quinta-feira, 18 de outubro de 2018

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O FURACÃO BOLSONARO

O PT, que governou o país por mais de treze anos, pintou e bordou como se fosse se eternizar no poder, deixando o Brasil quebrado com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados, vê aproximar-se oficialmente o fim de seu malogrado reinado.

E a temperatura desfavorável pôde ser testada com a supremacia expressiva da votação obtida por Jair Bolsonaro.

Por outro lado, Dilma Rousseff, que se considerava injustiçada pela cassação de mandato, agora não pode mais reclamar, pois as urnas mineiras confirmaram a sua cassação ao não elegê-la ao Senado, amargando assim a ex-presidente a vexaminosa quarta colocação.

O PT, outrora um partido voluntarioso, birrento, dono da verdade e das soluções mágicas, por que ausentou LULA e DILMA de sua propaganda política? Não adianta agora trocar a camisa vermelha comunista pela verde e amarela, tentando enganar a galera, pois o furacão Bolsonaro ressurgiu forte da morte encomendada.

Como diz a sabedoria popular, em time que está ganhando não se mexe. Por isso, para continuar o massacre eleitoral, Bolsonaro não precisa se apresentar de corpo presente para debater com Haddad, o qual, sem proposta própria, apenas reproduz o pensamento de Lula.

São 18 milhões de votos iniciais que separam Bolsonaro de Haddad. E não tem volta, pois as pesquisas continuam a registrar o seu crescimento eleitoral.

Haddad representa a velha política do assistencialismo, da distribuição dos cargos públicos, da contaminação das instituições públicas como foi a Petrobras, do retorno à Era Vargas ao pretender revogar a reforma trabalhista positiva em curso, bem como o teto de gastos públicos, cuja lei vigente pôs freio no crescimento desordenado das despesas federais e representa o único instrumento de controle fiscal no médio prazo.

Assim, em 28/10/2018, votem com consciência naquele que não é corrupto e não tem nenhuma relação com corrupto preso.

Tchau, PT!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro, a esperança de um Brasil de disciplina, ordem e progresso


Com 46,03% dos votos, Jair Bolsonaro deixa em pandemônio o PT, que ainda pensava que mandava no país. Tentaram assassiná-lo, mas Bolsonaro se mostrou resistente, deu a volta por cima e ressurgiu mais forte com expressiva votação em primeiro turno. A verdade é que o povo brasileiro não suporta mais ser comandado por governos corruptos.

Fernando Haddad nada mais é do que outro poste ou marionete comandado por Lula - como foi Dilma Rousseff -, que não conseguiu se reeleger em São Paulo e deixou a prefeitura com a pior avaliação em fim de mandato desde Celso Pitta.

A tropa de choque do PT, através de factoides, mentiras, uma característica própria do partido, tentou e não conseguiu descontruir a imagem e as boas intenções de Jair Bolsonaro, para derrotá-lo. Mas a sapiência eleitoral já deu o recado em primeiro turno de que o país precisa de nova alternativa não corrupta para recuperar o Brasil.

Ora, quem é o PT diante de um país cujos governos quase afundaram a nação? Não fosse a cassação providencial e legítima da incompetente Dilma Rousseff, com práticas administrativas condenáveis, hoje o país estaria em pior situação.

Não se pode esquecer de que o PT em mais de treze anos de governo deixou uma grande divida social e econômica: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados em compromissos contraídos durante a política consumista irresponsável de Lula e Dilma; inflação alta; empresas quebradas; descrédito internacional; a Petrobras saqueada dando prejuízo aos acionistas e credores, etc., etc.

O desfecho de Haddad no segundo turno será indubitavelmente igual à derrota do outro poste de Lula, Dilma Rousseff, que foi simplesmente ignorada pelos eleitores mineiros e amargou a 4ª colocação ao Senado, contrariando a pesquisa manipulada, que indicava a ex-presidente como líder desde o início da campanha.

Não se pode olvidar também que o governador petista de Minas Gerais, Fernando Pimentel, não conseguiu a reeleição.

Assim, Jair Bolsonaro vem para repaginar o país e devolver a esperança de um Brasil de disciplina, ordem e progresso. Bolsonaro é o único candidato em condições de enfrentar o grave problema de falta de segurança por que passa a sociedade brasileira. Não cometerá os mesmos erros de governos passados, que negligenciaram políticas fortes nas áreas de educação, saúde e segurança. Bolsonaro devolverá a credibilidade para o investimento interno e externo no Brasil.



terça-feira, 2 de outubro de 2018

Quer coisa melhor do que ser político no Brasil?

No Brasil ser político é uma festa. De fato, as mordomias são fartas e o dinheiro jorra como água para bancar a casta política. Por outro lado, as luzes da ribalta do poder estão sempre prontas para iluminar e desobstruir quaisquer dificuldades pessoais dos políticos e de seus de amigos. Quer coisa melhor do que ser político no Brasil?

Certa feita, o jornal espanhol El País disse que ser político no Brasil é um grande negócio, uma dádiva caída do céu. É como se acertasse na loteria. Pois bem, quem entra para a política esquece as suas profissões porque são tantas as vantagens auferidas que não vale apena retornar às lides profissionais.

Portanto, a partir de uma assentada em cadeira no Legislativo ou no Executivo, são atraídos, para essa vida política "espinhosa e cansativa", toda a corriola parental, ávida em tirar proveito da coisa pública.

Está na hora de o eleitor brecar a dinastia política, cujo único objetivo é desfrutar as glórias do poder e o cabide de emprego bem remunerado.

Também está na hora de o eleitor impedir a reeleição. Política não é profissão. E a vida política precisa de constante renovação, de oxigênio novo. Ninguém é insubstituível.

Aqueles políticos que se consideravam insubstituíveis, hoje, muitos jazem nos cemitérios ou estão de pijamas em casa, e o país não parou nem sentiu a falta deles.

A reeleição é um retrocesso à dinâmica política. Representa a mesmice sendo ovacionada por incautos eleitores, conduzidos pelo imoral instituto do voto obrigatório. Tanto a reeleição quanto o voto obrigatório, responsáveis pelo baixo nível do quadro politico nacional, deveriam ser revogados.

Assim, quando eu vejo a reeleição de um político, com tristeza assisto à continuação da velha política.

Por fim, não elejam candidatos que estejam exercendo mandatos de vereadores, pois estes devem respeitar o cumprimento integral de mandatos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

ELEITORES, NÃO REELEJAM NINGÉM


Neste momento de busca de votos pelos candidatos, é necessário dizer que a desconexão da classe política com a sociedade é uma realidade. A classe política depois de eleita se esquece completamente da sociedade eleitoral e de seus compromissos de campanhas, não atende às nossas demandas e só procura a sociedade em épocas de eleições. Por isso, muitos cidadãos brasileiros, cansados da falsidade política, proclamam com razão que os partidos e os políticos não mais os representam.

Eleitores, não reelejam ninguém, não recambiem para o cenário político elementos que já cumpriram mandatos no Parlamento ou no Executivo. A oxigenação na política com novas cabeças pensantes é necessária. Política não é profissão e nem refúgio de incompetentes.

O país precisa desatar o nó da corrupção que tem empobrecido principalmente a sociedade mais carente e impedido o desenvolvimento da nação, e a reeleição tem contribuído negativamente para a atual conjuntura política. Temos de combater as dinastias políticas, o cabide de emprego político e a eternização no Legislativo de elementos que só querem tirar proveito da coisa pública.

É preciso melhorar o quadro político nacional, elegendo candidato competente, honesto, que tenha ficha limpa e não esteja respondendo a processo na Justiça.

Não elejam ou reelejam candidato sem escolaridade de grau superior, pois o Parlamento precisa de gente preparada para fazer as leis do país e fiscalizar o Executivo.

Os políticos que hoje vêm pedir votos para as suas reeleições são os mesmos que impedem a realização de ampla reforma política, ouvindo a sociedade, para o Brasil se desenvolver, porque não querem perder as vantagens que o atual sistema político lhes proporciona. São os mesmos que não se interessam em corrigir os excessos de mordomias no Parlamento, bancados pelos contribuintes.

Não resta dúvida de que um salário de 33,7 mil reais, sujeito a novo reajuste, mais inúmeras vantagens, bem como a manutenção do status do poder para facilitar os seus negócios particulares e de grupos que representam, realmente, não é coisa para os políticos vivaldinos abrirem mão e por isso querem se reeleger.

Portanto, eleitores, não reelejam ninguém!




quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A ascensão de Bolsonaro incomoda a esquerda & Cia

O general da reserva Hamilton Mourão e vice de Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira 17 que “Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país”, afirmou ele em evento do Sindicato da Habitação (Secovi), em São Paulo. Fonte: Exame.

Estão tentando criar tempestade na opinião do general da reserva. É óbvio que existem exceções de filhos sem pais presentes, que são bem criados e educados pela mãe ou avó. Mas de forma geral, principalmente nas camadas pobres, o problema é grave e o general tem toda a razão.

Agora, quando alguém se dispõe a falar a verdade ou expor o seu ponto de vista, os hipócritas seguidores do “politicamente correto” ou adversários políticos surgem como pseudomoralistas para censurar aqueles que não são dissimulados. O vice Mourão demonstra ser um cidadão autêntico e não dissimulado.

A chuva de críticas que Bolsonaro recebe, como também Mourão, parte da esquerda corrupta que sente chegar o dia de seu funeral, com a vitória de Bolsonaro, que deixará de luto muitas carpideiras petistas que já choram a prisão legítima e democrática daquele falso demiurgo que se constituiu no maior corrupto político da história recente brasileira, e que por isso está preso.

Lula, do alto de sua verborragia chula, sem escrúpulo e decência, chamou de “grelo duro” as parlamentares Maria do Rosário e Fátima Bezerra e estas engoliram no seco e sem reagir todo o machismo do Lula.

Agora, os fariseus e as farisaicas esquerdistas querem crucificar Bolsonaro e o seu vice de misoginia, ou seja, de repulsa ou aversão às mulheres, com considerações rasteiras para tentar indispor grande parcela de mulheres que são favoráveis a Bolsonaro. Não dá para acreditar nessa gente petista que venera o desbocado parlapatão e detrator das parlamentares, tachadas de “grelo duro”.

Os falsos democratas e baderneiros comunistas estão tentando de tudo, inclusive assassinar covardemente aquele que surgiu para pôr ordem no país, coisa que no período da chamada redemocratização nenhum candidato esquerdista sofreu molestamento.

Em democracia todos têm garantido o direito da livre manifestação de pensamento. Portanto, Bolsonaro e o seu vice podem emitir opiniões acerca de fraude eleitoral, reforma constitucional, privatização e tudo que se relacione com o panorama político, econômico e social do país, mesmo que não agradem os seus antagonistas.

Quanto ao candidato petista Fernando Haddad, mais um poste da lavra de Lula, trata-se de alguém que foi considerado o pior prefeito da história de São Paulo e teve também a pior avaliação em fim de mandato desde Celso Pitta. Portanto, que credencial tem Haddad para presidir o Brasil? Qualquer outro candidato, que não seja Haddad, pode ser avaliado pelos eleitores.

Não esquecer que Haddad representa o retrocesso da economia e do desenvolvimento nacional porque está pautado nas mesmas políticas defendidas por Lula e Dilma Rousseff, que quase levaram o país à bancarrota: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados; empresas quebradas; inflação alta; descrédito junto à comunidade financeira internacional; a Petrobras dilapidada; as instituições públicas loteadas pela pelegada petista incompetente; a educação, a saúde e a segurança pública uma vergonha no governo petista. Enquanto isso, Lula se locupletava fazendo fortuna através do propinoduto das empreiteiras Odebrecht e OAS, e que por isso está preso, surrupiando dinheiro da nação, que poderia estar sendo aplicado no social.

Desejamos um país não bolchevique, onde haja disciplina, ordem o progresso.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

QUEREMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO ONDE HAJA DISCIPLINA, ORDEM E PROGRESSO

HADDAD REPRESENTA O RETROCESSO DA ECONOMIA E DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL PAUTADO NAS POLÍTICAS DEFENDIDAS POR LULA E DILMA, QUE QUASE LEVARAM O PAÍS À BANCARROTA: MAIS DE 13 MILHÕES DE TRABALHADORES DESEMPREGADOS E ENDIVIDADOS; EMPRESAS QUEBRADAS; INFLAÇÃO ALTA; DESCRÉDITO JUNTO À COMUNIDADE FINANCEIRA INTERNACIONAL; A PETROBRAS DILAPIDADA; AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS LOTEADAS PELA PELEGADA PETISTA INCOMPETENTE; A EDUCAÇÃO, A SAÚDE E A SEGURANÇA PÚBLICA UMA VERGONHA NO GOVERNO PETISTA. ENQUANTO ISSO, LULA SE LOCUPLETOU FAZENDO FORTUNA ATRAVÉS DO PROPINODUTO DAS EMPREITEIRAS ODEBRECHT E OAS, E POR ISSO ESTÁ PRESO, DESVIANDO DINHEIRO DA NAÇÃO QUE PODERIA ESTAR SENDO APLICADO NO SOCIAL.
DESEJAMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO E NÃO BOLCHEVIQUE, ONDE A DISCIPLINA, A ORDEM E O PROGRESSO SEJAM OBSERVADOS.