabilidade não resolveria a criminalidade juvenil não se sustenta. Afinal, a prisão dos maiores de idade também não elimina a criminalidade, mas cumpre o papel de afastar da sociedade aqueles que praticam delitos, impondo punição pelas transgressões cometidas. É preciso pensar no futuro das crianças e adolescentes desde cedo, ensinando-lhes responsabilidades.
A escalada da criminalidade juvenil não pode mais ser tratada como caso isolado. O problema requer postura firme das autoridades, independentemente da resistência de defensores dos direitos humanos que, muitas vezes, ignoram a realidade. A responsabilidade penal deveria começar mais cedo, estimulando os pais a se preocuparem com a educação de seus filhos. A rejeição à redução da idade penal, na prática, favorece apenas os infratores.
Pergunta-se: se menores infratores passassem a violentar políticos e seus familiares, será que os defensores da irredutibilidade da idade penal manteriam o mesmo discurso? Atribuir a culpa exclusivamente a problemas sociais é um pretexto frágil. O jovem delinquente, independentemente da condição social, pratica crimes porque sabe que a legislação vigente é leniente e ultrapassada. A redução da idade penal é uma necessidade diante de uma sociedade de jovens mais informados e conscientes de seus atos.
Na Inglaterra, país de primeiro mundo, a responsabilidade penal começa aos 10 anos. Em diversos outros países, a regra é semelhante. Por que no Brasil deveria ser diferente? O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), contrário à redução, defende mais educação e menos cadeia, argumentando que o Brasil tem quase 700 mil presos e a violência não diminuiu. É evidente que a educação é a base do crescimento do indivíduo, mas enquanto não for prioridade dos políticos e governos, não se pode permitir que menores infratores cometam crimes sob a proteção de políticos como Chico Alencar, Talíria Petrone, Maria do Rosário, Sâmia Bomfim e outros.
Entre a liberdade da sociedade pacífica e o delinquente preso, é preferível a segregação deste último, mesmo que aumente a estatística carcerária. Afinal, para onde vai a arrecadação de impostos que não chega à educação dos menores desfavorecidos, futuros alvos da criminalidade? Essa é uma pergunta que os opositores da redução deveriam responder.