O Legislativo federal precisa tomar providências urgentes, aprovando lei que proíba a criação, no Brasil, de cães das raças Pitbull e Rottweiler. Casos graves de ataques envolvendo esses animais têm sido registrados em diversas regiões do país, resultando em mortes e mutilações. No entanto, não se tem notícias, no país, da agressividade de outras raças como pastor alemão, utilizado pelas polícias.
Exemplos recentes incluem: a escritora Roseana Murray, que perdeu um braço após ser atacada por um Pitbull em abril de 2024, no Rio de Janeiro; uma menina de 2 anos que morreu em julho de 2025, em Hortolândia (SP), após ataque de um Pitbull criado pelo próprio pai; e, em Santa Catarina, três ocorrências graves entre março e junho de 2025 envolvendo crianças atacadas por Pitbulls e Rottweilers.
É grave que o Brasil registre sucessivos casos de ataques envolvendo essas raças — chegando até à morte de tutores — e, ainda assim, não tenha proibido sua criação no país.
Diante da recorrência desses episódios, é inadmissível que o Legislativo permaneça inerte. A sociedade não pode esperar que mais vítimas, especialmente crianças, sejam mortas ou feridas gravemente por esses animais. É hora de agir e proteger vidas, proibindo a criação dessas raças.