terça-feira, 18 de julho de 2017

A indecente emenda salva Lula


Deputados reagem à tentativa de aprovar a emenda salva Lula. Relator da reforma política, o deputado Vicente Cândido Cândido (PT-SP) quer impedir que candidatos sejam presos ate oito meses antes das eleições. A regra atual, prevista no artigo 236 do código do processo eleitoral, impede a detenção apenas nos 15 dias anteriores ao pleito.

Parabéns à reação das excelências à absurda proposta indecorosa do petista paulista. Qualquer ébrio sabe que o objetivo é garantir a candidatura do ex-presidente Lula, condenado a nove anos e seis meses de prisão pela Justiça.

A regra atual, prevista no artigo 236 do código do processo eleitoral, impede a detenção apenas nos 15 dias anteriores ao pleito. Imaginem agora, com a dilatação do prazo, a sociedade ter de conviver com delinquentes soltos cometendo irregularidades?

Respeitadas as exceções, o país é vítima do sistema político, que favorece a eleição e reeleição da pilantragem política. Os biltres eleitos não se preocupam com a moralidade do país, não têm escrúpulo, decência, patriotismo e sempre trabalham na contramão da ética, do decoro e da moralidade pública.

A desbragada proposta de dar sobrevida a salafrários políticos, que emporcalham a imagem do Parlamento, da política e da nação, só pode partir de elementos sociopatas, que não têm consciência e noção de responsabilidade morais, autênticos mentecaptos, insanos e solertes, que usam a esperteza criminosa de agir para salvar a barra de sua corja politica.

O deputado José Cândido deveria se olhar no espelho para ver quão torpe é a sua imagem política diante da sociedade, que paga os seus salários. A sua proposta em nada contribui para a moralização da República. O país não tem que dar chances a degradadores da República.

A coisa aqui está preta. Poucas são as esperanças de um Brasil politicamente decente. Deus já deu as costas ao país por tanta safadeza política. Dizer que tudo isso é decorrente de nosso recente período democrático, ou que faz parte da democracia, ou que temos que aprender a escolher melhor os nossos políticos são premissas vazias. As sucessivas eleições, sem a devida reforma política, têm demonstrado que o país continua a caminhar na contramão.

Os nossos políticos estão debochando da sociedade. Semana passada, a “bancada da chupeta”, no Senado, liderada pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-SC), deu o tom de desrespeito democrático com o estamento nacional ao impedir assento dos titulares da Mesa Diretora, deixando atônito o seu presidente, Eunício Oliveira, em contrariedade à reforma trabalhista.

Assim, o quadro político nacional é de apreensão. Temos hoje um ex-presidente da República, condenado pela Justiça, desafiando, ele e seus asseclas políticos, a República, como se o ex-presidente estivesse acima da lei ou vivesse em um estado de anomia. Conclusão: estão dando motivo à volta dos militares ao poder, para pôr o país em ordem, e isso não está muito longe de ocorrer.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Alô, alô marcianos, a coisa aqui está preta


É homem com homem e mulher com mulher. É a bancada da chupeta, no Senado - liderada pelas frenéticas parlamentares Gleisi Hoffmann (PT-PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN), pela suplente biônica Regina Sousa (PT-PI), bem como pelos marmanjos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Jorge Viana (PT-AC), Paulo Rocha (PT-PA) etc. - que resolveu botar pra quebrar.

A bancada da chupeta estabeleceu, às escâncaras, um autêntico califado para denegrir a imagem do Senado. E com invulgar insubordinação, as frenéticas chegaram ao cúmulo de transformar o palco do Senado Federal em convescote para saborear quentinhas, pão com mortadela, tirar selfies e pôr para correr a Mesa Diretora, cujo presidente, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ficou atônito sem saber o que fazer.

Mas a coisa não fica por aí na ribalta do Senado. Outro expoente bizarro é o senador alagoano Renan Calheiros (PMDB), que se autoconsidera temido rei do pedaço e age sempre de crista empinada como se fosse ele respeitável vestal.

Senador Renan Calheiros deixou a liderança do PMDB no Senado, fazendo fortes críticas sobre a atuação do presidente da República, Michel Temer, a ponto de chamar a postura do presidente da República de “covarde” ao referir-se à proposta de reforma trabalhista, encaminhada ao Congresso. E Renan disse mais: que Temer governa sob influência do ex-deputado preso Eduardo Cunha. E isso que ambos são do mesmo partido...

A insurreição de Renan Calheiros nos leva à conclusão de que os partidos políticos no Brasil são uma desmoralização. Não existe identificação ideológico-partidária entre os seus membros. E a prova está no comportamento irreverente de Renan Calheiros em relação a Michel Temer. É o PMDB contra o próprio PMDB. E isso soa muito mal a qualquer cidadão e explica uma das razões por que os jovens se desinteressam tanto por política no Brasil.

Do outro lado da praça está a Câmara dos Deputados em estado de ebulição. Com manobras
sórdidas para preservar o seu mandato, o governo resolveu fazer agrados liberando recursos de emendas parlamentares em flagrante desrespeito ao momento de crise por que passa a nação, onde faltam recursos para as universidades federais pagarem contas básicas, como a de luz, para emissão de passaportes, enfim, não há verbas suficientes para educação, saúde e segurança.

E se não bastasse tudo isso, presenciou-se, perplexo, a ação totalitária da base de apoio a Michel Temer na Câmara, que, por determinação do mesmo, exigiu mudança de última hora na composição do PMDB para rejeitar a denúncia contra o presidente. E o mais indecente foi o tom de ameaça: os parlamentares que descumprirem a decisão serão enquadrados pelo Conselho de Ética do partido.

Alô, alô marcianos, venham logo nos acudir porque aqui a coisa está preta e Deus já nos deu as costas , por tanta patifaria de nossos políticos.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Uma escada Magirus vale mais que o alargamento da Praia Central

É patética a preocupação de administradores municipais com elaboração de obras monumentais desnecessárias, que visam a atender exclusivamente a interesses corporativistas e do próprio administrador, sequioso por deixar chancelado o nome de sua gestão.

Causa perplexidade saber que uma cidade repleta de altos espigões residenciais e comerciais, do porte de Balneário Camboriú/SC, até hoje os seus administradores não tiveram a responsabilidade de suprir o município com um veículo de escada Magirus, para combater incêndios ou ser empregado em outras necessidades.

Enquanto não se investe, por exemplo, em prevenção, pretende-se, desatinadamente, alargar a praia com dinheiro (municipal, estadual e federal) do contribuinte. Assim, em contraposição à administração do prefeito Fabrício, quero parabenizar a vereadora Juliethe Nitz (PR), que, recentemente na capital federal, formulou pedido de recursos, com a intercessão dos senadores Dalário Beber (PR) é Dário Berger (PMDB), para que Balneário Camboriú possa dispor de importante equipamento.

Os administradores públicos são irremediáveis em gastar mal o dinheiro do contribuinte. Na administração passada ocorreu a extravagante construção da passarela do Piriquito e agora, mais uma vez, o atual prefeito quer torrar dinheiro do contribuinte com o alargamento desnecessário da Praia Central, mas se esquece de aparelhar o Corpo de Bombeiros de importante equipamento no combate de incêndio e outras ocorrências.

Balneário Camboriú é um somatório de pequenos problemas ainda não resolvidos, ou executados de forma negligente para não dizer incompetente.

O prefeito não precisa se preocupar em deixar cunhado o seu nome em obras de impacto. Pois, quando o senhor Fabrício ainda nem sonhava ingressar na política, já havia interesses outros pelo alargamento da Praia Central.

O prefeito ao apresentar imagens de satélite para justificar o alargamento da praia, esqueceu-se de que não está tratando com pessoas incautas ou ignorantes para embarcar na sua lábia. Como já disse, bem antes de o prefeito imaginar entrar para a política, a questão do alargamento já era uma peça de ficção sonhada.

Não é verdade afirmar que se trata de obra de sobrevivência econômica, ou que recupera e oferece à praia as condições necessárias para a manutenção do turismo. Vamos falar sério, senhor prefeito, e devagar com o andor porque santo é de barro.

Balneário Camboriú até hoje sobreviveu e muito bem com dinheiro do turismo sobre as belezas naturais de que dispõe, como também pelo volumoso montante de impostos que arrecada de seu comércio e de centenas de prédios de apartamentos.

Nenhum turista deixou de vir ou de voltar a este município porque ele não tem alargamento da praia. A maior parte do ano a praia apresenta-se com a faixa de areia perfeitamente normal. Qual a autoridade oceanógrafa de renome nacional e internacional que tenha endossado a necessidade premente da obra?

BC sempre foi atraído por sua beleza natural. O turista pode recusar esta cidade por outros motivos, como: poluição do mar – que deveria sofrer uma dragagem para limpar a sujeira acumulada em seu leito - e da areia da praia, repleta de impurezas; cachorros passeando com seus donos na areia; quantidade enorme de mendigos recolhendo latinhas e outros apetrechos pela cidade e utilizando a ciclovia com suas carrocinhas; a aberração dos altos espigões desrespeitando o meio ambiente; o Canal do Marambaia, poluído, desaguando infecto no mar; as calçadas da cidade e da Avenida Atlântica todas esburacadas, dificultando a acessibilidade de cadeirantes e idosos, sem esquecer de que muitas calçadas não têm rampa ou são precariamente construídas; o congestionamento constante de carros na Avenida Brasil e outras vias, decorrente do inchaço irresponsável dos administradores da cidade que permitiram e continuam a permitir a voracidade desmedida comercial da construção civil; a passarela de madeira da Barra Norte sempre mal conservada, com estrutura podre e perigosa aos usuários; a falta de policiamento constante ao longo da passarela da Barra Norte e praia do Buraco; a ausência de muitas cestas de lixo nas esquinas das ruas; muito lixo nas calçadas e falta de capina, principalmente nas vias transversais etc. etc.

Por acaso, a imagem de satélite, com a qual o senhor prefeito tentou nos engabelar, não mostrou tudo isso acima? A cidade tem outras prioridades para empregar o dinheiro dos munícipes, mormente em educação, saúde (hospital e postos de saúde), segurança pública, saneamento básico etc. BC não tem que se adequar à população flutuante para amentar a sua faixa de areia.

Por fim, mede-se a falta de seriedade e incompetência de uma administração pela política de tapa-buraco executada na calçada da Avenida Atlântica, que deveria ser recuperada totalmente, de uma ponta a outra, pois está muito estragada, e não como vem sendo mal elaborada, tampando-se um buraco aqui e outro acolá, ou seja, sem começo, meio e fim.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Discurso de Aécio Neves e outros assuntos da ebulição política

Ao assistir ao discurso do senador Aécio Neves em defesa de sua honorabilidade pública contra a vilania do empresário Joesley Batista, tenho certeza de que nada comoveu aos brasileiros que já estão calejados de ouvir sempre a mesma ladainha de proteção pessoal dos políticos em apuros.

As instituições e o Estado Democrático de Direito são pilares que as excelências deveriam respeitar. Algumas excelências, na calada da noite ou em ambientes devidamente preparados, recepcionam empresários, como Joesley Batista/JBS, para negociar interesses mútuos, sem se preocupar com os valores éticos e morais da República, e depois, que o malfeito vem a público, tentam se justificar alegando que foram ludibriados por elementos desqualificados.

Outras excelências da oposição, por exemplo, em busca de preservar a incolumidade do ex-presidente Lula, diante do rosário de crimes a ele atribuídos, tentam desrespeitar o Estado de Direito ao fazer ameaças à democracia, caso seja decretada a prisão do ex-presidente.

Por outro lado, nos deparamos com o claudicante STF. Não se sabe até onde ele atua com seriedade. A revogação do afastamento do senador Aécio vem corroborar a reclamação que a sociedade geralmente faz: que a Polícia prende e a Justiça manda saltar. No caso, um magistrado dá uma determinação e o outro manda revogar. Não é um verdadeiro pandemônio, a nossa Justiça?

Ou a política é mesmo lugar de corrupto, para justificar assim a volta de Aécio Neves ao Senado pelo ministro Marco Aurélio Mello?

O Brasil passa por um grave momento de desconfiança de suas instituições públicas: Legislativo, Judiciário e Executivo. Então, no plano político-partidário, a coisa vai de mal a pior. Os partidos brasileiros parecem ser de “mentirinhas”.

Veja, por exemplo, que a profusão de partidos, em ritmo crescente, não passa de um cipoal de siglas partidárias e sem nenhuma identificação ideológica de seus membros, pois os políticos têm se comportado como símios pulando de galho em galho em troca de partidos.

No plano democrático, existe um enorme desrespeito ao Estado Democrático de Direito, com ameaças patentes à ordem jurídica e à nação de grupos políticos e sectários ensandecidos, caso o ex-presidente Lula venha a ser condenado à prisão.

É censurável que lideranças petistas e a nota oficial do partido tentem desestabilizar a democracia com o propósito de não aceitar a provável condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro. Tal insubordinação - de só acatar a absolvição completa e irrestrita de Lula - representa grave ameaça à democracia e incitação criminosa passível das cominações legais previstas nos artigos 147 e 286 do Código Penal.

Lula, Dilma, Temer, Aécio e ninguém estão acima da lei. É muito curioso ver a oposição desejar com ardor a punição do presidente Michel Temer ou do senador Aécio Neves. Mas a oposição finge desconhecer que as delações de Joesley Batista também incriminam de cheio Lula e Dilma como credores de 150 milhões de dólares na JBS, usados em suas campanhas políticas.

As robustas provas documentais e testemunhais de delatores, que antes repartiam amizades com o ex-presidente Lula, agora são contestadas da mesma forma como ocorreu no processo do mensalão, em que o STF, de maioria de ministros de indicação do PT, julgou procedentes as acusações e provas, condenando ao xilindró uma quadrilha que conspurcava a imagem do Parlamento e assaltava a nação.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Reforma trabalhista para dar mais emprego


O relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre o projeto da reforma trabalhista (PL 38/2017) foi rejeitado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em 30/06, por 10 votos contrários ao relatório e 9 a favor.

A comemoração descabida de grupos de senadores contra a reforma trabalhista soa estranha diante de um Parlamento, que deveria primar pela execução de projetos de avanços trabalhistas e sociais.

O Brasil tem que caminhar para frente em todos os segmentos da vida nacional. Não podemos ficar desconectados dos avanços de países desenvolvidos.

A vibração de parlamentares contrariando a reforma trabalhista, apresentada pelo governo, expõe o lado do antagonismo político da oposição, bem como revela a face retrógada daqueles que ainda desejam continuar vivenciando a época de Getúlio Vargas. Há de haver, para a boa relação trabalhista, flexibilização no acordo entre empregado e empregador, visando ao interesse mútuo.

Não se pode mais olhar o empregador com a mesma ótica do período getuliano. Há muitos empregadores (pobres), levando com dificuldade os seus negócios, mas dando emprego a muita gente. É preciso que se modernizem as relações trabalhistas, para que exista mais emprego e legal, pois grande parte do trabalho informal é devido à rigidez da ultrapassada CLT e da inflexibilidade jurássica dos sindicatos trabalhistas.

Independentemente de posição político-partidária-governamental, já passa da hora de se atualizarem as relações entre patrões e empregados. O Brasil tem que se modernizar no campo trabalhista, sem olhar para as birras político-partidárias.

Observe o que relatou, em entrevista, o chef francês Erick Jacquin, ao responder acerca da falência de seu restaurante, em São Paulo.
- O ambiente de negócios no Brasil pesou em sua falência? Não fui o primeiro empreendedor a quebrar neste país, e, infelizmente, ainda vai haver muitas outras vítimas. Se os políticos, que tanto nos envergonham, não fizerem uma reforma trabalhista pensando nos pequenos empreendedores, em pessoas que têm talento mas pouco capital, o país não vai longe.
- Não é um subterfúgio relacionar seus problemas às questões políticas? A legislação trabalhista do Brasil é a maior vergonha do mundo. Cada funcionário é um processo trabalhista em potencial. Há juiz que dá ganho de causa a cinco, seis funcionários de uma vez, e ninguém vai verificar se há razões justas. Enfrentei o caso de um empregado que, com apenas um ano de casa, ganhou indenização de 300.000 reais. Nunca vi isso em nenhum país.
- A cozinha é um ambiente propício a esse tipo de problema? No calor de nossa profissão, é muito fácil de acontecer. Há sempre um advogado estimulando os funcionários a se unir contra o dono do restaurante. É normal? Não! Isso é um horror. Há muita gente querendo empregar e muita gente buscando emprego, mas ninguém quer se arriscar. Nunca mais vou assinar uma carteira de trabalho.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Comissão do Senado rejeita relatório da reforma trabalhista

Brasília, 20 - A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) rejeitou o relatório da reforma trabalhista nesta terça-feira, 20. Com um placar apertado, 10 senadores votaram pela rejeição do projeto e nove parlamentares votaram pela aprovação do relatório produzido por Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

Mesmo com a derrota na Comissão, o projeto segue normalmente para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O placar surpreendeu governistas e a própria oposição, que comemorou muito.

Senadores governistas trabalhavam com a expectativa de que o texto pudesse ser aprovado por placar de 11 a 8 ou com vantagem de 12 a 8, conforme o quórum da votação. Fonte: Agência Estado.

Considerações:

As relações trabalhistas têm que ser renovadas. Não estamos mais na época de Getúlio Vargas.

Grande parte do trabalho informal é devido à rigidez da ultrapassada CLT e da ingerência jurássica dos sindicatos trabalhistas.

Independentemente de posição partidária e governamental, já estava na hora de se atualizar as relações entre patrões e empregados.
O Brasil tem que se modernizar no campo trabalhista, sem olhar para as birras político-partidárias.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Parlamentar com oito inquéritos é membro Conselho de Ética

O velho mestre Rui Barbosa defendia uma pátria com valores éticos e morais, com cidadãos e cidadãs honrados, que não invejam, que não infamam, que não conspiram, que não sublevam, ou seja, uma pátria de indivíduos exemplares.

Quando se fala em Conselho de Ética, não se podem olvidar as lições de Rui Barbosa. Mas lamentavelmente a pátria é desrespeitada por seus próprios congressistas, que sem nenhum escrúpulo indicam ao Conselho de Ética do Senado elementos de condutas desabonadoras, ou seja, os mesmo que irão julgar a quebra de decoro parlamentar de seus pares.

Pois bem, soa muito mal a qualquer brasileiro que deseja ver a sua pátria constituída de instituições e de políticos confiáveis saber que elementos de comportamentos duvidosos façam parte do Conselho de Ética do estamento federal.

Vejam, por exemplo, alguns membros eleitos ao Conselho de Ética do Senado: Romero Jucá (alvo de oito inquéritos no STF), Eduardo Braga e Jader Barbalho, todos são investigados no âmbito da Lava-Jato; Eduardo Amorim e Flexa Ribeiro, investigados em outros casos no STF.

Sabe-se que o indecoroso, mesmo consciente de seu mau procedimento, não se envergonha de participar de qualquer missão, porque isso é próprio de seu mau-caráter. Mas aquele que se considera íntegro, probo e honrado não deveria aceitar que compartilhasse responsabilidade com indivíduo de conduta questionável.

Por isso, não compreendo o silêncio das excelências de condutas regulares que aceitam participar da mesma mesa do Conselho de Ética com parlamentares deslustrados. Ou o conhecido brocardo tem fundo de verdade: “Diz-me com quem andas e te direi quem és”.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A confraria dos aloprados execra Michel Temer


É impressionante ver no Senado e Câmera Federal políticos oposicionistas também denunciados por práticas irregulares, organizarem-se para tumultuar as sessões e gritar palavra de ordem “Fora Temer”. Por exemplo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), assídua contestadora, é denunciada, ela e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, estando ambos na condição de réus nas investigações da Lava-Jato.

O que dignifica um ser humano, entre outras coisas, é ter lealdade com a verdade. Não fica bem pretender-se condenar outrem, quando também se padece do mesmo mal.

Os oposicionistas ao governo estão dando muita ênfase a uma fração da delação da JBS, especialmente aquela que atinge Michel Temer. Mas de forma adrede, os opositores se esquecem das delações comprometedoras da Odebrecht, OAS, de Renato Duque, burocrata ligado ao PT, dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura e da própria JBS, que declarou, através de seu presidente, Joesley Batista, na maior serenidade, que a empresa destinou, no exterior, 150 milhões de dólares a Lula e Dilma, cujos valores foram usados, ou para as suas campanhas políticas ou para outros fins particulares.

Os políticos da oposição ainda se ressentem da derrota da cassação de Dilma Rousseff. E, sem nenhum escrúpulo, fazem ilações tendenciosas visando a atingir o atual governo, quando se sabe que os figurões Lula, Dilma, Aécio e Temer, todos eles são acusados de práticas irregulares.

Não é só Michel Temer que merece ser execrado pela claque petista e políticos opositores em face das denúncias de Joesley Batista/JBS, mas também e principalmente Lula e Dilma, os quais foram fulminados com as delações da Odebrecht, OAS, Delcídio do Amaral, Renato Duque, dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura e também de Joesley Batista/JBS. Assim, devem ser punidos e presos todos aqueles que receberam ou recebem propinas e que omitem informações ou conhecimento de fatos irregulares.

Por fim, esquecem-se os oposicionistas petistas, comunistas e correlatos de que a República foi traída na sua essência desde o episódio do mensalão, passando pelo petrolão e seu desdobramento na Lava-Jato: Odebrecht, OAS, Renato Duque, Delcídio do Amaral, marqueteiros et., até a revelação bombástica de Joesley Batista/JBS.

Michel Temer duvida de delação de seu ex-assessor


“O presidente Michel Temer (PMDB) negou, em entrevista à revista Istoé publicada nesta sexta-feira (2/6), que tenha medo de uma eventual delação do seu ex-assessor e ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). O homem de confiança do chefe do Executivo nacional foi flagrado em vídeo correndo com uma mala com R$ 500 mil.

Na avaliação do presidente, o deputado suplente — que perdeu a vaga na Câmara após o retorno do ex-ministro Osmar Serraglio (PMDB-PR) — é “uma pessoa decente”. “Acho que ele é uma pessoa decente. Eu duvido que ele faça uma delação. E duvido que ele vá me denunciar. Primeiro, porque não seria verdade. Segundo, conhecendo-o, acho difícil que ele faça isso”, afirmou Temer”. Fonte: Estadão.

Quem duvida é porque tem receio. Mas quem não deve não deveria TEMER, será?

A verdade é que ninguém escapa nesse balaio de ratos da política nacional. Quem não afana mais, claro que afana menos no corroído cenário político brasileiro.

Certa feita, o jornal espanhol escreveu que ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens auferidas. Por isso, a maioria dos políticos enriquece e não quer mais largar a vida de excelência.

O Brasil apolítico, trabalhador e honesto deseja que todos aqueles elementos envolvidos em falcatruas e de comprovada culpabilidade na Lava-Jato, JBS etc. sejam exemplarmente punidos e que tenham os seus direitos políticos cassados para sempre.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A democracia não pode degenerar em anarquia


Assistimos, na tribuna do Congresso Nacional, ao revezamento de parlamentares da esquerda festiva, que empregaram o seu tempo para protestar contra a convocação das Forças Armadas para pôr ordem em Brasília, onde baderneiros de tendências nitidamente esquerdistas desembarcaram para subverter a ordem e atacar de forma covarde os prédios públicos, pondo em risco a vida de pessoas.

O que houve na capital federal foi a desmoralização da democracia, patrocinada pelos anarquistas dos partidos de esquerdas, que não engoliram até hoje o impeachment constitucional da incompetente, e agora implicada na Lava-Jato e JBS, Dilma Rousseff. Assim, a transgressão das regras democracia por manifestantes baderneiros não encontra razoabilidade no espírito democrático de nação civilizada.

O direito democrático de se manifestar de forma civilizada tem amparo em nossa Constituição. Agora, a ação anárquica daqueles que subvertem a ordem e partem para a agressão de cidadãos e dos bens públicos deve ser repelida não só com a veemência da lei, mas também com o emprego moderado do aparato militar.

Deste modo, causa perplexidade que parlamentares e sectários de partidos de esquerda venham de forma hipócrita e demagógica defender os baderneiros e condenar a convocação das Forças Armadas, fazendo conotações rasteiras ao período do governo militar.

Jamais Brasília foi palco de tamanha selvageria, tendo os seus prédios públicos danificados e saqueados por bandos de militantes vermelhos, que não respeitam o Estado Democrático de Direito.

Não se pode aceitar que a democracia degenere em anarquia. As Forças Armadas têm que ser acionadas sempre que o país ficar incontrolável, como se encontrava Brasília, em 24/05/2017. E é pena que o pusilânime governo Temer tenha se acovardado diante das críticas sofridas, mormente pelos sectários esquerdistas e resolvido recuar, mandando suspender a presença das Forças Armadas nas ruas de Brasília.

O Brasil continuará ingovernável se não houver uma ampla reforma política já, para que esteja em vigor nas próximas eleições gerais, em outubro de 2018, e na qual os interesses maiores do Brasil, da sociedade enfim, prevaleçam em relação aos interesses políticos.

Sem uma ampla reforma política, o Brasil permanecerá mergulhado em crises política social e econômica, que atrapalham a retomada do crescimento e a volta dos empregos, que hoje representam quatorze milhões de desempregados.

Portanto, antes de se pensar em eleição direta intempestiva, dever-se-ia preocupar com a reforma política já, que contemplasse, entre outras coisas, por exemplo, a eleição somente de gente nova – nem os atuais e nem o ex-políticos -, a revisão constitucional em que constem (a) a extinção de privilégios de foros e da prerrogativa de o presidente da República indicar os ministros do STF, devendo este tribunal superior ser preenchido apenas por magistrados dos quadros do próprio Judiciário, mediante sabatina do Senado; (b) a instituição do voto facultativo, do sistema distrital puro de eleição e da candidatura avulsa sem vinculação partidária; e (c) a redução drástica de partidos políticos e da quantidade de parlamentares no inchado Congresso Nacional e demais legislativos.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A dor de cabeça de Lula, Dilma, Temer e Aécio


Palocci volta atrás e recontrata advogado para negociar delação. Lula se ferrará, mais uma vez, caso o “Italiano” conte toda a patifaria mantida com o “chefão”.

Diante do juiz Sérgio Moro, Lula, irrequieto e nervoso, quis transferir à sua falecida esposa a responsabilidade pelo tríplex de Guarujá, com evasivas de que o imóvel tinha quinhentos defeitos, era pequeno demais para uma família numerosa (como se todos fossem morar sob o mesmo teto) e que a falecida não gostava de praia, mas Lula e Marisa já foram fotografados inúmeras vezes em praia.

Por outro lado, os marqueteiros João Santana e Mônica Moura - que não têm por que blindar Lula e Dilma, pois a atuação deles era apenas de prestação de serviços profissionais e, portanto, tinham que ser remunerados pelos trabalhos prestados, não importando a fonte e nem o local dos pagamentos – se somam a Odebrecht, OAS, Delcídio do Amaral, Renato Duque e a Joesley Batista/JBS, para desnudar a vestal, a pureza, o fingimento de Lula e Dilma, que sempre afirmaram que não havia corrupção em seus governos e que não participavam de falcatruas na macrodelinquência governamental.

Mônica Moura revelou que recebia de Dilma informações sigilosas da Lava-Jato. Elaborou até senha secreta para se comunicar com Dilma. Enfim, com a maior naturalidade Mônica contou o submundo corrupto da presidente cassada e do chefão Lula e disse mais: que Dilma Rousseff mandou Mônica Moura pagar o cabeleireiro Celso Kamura porque ela “não tinha rubrica” para isso. Foram 40 mil reais em dinheiro para tratar da cabeleira da “presidenta inocenta”.

E para completar o quadro emoldurado de denúncias de corrupção, eis que o empresário Joesley Batista, da JBS, vem botar mais combustível na fogueira ao divulgar gravações que comprometem o comportamento do presidente Michel Temer, como também do senador Aécio Neves.

Como sói acontecer, todos os denunciados negam a veracidade das acusações. Só que é muita coincidência haver uma conspiração de todos para prejudicar Lula, Dilma, Temer e Aécio.

Somente ingênuos brasileiros podem acreditar na santa inocência dos personagens aqui abordados. E quanto à honradez de Lula e Dilma, especialmente diante das confissões de gentes de sua relação, a vestal deles fica desnudada.

A história do Brasil não pode continuar sendo desmoralizada por políticos ou grupos empresariais corruptos mais interessados em saquear os cofres públicos, enquanto continuamos tendo bolsão de miseráveis acentuados nos estados, por exemplo, de Alagoas, Ceará, Maranhão, Amazonas, como também nas demais unidades da federação.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O depoimento de Lula no contexto político


Com apoio de parlamentares, o PT transformou o depoimento de LULA em ato político, com demonstrações intimidativas em Curitiba.

O país está precisando sofrer uma intervenção não só para resgatar os valores da República como também para frear os movimentos subversivos político-partidário, que tentam blindar elementos inescrupulosos e sobejamente envolvidos em práticas irregulares na esfera pública, como expõe as delações da Lava-Jato.

É inadmissível que parlamentares em pleno dia de trabalho se ausentem de suas funções para prestar solidariedade a um depoente. A falta ao serviço é um desrespeito ao contribuinte, que banca a despesa de políticos gazeteiros e que por isso não merecem nenhuma consideração da sociedade.

A presença de parlamentares federais em Curitiba em desvio de função de atividades é um mau exemplo de conduta ética e moral incompatível com a seriedade que se espera de um representante do povo.

Como o nosso atual parlamento federal é dirigido e apoiado por maioria de políticos desmerecedores dos mandatos que exercem, punição aos políticos gazeteiros é uma expectativa fora de contexto.

Mas o que se presenciou no depoimento de LULA foi a sua audaciosa tentativa de empulhar o juiz Sérgio Moro ao negar veementemente fatos e atos ilícitos cristalinos a ele atribuídos e transferir responsabilidade a sua falecida esposa.

Por exemplo, (1) conforme afirmou, Lula jamais teve a intenção de adquirir tríplex, mesmo porque sua falecida esposa não gostava de praia, embora ambos já foram fotografados em regalo na praia; (2) se Lula não tinha a intenção de adquirir o imóvel, por que ele, esposa e filhos foram visitar o tríplex, mais de uma vez, inclusive fazendo recomendação de melhorias, as quais foram atendidas pela OAS?

Lula, na verdade, é um proprietário oculto de seu patrimônio, como ficou comprovado pelas confissões da Odebrecht e OAS de que as empreiteiras mantinham uma conta secreta para a manutenção das despesas de Lula.

A verdade é que as digitais do chefão LULA estão comprovadas por sua atuação irregular e agora testemunhados por elementos de confiança de sua relação governamental e empresarial, que serviram de apoio para alavancar e fornecer recursos para as campanhas políticas do PT, bem como para suprir as necessidades financeiras de Lula, filho, sobrinho e irmão. Se o ex-presidente não tem culpa em cartório, então, melhor seria logo decretar-se a República da Odebrecht.

A história do Brasil dá conta de que os eternos donos do poder roubam e continuam a saquear os cofres públicos com a complacência de cidadãos, que infelizmente continuam a eleger elementos identificados com o brocardo popular de que “ele rouba, mas faz”. Enquanto isso, a sociedade é chamada a bancar a despesa de políticos corruptos em um país de alta carga tributária, que não dá qualidade à sua educação, saúde, segurança etc.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

STF determina os afastamentos do deputado Rocha Loures e do senador Aécio Neves


O deputado foi citado pelo empresário Joesley Batista, que negocia delação premiada com a Procuradoria-Geral da República; Supremo também determina o afastamento de Aécio Neves do mandato de senador.

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, na manhã desta quinta-feira (18), o pedido de afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) do mandato. Na mesma medida cautelar, o STF também determinou o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador. Ainda segundo a assessoria do STF, foram negados pedidos para prisão dos dois parlamentares.

Rocha Loures foi citado pelo empresário Joesley Batista, que negocia delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. O deputado supostamente teria favorecido o grupo J&F, que controla o frigorífico JBS e outras empresas, a pedido do presidente da República, Michel Temer. Loures foi assessor especial de Temer de outubro de 2016 até março deste ano.

Defesa de Rocha Loures
A assessoria do deputado informou que Loures está em Nova York, onde proferiu palestra sobre a política brasileira a um grupo de investidores internacionais e que, quando retornar ao Brasil, deverá se inteirar e esclarecer os fatos divulgados. A Polícia Federal esteve no gabinete do deputado nesta manhã fazendo busca e apreensão de documentos.

José Luis Oliveira Lima, advogado de Rocha Loures, afirmou em nota divulgada à tarde que a defesa ainda não teve acesso aos procedimentos que tramitam no STF. “Tão logo se conheça o teor da investigação, todos os esclarecimentos devidos serão apresentados”, disse. Segundo Oliveira Lima, o deputado já se colocou à disposição das autoridades.

O documento formal com a decisão do STF ainda não foi recebido pela Secretaria-Geral da Mesa. Com o afastamento do mandato, Rocha Loures está impedido de exercer suas funções, como votar e participar de debates. Ele pode, no entanto, manter seu gabinete e estrutura de apoio. A Câmara não precisa tomar decisões no caso, que não significa a cassação do deputado, e por isso nem mesmo um suplente será convocado.

Aécio divulga nota
Em relação a Aécio, Joesley Batista disse ter uma gravação de 30 minutos em que o senador pede R$ 2 milhões, sob a justificativa de que precisava pagar sua defesa na Operação Lava Jato. Em nota, Aécio afirmou estar “absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos” e que sua relação com o empresário “era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público”.

Também em nota, Michel Temer declarou que “defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados”.

Continua:
Oposição protocola novo pedido de impeachment de Temer; já existem oito
Crise política domina discursos em sessão de homenagem à Defensoria Pública
Polícia Federal faz busca em gabinetes do Congresso.

Em pronunciamento, Michel Temer diz que não renunciará à Presidência
Deputados da base governista e da oposição divergem sobre agenda legislativa.

No Plenário, oposição pede a saída de Temer; deputado defende as reformas.
CCJ pode votar PEC das eleições diretas na próxima terça-feira.

Reportagem - Lara Haje e Marcello Larcher
Edição - Roberto Seabra

FONTE: Agência Câmara Notícias

Fachin nega pedido de prisão de Aécio | Congresso em Foco

Fachin nega pedido de prisão de Aécio | Congresso em Foco

Ninguém escapa na política brasileira. Se for feita uma  apuração rigorosa, todos têm, de alguma forma, rabo preso, por exemplo, com os doadores de campanha ou com  o caixa dois.

A verdade é que o cenário político nacional é uma vergonha: Lula, Dilma, Temer, Aécio, Renan, Jucá, Collor, Gleisi, Lindbergh e outros mentecaptos políticos deveriam ter os mandatos e os direitos políticos cassados para sempre.

A única solução para moralizar o Brasil seria a volta do governo militar por um curto período e fechamento do Congresso, marcando-se  novas eleições gerais sem a presença de nenhum atual ou ex-político, bem como a alteração ou instituição de nova Constituição para acabar com os privilégios e tirar do presidente da República o poder de indicação  dos membros do STF.

Assim, não basta só impetrar pedido de impeachment de Michel Temer, mas também impedir que Lula, Dilma e todos aqueles relacionados com a Lava-Jato,  mesmo ainda não julgados, possam participar de qualquer eleição no Brasil. Senão, com o impeachment de Temer, o Lula  - um cidadão, que descaradamente cometeu irregularidades a teor das confissões da Odebrecht, OAS, Renato Duque, João Santana e Mônica Moura etc. – poderá a vir presidir novamente o Brasil.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dilma e parlamentares petistas prestam apoio a Lula em Curitiba. “Verdade vai prevalecer”, diz ela | Congresso em Foco

Dilma e parlamentares petistas prestam apoio a Lula em Curitiba. “Verdade vai prevalecer”, diz ela | Congresso em Foco

Com apoio de parlamentares, o PT transformou o depoimento de LULA em ato político, com demonstrações intimidativas em Curitiba. 
O país está precisando sofrer uma intervenção não só para resgatar os valores da República como também para frear os movimentos subversivos político-partidário,  que tentam blindar elementos inescrupulosos e sobejamente envolvidos em práticas irregulares na esfera pública, como expõe as delações da Lava-Jato.
É inadmissível que parlamentares em pleno dia de trabalho se ausentem de suas funções para prestar solidariedade a um depoente. A falta ao serviço é um desrespeito ao contribuinte, que banca a despesa de políticos gazeteiros e que por isso não merecem nenhuma consideração da sociedade.
A presença de parlamentares federais em Curitiba em desvio de função de atividades é um mau exemplo de conduta ética e moral incompatível com a seriedade que se espera de um representante do povo. 

Como  o nosso atual parlamento federal é dirigido e apoiado por maioria de políticos desmerecedores dos mandatos que exercem, punição aos políticos gazeteiros é uma expectativa fora do contexto.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

A reação de Lula

A reação de LULA à revelação do ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, de que o ex-presidente  lhe deu orientação a apagar vestígio de conta em banco na Suíça  é uma demonstração de quem se vê, cada vez mais, desmascarado em seus próprios círculos corruptos de amizades.
 
Se existem idiotas -  que acreditam na inocência de Lula -, eles só podem estar no covil do PT. É impossível que todos os delatores da Lava-Jato estejam mentindo. A verdade é que os fatos convergem para um só lugar: a prática corrupta de Lula é uma verdade inequívoca.
 
Nenhum político sério e honesto enriquece na vida pública. Por exemplo: Sarney, Lula, Renan e outros biltres solertes, que usam a esperteza criminosa de agir para se locupletar na política, deveriam ser sentenciados com a perda dos direitos políticos para sempre e mantidos na cadeia por muito tempo, sem direito a nenhum benefício.
 
Se não fosse a Lava-Jato, pós-mensalão, para escancarar a podridão política, nada se ficaria sabendo no submundo putrefato da política nacional. E justiça seja feita ao denodado juiz Sérgio Moro, que  não teve medo de mandar para a cadeia – e anda mandará mais - elementos políticos e não políticos, componentes da macrodelinquência que tomava conta do Brasil.
 
E a ODEBRECHT, OAS etc. estão aí para desnudar os larápios de colarinhos brancos, que roubavam há muito tempo a esperança de brasileiros pobres, como Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, oportunista que pouco trabalhou no Banco do Brasil,  e esposo da também indiciada senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), escudeira empedernida de Lula e do PT.
 
Lula é um impostor que soube inebriar a ala  intelectual petista. Mas não conseguirá enganar o juiz Sérgio Moro. Todas  as delações premiadas levam ao Lula.
 
Lula é o proprietário oculto de todo o seu patrimônio. Era alimentado financeiramente com dinheiro ilícito do propinoduto contabilizado na ODEBRECHT e OAS. O dinheiro volumoso recebido das “palestras” dadas no exterior era a forma especiosa de a ODEBRECHT remunerar o ex-presidente pelas facilidades que  seu governo concedia à empreiteira. O sítio e cobertura não estão oficialmente em seu nome, mas pertencem ao Lula, conforme declaração inquestionável das empreiteiras.
 
É evidente que não é só o Lula que merece ser penalizado, mas todos aqueles envolvidos na Lava-Jato, como os arrolados na lista de Fachin, respeitado o devido processo legal: Temer, Serra, Renan, Eunício Oliveira, Jucá, Collor, Lobão, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Aécio, Dilma, Gleisi, Lindbergh e outros saltimbancos travestidos de políticos .
 
O Brasil precisa exorcizar todos os componentes corruptos da República da Odebrecht e pô-los na cadeia.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O xilindró de Lula se aproxima

O xilindró de Lula se aproxima de forma meteórica. Podem as carpideiras do PT ir se preparando porque vão ter que chorar muito depois que o juiz Sérgio Moro confirmar as acusações da Odebrecht e da OAS de que o Amigo (Lula) se locupletou, ele, filhos e PT, de dinheiro ilícito das empreiteiras.

O enriquecimento ilícito do Lula e filhos, produto de pura esperteza de tirar proveito do poder, vem corroborar a declaração do jurista e um dos pioneiros do Partido dos Trabalhadores Hélio Bicudo, que afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enriqueceu de forma ilícita usando a figura da Presidência da República.

Segundo Bicudo, "Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira como ela é hoje através da sua atuação como presidente da República".

Bicudo se afastou do PT em 2005, quando explodiu o escândalo do mensalão. Questionado sobre o que mais o decepcionou em sua trajetória no PT, Bicudo foi taxativo: "O que mais me impressionou foi o enriquecimento ilícito do Lula. Eu conheci o Lula numa casa de 40 metros quadrados. Hoje, o Lula é uma das grandes fortunas do país. Ele e os seus filhos".

Vejam: Emílio Odebrecht em tom prosaico relatou que certa feita em conversa com a eminência parda do governo militar Golbery de Couto e Silva, este, ao se reportar ao então atuante sindicalista, disse-lhe que Lula não era nem de esquerda e nem de direita, que Lula era simplesmente um “bon-vivant”.

De fato, pelo enriquecimento ilícito de Lula na politica, desmascarado pela Odebrecht e OAS, o ex-presidente, com a sua fleuma de nordestino pobre, queria mesmo era gozar as delícias de poder fumar um bom charuto cubano; beber um puro uísque, desfrutar de sítio de lazer e de aparamento de cobertura, presenteados por amigos e empreiteiras; simular palestras no exterior para abiscoitar dinheiro da corrupção da Odebrecht; enfim, enganar os incautos brasileiros como se Lula fosse um político honesto e sério.

As revelações do ex-presidente da OAS, empreiteiro Léo Pinheiro, ao juiz Sérgio Moro, fulminam qualquer dúvida quanto à honestidade e seriedade de Lula.

Revelou o empreiteiro (1) que, além de mantenedor de sua família, o ex-presidente era proprietário oculto do apartamento tríplex de Guarujá; (2) que o imóvel foi reformado em 2013 a pedido de Lula e sua mulher; (3) que as despesas foram pagas com dinheiro desviado dos cofres da Petrobras; (4) que a empreiteira mantinha uma conta-propina para usufruto de Lula e operada por João Vaccari Neto, então tesoureiro do PT, no valor de 15 milhões de reais e que dessa conta saiu o dinheiro que bancou a compra do apartamento, sua reforma e ainda parte das obras de ampliação de um sítio em Atibaia; e (5) na mais grave das revelações, que Lula pediu a Léo Pinheiro que destruísse provas dos pagamentos feitos em beneficio dele: “Você tem algum registro de algum encontro de contas, de alguma coisa feita com o Joao Vaccari? Se tiver, destrua.”

Lula hoje não tem coragem de ir sozinho a qualquer boteco, pois sabe que será hostilizado pela maioria do povo brasileiro. As pesquisas que dão conta de que o ex-presidente lidera a preferência ao Planalto não tem credibilidade diante da realidade brasileira deixada pelo governo do PT. Será que os eleitores de Lula conhecem o seu envolvimento com a ODEBRECHT e a OAS? Assim, desconfia-se de que as pesquisas são direcionadas aos redutos petistas, que não se importam com a desonestidade do Lula.

Segundo revelou o ex-deputado federal Pedro Corrêa, condenado no mensalão e na Lava-Jato, o maior esquema de corrupção da história foi criado com o conhecimento e o aval do ex-presidente Lula e mantido pela ex-presidente Dilma.

terça-feira, 25 de abril de 2017

A República Federativa da Odebrecht


O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no STF, determinou a abertura de inquérito contra 8 ministros, 3 governadores, 24 senadores e 39 deputados, com base em delações de executivos da Odebrecht.

Desgraçado é o país que tem os seus políticos subjugados à “República da Odebrecht”. Não é nenhuma surpresa ao brasileiro, pois já se sabia que dinheiro ilícito bancava as campanhas milionárias da maioria das principais agremiações partidárias.

É patética a manifestação dos envolvidos na lista de Fachin. Todos se consideram agora inocentes e se valem do mesmo mantra de que as suas eleições e reeleições foram legais e aprovadas pelos tribunais eleitorais.

Só que as eleições e reeleições, em sua maioria, não foram nada legais diante das fontes de recursos empregadas nas campanhas e desmascaradas pelos executivos e próprios donos da ODEBRECHT, que confessaram e provaram que a empreiteira mantinha um departamento de propina, constituído de dinheiro ilícito, exclusivamente para pagar as trocas de favores recíprocas entre a empreiteira, políticos e governos, há muito tempo.

Ora, é uma vergonha a existência do poder paralelo da “República da Odebrecht”. A empreiteira, com um propinoduto poderoso, comprou a cúpula do governo, a cúpula do Senado, a cúpula da Câmara e a cúpula dos principais estados, mantendo sob o seu controle o poder de estabelecer as mais espúrias negociações.

O caixa clandestino da Odebrecht desembolsou pelo menos meio bilhão de reais e até prefeitos e vereadores de pequenos municípios foram corrompidos. Não importava a filiação partidária dos destinatários. Consta que, conforme publicado na revista Veja, (1) com ajuda de partidos, a Odebrecht enterrou duas CPIs da Petrobras e garantiu a inclusão de suas demandas em medidas provisórias; (2) o delator Márcio Faria, um dos principais executivos da Odebrecht, narrou uma reunião, em 2010, no escritório politico de Temer em São Paulo, no qual ele próprio “abençoou” uma negociação que resultou no pagamento de 40 milhões de dólares em propina; (3) Lula e PT embolsaram 64 milhões de reais líquidos de propina, decorrentes da aprovação de uma linha de crédito do BNDES de 1 bilhão de dólares para projetos da empreiteira em Angola; (4) os executivos da Odebrecht contaram que Dilma sabia exatamente do esquema de corrupção na Petrobras, inclusive que o dinheiro sujo foi usado para financiar suas campanhas eleitorais; (5) “no que tange à questão de caixa dois, tanto Lula como Dilma tinham conhecimento (...) da dimensão do nosso apoio no longo dos anos”, disse Marcelo Odebrecht.

E agora, senhores políticos, investigados por corrupção, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica etc., qual é a moral das excelências para continuar interferindo nas decisões do país?

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Propina em forma de doação de campanha


“Duvido que haja um político no Brasil que tenha sido eleito sem caixa dois. E, se ele diz que se reelegeu sem, é mentira, porque recebeu do partido. Então é impossível.”

A declaração bombástica de Marcelo Odebrecht, em depoimento ao TSE no processo contra a chapa Dilma-Temer, dá a dimensão exata de como a corrupção desmascara a pseudo-honestidade da maioria dos políticos nacionais, eleitos em campanhas milionárias.

Moral da história, os políticos, quase todos, são corruptos, travestidos de cidadãos honestos. Elegem-se e se reelegem com dinheiro bancado pela corrupção dos partidos; não demonstram um pingo de interesse em saber a verdadeira origem do dinheiro de campanha; e ficam tremendamente irados quando são tachados de políticos desonestos, batendo sempre na mesma tecla do mantra já desgastado de que as doações foram legais e registradas no tribunal eleitoral.

Desde que desistiu negar as acusações, a maior empreiteira do Brasil admitiu que na última década corrompeu ao menos oito governadores, além de 71 deputados e senadores e que financiou ilegalmente todas as campanhas eleitorais do país desde 2006, pelo menos, ou seja, que praticou o investimento clássico, conhecido como doação de campanha para obter privilégios.

É sabido que o grande objetivo dos congressistas é perdoar o caixa dois (recursos não contabilizados em campanha). Ora, o caixa dois é crime contemplado no artigo 350 do Código Eleitoral, que estabelece de um a cinco anos de prisão para quem omitir documentos da prestação de contas de campanha. Ademais, se a origem dos recursos do caixa dois for ilícita, esta situação poderá ser enquadrada como lavagem de dinheiro e corrupção.

A propósito, impende consignar a exemplar veemência da ministra Cármen Lúcia ao se reportar ao caixa dois: “É muito grave afirmar da tribuna do STF que caixa dois é crime e pretender que tudo isso fique impune”.

Logo, despropositado e ardiloso é o argumento do deputado Aguinaldo Ribeiro, líder do governo na Câmara, que disse ao jornal O Estado de S. Paulo: “Se o caixa dois não era crime, se não era propina e se as contas foram devidamente aprovadas, não deve ser criminalizado”.

A verdade é que tanto o caixa um como o caixa dois são eivados de irregularidades, e isso se depreende da pretensa aprovação da “Emenda Raupp”, que pretende afastar o risco de punição de políticos que receberam propinas disfarçadas de doações legais. A Emenda é uma reação à decisão do STF que autorizou a abertura de ação penal contra o senador Valdir Raupp, acusado de ter recebido 500.000 mil reais da empreiteira Queiroz Galvão em troca de apoio ao esquema de desvio de dinheiro na Petrobras.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Temer deveria afastar já ministros investigados na Lava Jato, defendem líderes do Congresso


Para a maioria da cúpula da Câmara e do Senado, os oito ministros que serão investigados com base nas delações da Odebrecht deveriam ser afastados do cargo, mostra o Painel do Poder. Presidente diz que só vai afastar quem for denunciado criminalmente
POR EDSON SARDINHA | 17/04/2017 13:47 – CONGRESSOEMFOCO.

O presidente Michel Temer deveria afastar imediatamente os oito ministros sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) em decorrência da Operação Lava Jato. Essa é a posição defendida por 57% das principais lideranças do Congresso Nacional. Apenas 16% acreditam que o presidente está correto na decisão de não afastar os auxiliares suspeitos de receberem recursos ilícitos do grupo Odebrecht. Outros 32% não souberam avaliar que atitude o peemedebista deveria tomar. Os dados foram levantados pelo Painel do Poder, ferramenta criada pelo Congresso em Foco para mostrar o que pensa e para onde vai o Legislativo brasileiro.

O apelo da cúpula do Legislativo, porém, não será atendido por Temer. “Não vou demitir ou exonerar porque alguém falou de outro”, disse o presidente nesta segunda-feira (17) em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan. “Quando houver provas robustas, aí eu começo a tomar providências”, declarou. O peemedebista não descartou a possibilidade de algum ministro investigado pedir para deixar o governo. “É muito provável que alguns ministros achem que não podem continuar, sintam-se desconfortáveis no cargo e saiam dele”, acrescentou.

A pesquisa, feita antes da divulgação dos nomes dos novos investigados, ouviu 44 parlamentares, em entrevista estratificada. Participaram dela líderes partidários, integrantes das Mesas Diretoras, presidentes de comissões e influenciadores das principais bancadas temáticas. Entre os parlamentares entrevistados, 74% pertencem a partidos da base governista e 26% a legendas da oposição, espelhando a proporção entre aliados e oposicionistas no Congresso.

Serão investigados no Supremo após terem sido delatados pela Odebrecht os ministros (veja o que há contra cada um deles):
- Eliseu Padilha (Casa Civil), do PMDB
- Moreira Franco (Secretaria de Governo), do PMDB
- Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), do PSD
- Aloysio Nunes (Relações Exteriores), do PSDB
- Bruno Araújo (Cidades), do PSDB
- Blairo Maggi (Agricultura), do PP
- Helder Barbalho (Integração Nacional), do PMDB
- Marcos Pereira (Indústria e Comércio Exterior), do PRB.

Afastamento, só com denúncia
Em fevereiro, Temer já havia deixado clara sua disposição de não demitir os auxiliares suspeitos de ter recebido propina ou outras vantagens indevidas da maior empreiteira do país. Disse que só afastaria provisoriamente quem fosse denunciado pela Procuradoria-Geral da República e que demitiria apenas quem virasse réu no Supremo. Posição que garante sobrevida – e foro privilegiado no Supremo – aos ministros suspeitos.

“Se houver denúncia, o que significa um conjunto de provas eventualmente que possam conduzir a seu acolhimento, o ministro que estiver denunciado será afastado provisoriamente. Depois, se acolhida a denúncia e aí sim a pessoa, no caso o ministro, se transforme em réu – estou mencionando os casos da Lava Jato -, se transformando em réu, o afastamento é definitivo”, afirmou o presidente em 13 de fevereiro.

O próprio Michel Temer é citado por delatores, mas não foi incluído no pedido de abertura de investigação por Rodrigo Janot. O procurador-geral considerou que o presidente da República não pode ser investigado por atos anteriores ao mandato.

Um dos delatores da Odebrecht, Márcio Faria disse que Temer participou de uma reunião em 2010 que serviu para “abençoar” o pagamento de propina no valor de US$ 40 milhões por um contrato da empresa com a Petrobras. O encontro, segundo ele, ocorreu no escritório político de Temer em São Paulo. Em nota, o peemedebista disse que “jamais tratou de valores com o senhor Márcio Faria” e que a “narrativa está baseada em uma mentira absoluta”.

Márcio presidiu a Odebrecht Industrial e era o responsável, em 2010, pelo contrato do PAC-SMS (Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde) entre a estatal e a empreiteira. O valor do contrato era de US$ 825 milhões. De acordo com o delator, o processo de escolha da Petrobras foi direcionado para que a Odebrecht vencesse a disputa.

Além dos oito ministros, também serão investigados com base nas delações da Odebrecht 25 senadores, 39 deputados e 12 governadores. Os inquéritos foram autorizados na semana passada pelo ministro Edson Fachin, do STF.

Tendências e articulações
O objetivo do Painel do Poder é captar e antecipar tendências de votação em relação às pautas mais importantes, o grau de articulação e influência dos diversos grupos organizados da sociedade dentro do Parlamento e a avaliação que os congressistas fazem do governo e de diversas instituições, além de aferir a temperatura do poder em Brasília.

A primeira rodada de pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 17 de março. A amostra abrangeu todas as regiões geográficas do país, dividindo-se da seguinte forma: Sudeste e Nordeste, ambos com 27% cada; Sul, 24%; Centro-Oeste, 15%; Norte, 7%.

Como mostrou o Congresso em Foco no último dia 31, as principais lideranças da Câmara e do Senado apostam que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ex-presidente Lula são os políticos com maiores chances de vitória nas eleições presidenciais de 2018, respectivamente com 27% e 20% das menções.

Quer saber mais?
O Painel do Poder tem caráter inédito tanto pela concepção metodológica quanto pela variedade de aplicações que permite. As informações serão colhidas trimestralmente, de maneira a apresentar a evolução de tendências do termômetro e de outros índices apurados (para saber mais a respeito, envie uma mensagem para paineldopoder@congressoemfoco.com.br). Para isso, algumas perguntas vão se repetir em todos os levantamentos de campo.

O propósito do Painel do Poder é criar uma ferramenta temporal, mas não só uma fotografia no tempo, como as pesquisas de opinião geralmente fazem, mas um conjunto de dados em permanente evolução. Essa metodologia possibilitará compreender como as opiniões dos líderes parlamentares mudam de acordo com as diferentes coletas de dados a serem feitas. Novas rodadas de pesquisa serão feitas em maio, agosto e outubro.

CONSIDERAÇÕES
Em respeito à República, ao contribuinte, ao eleitor nacional e para resgatar a credibilidade do governo, - o qual também é acusado -, a medida mais sensata deveria ser a substituição de todos os ministros indiciados na lista de Fachin.

Dificilmente, pelas delações premiadas, estarão mentindo os executivos da Odebrecht e os seus proprietários de que tinham no bolso a honra de todos os políticos, que se elegiam através de recursos ilícitos, abastecidos pelo departamento de propina da empreiteira, independentemente de partido. E por isso as campanhas políticas brasileiras eram milionárias. E por isso também muitos políticos e ex-políticos enriqueceram-se, elegeram-se e reelegeram-se.

Da mesma forma, deveriam ser afastados, e os seus suplentes chamados, todos os 24 senadores e 39 deputados arrolados na lista, em resposta à República da Odebrecht.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

As excelências estão em pandemônio com as delações premiadas


1. Propina em forma de doação de campanha: “Duvido que haja um político no Brasil que tenha sido eleito sem caixa dois. E, se ele diz que se reelegeu sem, é mentira, porque recebeu do partido. Então é impossível.”

A declaração bombástica de Marcelo Odebrecht, em depoimento ao TSE no processo contra a chapa Dilma-Temer, dá a dimensão exata de como a corrupção desmascara a pseudo-honestidade da maioria dos políticos nacionais, eleitos em campanhas milionárias.

Moral da história, os políticos, quase todos, são corruptos, travestidos de cidadãos honestos. Elegem-se e se reelegem com dinheiro bancado pela corrupção dos partidos; não demonstram um pingo de interesse em saber a verdadeira origem do dinheiro de campanha; e ficam tremendamente irados quando são tachados de políticos desonestos, batendo sempre na mesma tecla do mantra já desgastado de que as doações foram legais e registradas no tribunal eleitoral.

Desde que desistiu negar as acusações, a maior empreiteira do Brasil admitiu que na última década corrompeu ao menos oito governadores, além de 71 deputados e senadores e que financiou ilegalmente todas as campanhas eleitorais do país desde 2006, pelo menos, ou seja, que praticou o investimento clássico, conhecido como doação de campanha para obter privilégios.

É sabido que o grande objetivo dos congressistas é perdoar o caixa dois (recursos não contabilizados em campanha). Ora, o caixa dois é crime contemplado no artigo 350 do Código Eleitoral, que estabelece de um a cinco anos de prisão para quem omitir documentos da prestação de contas de campanha. Ademais, se a origem dos recursos do caixa dois for ilícita, esta situação poderá ser enquadrada como lavagem de dinheiro e corrupção.

A propósito, impende consignar a exemplar veemência da ministra Cármen Lúcia ao se reportar ao caixa dois: “É muito grave afirmar da tribuna do STF que caixa dois é crime e pretender que tudo isso fique impune”.

Logo, despropositado e ardiloso é o argumento do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder do governo na Câmara, que disse ao jornal O Estado de S. Paulo: “Se o caixa dois não era crime, se não era propina e se as contas foram devidamente aprovadas, não deve ser criminalizado”.

A verdade é que tanto o caixa um como o caixa dois são eivados de irregularidades, e isso se depreende da pretensa aprovação da “Emenda Raupp”, que sugere afastar o risco de punição de políticos que receberam propinas disfarçadas de doações legais. A Emenda é uma reação à decisão do STF que autorizou a abertura de ação penal contra o senador Valdir Raupp, acusado de ter recebido 500.000 mil reais da empreiteira Queiroz Galvão em troca de apoio ao esquema de desvio de dinheiro na Petrobras.

2. A lista de Fachin. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-jato no STF, autorizou a investigação de 8 ministros, 3 governadores, 24 senadores e 39 deputados, com base em delações de ex-executivos da Odebrecht, uma vergonha nacional com repercussão no exterior.

Brasileiros, é lamentável o cenário do submundo da política nacional. Chegamos ao ponto de ter, por exemplo, as principais lideranças do Senado incriminadas e colocadas no mesmo saco. É preciso que o eleitor reflita e tenha mais responsabilidade na hora de votar.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Projeto de punição a promotores, policiais e juízes


É patética a empáfia do senador Roberto Requião (PMDB-PR) , como se ele não devesse satisfação à sociedade que banca o seu salário, de levar avante o projeto antirrepublicano de punição a promotores, policiais e juízes, sem ao menos apreciar a proposta alternativa apresentada pelo procurador geral da República Rodrigo Janot. Isso bem demonstra o firme propósito de dar salvo-conduto ao sindicato criminoso às voltas com a Justiça.

Desgraçado é o país que tem políticos mais interessados em defender interesses solertes, em vez de combater a corrupção sistêmica política que (1) desmoraliza o país; (2) empobrece a nação; e (3) traz o infortúnio às camadas mais necessitadas - que não são bafejadas com sistemas públicos de qualidade nas áreas de educação, saúde e segurança - porque o dinheiro do Erário, abastecido por nossas contribuições de impostos, é saqueada e desviada para o bolso de políticos, para manter a ilha da fantasia Brasília, para custear as mordomias do inchado e inoperante Congresso Nacional etc.

Com a ideia do ministro do STF Gilmar Mendes de anular o vazamento de informações em decorrência de divulgação no site O Antagonista de trechos do depoimento de Marcelo Odebrecht em que ele declara que Dilma Rousseff sabia de tudo, inclusive que sua campanha era financiada por um poderoso caixa dois, que chegou a 150 milhões de reais, isso causou entusiasmo no Congresso Nacional, sobretudo entre os investigados, de retomarem a tramitação de projeto para conter o abuso de autoridade, mas que na verdade é para engessar a atuação dos procuradores, policiais e juízes no combate à corrupção política.

Ora, o projeto é apenas uma forma especiosa revanchista de calar as autoridades que combatem a corrupção política a exemplo da Lava-Jato, interferindo assim no livre exercício de suas atividades, o que é inadmissível.

Não há necessidade de instituição de nova lei para contemplar os possíveis excessos ou medidas injurídicas emanadas de autoridades, pois o arcabouço jurídico existente já é o suficiente. Portanto, é inadmissível em pleno Estado Democrático de Direito a intimidação dos trabalhos dos procuradores, policiais e juízes.

Por fim, temos que reconstruir o país, mergulhado na corrupção política. Não podemos mais conviver com as excelências que (1) dão as cartas na política brasileira; (2)não se importam com o repúdio das manifestações públicas; e (3) querem construir redes de proteção aos investigados, criando obstáculos aos avanços das investigações. Trata-se, como se observa, de classe político-partidária que não mais nos representa."

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Parlamentar que atrapalha investigação poderá ser afastado previamente

Enviar Notícia - Câmara Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
No caso de haver decisão do plenário do STF para afastamento do parlamentar e considerando por outro lado  que o mandato fica vago para o suplente assumir, o  natural – ético e moral – seria o parlamentar afastado perder a imunidade e outras garantias constitucionais enquanto permanecer sem exercer o seu mandato.

sábado, 1 de abril de 2017

Deputado propõe que parte do Imposto de Renda financie eleições | Congresso em Foco

Deputado propõe que parte do Imposto de Renda financie eleições | Congresso em Foco

Veja a audácia do deputado MARCUS PESTANA! Dinheiro do contribuinte não é para manter a mamata de políticos safados. Políticos "profissionais", larápios do Erário, deveriam ter respeito com o povo brasileiro, que carece de tudo: educação, saúde e segurança pública. Dinheiro público é para financiar o social e não políticos ou partidos políticos.

Os partidos e políticos não mais nos representam. A maioria está arrolada na Lava-Jato, desde os presidentes do Senado e da Câmara. Os partidos políticos deveriam ser substituídos por candidatura avulsa sem vinculação partidária, e a eleição deveria se realizar pelo sistema do voto distrital puro.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Romário também joga no campo político

O senador Romário (PSB-RJ) está impossível, já emplacou duas diretorias, indicando os seus protegidos, amigos ou correlatos a FURNAS e a ELETRONUCLEAR.

É lamentável que uma das raízes da corrupção continue a prosperara diante de tantos escândalos. Pois bem, os irremediáveis políticos permanecem regendo as indicações aos cargos das empresas públicas sem nenhum escrúpulo. Depois não querem ser penalizados por desvios de condutas de seus apaniguados. Será que o fator meritocracia técnica foi observado por Romário? Duvidamos...

Parlamentar tem que exercer o seu mandato fiscalizando o governo e votando as leis de interessa da nação e não atuando paralelamente em seu balcão de negócios. E o exemplo presente de corrupção e de depreciação de uma empresa pública é a Petrobras, vítima de indicações políticas aos seus cargos de direção.

O político nacional está muito mal-acostumado. Pensa que é dono do mandato, não respeita o eleitor e foge de suas obrigações parlamentares para desavergonhadamente indicar seus protegidos a cargos nos governos e/ou empresas públicas, com o objetivo especioso de obter alguma vantagem.

Já passa da hora de ser proibida a indicação política para preenchimento de cargos nos governos e/ou nas instituições públicas. A operação Lava-Jato provou e comprovou os malefícios da indicação política na administração pública. Por que o Congresso Nacional, em nome da decência, da ética e da moralidade, ainda não tomou providências?

Assim, o senador Romário deveria ser mais responsável com o exercício do mandato e não utilizá-lo como trampolim para alçar aos cargos públicos os seus apaniguados.

terça-feira, 28 de março de 2017

quinta-feira, 23 de março de 2017

O eleitor não é vaga-lume para aceitar lista fechada

Hoje, no Brasil, podemos afirmar que os partidos e políticos eleitos não mais nos representam, respeitadas as poucas exceções, tal é o enorme envolvimento deles com a corrupção.

A lista de Janot dá o tom da péssima qualidade de nossos políticos, envolvidos na Lava-Jato, onde desfilam, por exemplo, os anteriores e atuais presidentes da Câmara e do Senado. A verdade é que a política nacional está contaminada. Poucos escapam. Fechar o Congresso é o mínimo que deveria ser feito. E depois marcar novas eleições sem a presença de nenhum atual ou ex-político.

Agora, como sói acontecer e sem nenhum escrúpulo, a solércia de agir escancara a destreza de nossos políticos em encontrar o jeitinho encardido de perpetuar no poder as velhas raposas políticas. Pois bem, com a proibição do financiamento das campanhas eleitorais por empresas e o risco de ficarem inelegíveis com a descoberta de crimes, deputados, senadores e políticos do Executivo tentam criar um novo sistema eleitoral, para escapar da rejeição do eleitor e garantir reeleição na campanha do próximo ano. Trata-se da eleição dos congressistas em lista fechada, cujo artifício está sendo plasmado em reforma política sem o beneplácito da sociedade.

Lista fechada é um golpe na democracia. Uma punhalada no eleitor. O povo tem o direito de conhecer em quem vai votar. Votar no escuro é uma safadeza e uma enorme desconsideração com o agente principal da democracia: o eleitor, o povo. Quem se dá bem no escuro é vaga-lume, e o eleitor não é vaga-lume.

O a atual sistema político brasileiro está falido. Não temos partidos políticos, mas sim um cipoal de siglas partidárias sem identificação ideológica de seus membros. A democracia pode perfeitamente funcionar sem partido político, por exemplo, através da candidatura avulsa sem vinculação partidária – aqui com as despesas de campanha bancadas conjuntamente pelo candidato e por um fundo a ser criado em substituição ao Fundo Partidário -, ou com o sistema misto: candidatura avulsa e partido político, mas sem lista fechada, a qual só dá sobrevida aos caciques de nossa política, que encabeçarão a lista preordenada por cada partido, mantendo o decrépito sistema proporcional.

Por outro lado, a instituição do voto distrital puro é a medida certa para resgatar a credibilidade de nossa política representativa. É o sistema de disputa localizada, que reduz o custo das campanhas, fortalece os partidos e aproxima o eleitor dos candidatos. Por que o medo de enfraquecimento dos partidos com o voto distrital puro, se hoje os nossos partidos já estão desmoralizados e enfraquecidos?

Por fim, a reforma política deveria contemplar, além do voto distrital puro e a candidatura avulsa, (1) a extinção do voto obrigatório, da reeleição geral e do foro privilegiado, (2) a proibição de interrupção de mandato para exercer cargos nos governos; (3) o retorno do mandato geral de quatro anos, bem como das eleições na mesma data para todos os pleitos; (4) a renúncia de mandato para candidatura a outros pleitos; (5) o término do voto secreto no Parlamento, da figura do suplente de senador, assim como acabar com as indicações políticas para cargos nos governos, pois o serviço público tem que ser apolítico e preenchido por meritocracia; (6) o impedimento da participação em pleito político de qualquer integrante concursado dos Três Poderes, pertencente à administração direta ou indireta, por exemplo: funcionários do BB, Caixa Econômica Federal, Petrobras, Receita Federal..., bem como professores concursados da rede pública e militares em atividade; (7) o corte das verbas de gabinete: os funcionários de gabinetes e assessores de políticos deveriam ser servidores concursados dos quadros do Legislativo; (8) que o reajuste salarial nos Três Poderes passasse a obedecer, por exemplo, ao índice anual do IGPM acumulado no período.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Os movimentos feministas e as decisões de primeira instância


Causa perplexidade que os movimentos feministas comemorem o Dia da Mulher, com manifestações pelo país em defesa de suas causas, inclusive avançando na seara política para criticar o governo federal, sem ao menos esboçar reação contra, por exemplo, a libertação do ex-goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 22 anos e três meses por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver de Elize Samúdio, e ainda por sequestro e cárcere privado do filho dela.

Por que as feministas não se manifestaram contra a soltura de ex-goleiro Bruno Fernandes, bem como contra o ministro do STF, Maro Aurélio Mello, que autorizou a libertação de um criminoso? Eis uma questão ainda sem resposta das manifestantes feministas.

Por que também os movimentos feministas não fizeram protestos contra o gênero musical FUNK, cujas letras chamam as mulheres de animais, como “cachorra, potranca e égua”, sendo as danças sempre de encenação pornográfica e sexual?

Vê-se que os movimentos feministas, inclusive no Legislativo Federal, deixam de cumprir o seu papel em defesa da mulher, como nos casos acima abordados, para fazer proselitismo político e outras manifestações quaisquer.

Ao ensejo, aproveito a matéria para fazer alguns comentários acerca do valor constitucional do juizado de primeira instância. Pois bem, tem-se observado a pouca importância dada ultimamente às decisões de primeira instância, mormente quando se trata de casos envolvendo pessoas de status social elevado ou do mundo político, esportivo etc. Vejamos o caso do ex-goleiro Bruno Fernandes.

Condenado em primeira instância, o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, acolheu o pedido de libertação de seus advogados por razões de demora na apreciação do recurso contra a condenação. Não cabe aqui comentar as razões que levaram o ministro a determinar a libertação de Bruno. O que se observa é o total desrespeito à decisão do juizado de primeira instância, que condenou um indivíduo submetido a julgamento popular.

As decisões de primeira instância, emanadas de juízes concursados e tidos como conhecedores do Direito, deveriam merecer respaldo dos tribunais superiores até o julgamento final de um recurso, mantendo o condenado preso, senão, fica desmoralizada a decisão de primeira instância.

STF arquiva inquérito contra Aécio por prescrição | Congresso em Foco

STF arquiva inquérito contra Aécio por prescrição | Congresso em Foco



Uma grande vergonha é o nosso Parlamento. Os políticos estão sempre advogando em causa própria.  E por isso até agora não tiveram coragem de propor que crime político ou praticado por político não prescrevesse no tempo. E assim, Aécio, Barbalho e outros pintam o sete e dificilmente serão alcançados pela Justiça, porque têm cacife para bancar escritórios advocatícios poderosos, os quais conhecem a malandragem dentro dos tribunais.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Brasil imerso no turbilhão corrupto

Somente uma nova intervenção militar poderá recuperar a ética e a moralidade pública. Com o contingente político de que atualmente dispomos, o qual grande parte de parlamentares responde a processo na Justiça, ou transige com a continuação de condutas imorais políticas, o Brasil não sairá deste turbilhão corrupto.

O presidente Michel Temer se esforça, mas é alicerçado por uma corja de políticos desclassificados, que lhe dão sustentação e o levaram ao poder. Michel Temer, também citado em delação premiada, está refém de Renan Calheiros, Romero Jucá, Moreira Franco, Rodrigo Maia e outros lacaios ordinários, que denigrem a imagem da nação.

Ninguém de sã consciência é a favor de governo militar. Mas (1) a situação presente do país está em total descontrole em termos de segurança pública; (2) a criminalidade campeia no país; (3) os traficantes e criminosos de alta periculosidade comandam o crime de dentro dos presídios; (4) virou praxe a explosão de caixas eletrônicos no Brasil; (5) os crimes políticos são demorados para ser sentenciados; (6) a Justiça brasileira é frontalmente desafiada por políticos poderosos, que destratam a seriedade do juiz Sérgio Moro e de outros, e por isso desejam tirar as suas garantias constitucionais de poder operar no campo jurídico.

O Brasil militar passou por um período de paz social, que dá saudade, em que o cidadão de bem ia e vinha sem ser molestado, e as residências, igrejas, colégios e órgãos públicos não eram cercados por grades. Somente os subversivos de tendências comunistas abominavam o regime militar. Foi o tempo em que muitos brasileiros apolíticos construíram as suas vidas. E ressalte-se: nenhum ex-presidente militar morreu rico.

No período militar havia hierarquia e respeito, e o Brasil progrediu. Veja, por exemplo, a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, a Ponte Rio-Niterói, a Transamazônica, a abertura ao capital estrangeiro, e tal situação acabou criando o chamado “Milagre Econômico”, no qual o país teve grandes índices de desenvolvimento econômico.

O maior erro dos militares foi devolver o Brasil aos políticos, sem deixar estabelecido que o poder militar das Forças Armadas deveria fazer parte constitucional de todos os governos, como espécie de poder moderador, para impedir que a Presidência da República fosse assumida por corruptos e correlatos.

Assim, somente com a volta dos militares ao poder - fechando o Congresso Nacional, extinguindo a reeleição e marcando pleitos com a presença de candidaturas novas, ou seja, sem a participação de nenhum atual ou ex-político -, o Brasil encontrará o cominho da moralidade pública e do desenvolvimento.

Por fim, como se pode ter esperança de um país moralizador(?), onde o novel ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), defendeu a anistia de Eduardo Cunha e ajudou a Câmara a desfigurar o projeto de iniciativa popular anticorrupção, que agora, felizmente, o ministro FUX, do STF, ordenou que o projeto voltasse à Câmara Federal para maior discussão e nova votação.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Câmara aumenta cargos de confiança para deputados | Congresso em Foco

Câmara aumenta cargos de confiança para deputados | Congresso em Foco

 O país não tem jeito! O desemprego em massa atormenta a vida de brasileiros honestos, mas a cambada de políticos federais não tem escrúpulo com o contribuinte, dilapida o Erário, e se esmera em arranjar emprego  aos seus apaniguados salafrários.
Qual a esperança de um país melhor com o Congresso sendo ocupado por políticos mequetrefes? Nenhuma!
Se as Forças Armadas não retomarem o poder para, por exemplo, fechar o Congresso Nacional e marcar eleições com a presença  de candidaturas novas, ou seja, sem a presença de nenhum atual ou ex-político, o Brasil não encontrará o cominho da moralidade pública.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Filha de deputado é exonerada após denúncia do Congresso em Foco | Congresso em Foco

Filha de deputado é exonerada após denúncia do Congresso em Foco | Congresso em Foco

Os senhores políticos  são a vergonha nacional. Só querem tirar proveito da coisa  pública. Não têm o mínimo respeito com o contribuinte. Cambada de safados que metem a mão no dinheiro da nação.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Provável ministro da Justiça defendeu anistia a Cunha e ajudou Câmara a desfigurar projeto anticorrupção | Congresso em Foco

Provável ministro da Justiça defendeu anistia a Cunha e ajudou Câmara a desfigurar projeto anticorrupção | Congresso em Foco

Somente uma nova intervenção militar poderá recuperar a ética e a moralidade pública.  Com o portfólio político de que atualmente dispomos, em que grande parte de parlamentares responde a processo na Justiça, ou transige com a continuação de condutas imorais políticas, o Brasil não sairá deste turbilhão corrupto.
O presidente Michel Temer se esforça, mas é alicerçado por uma corja de  políticos desclassificados, que lhe dão sustentação e o levaram ao poder. Michel Temer está refém de Renan Calheiros, Romero Jucá, Rodrigo Maia e outros lacaios ordinários, que denigrem a imagem da nação.
Ninguém de sã consciência é a favor de governo militar. Mas (1) a situação presente do país está em total descontrole em termos de segurança pública; (2) a criminalidade campeia no país; (3) os traficantes e criminosos de alta periculosidade  comandam o crime de dentro dos presídios; (4) virou praxe a explosão de  caixas eletrônicos no Brasil; (5) os crimes políticos são demorados para ser sentenciados; (6) a Justiça brasileira é frontalmente desafiada por políticos poderosos, que destratam a seriedade do juiz Sérgio Moro e de outros, e por isso desejam tirar as suas garantias constitucionais de  poder operar no campo jurídico.
O Brasil militar passou por um período de paz social, que dá saudade, em que o cidadão de bem ia e vinha sem ser molestado, e as residências, igrejas, colégios e órgãos públicos não eram cercados por grades. Somente os subversivos de tendências comunistas abominavam o regime militar.
Foi  o tempo em que eu e muitos construímos as nossas vidas, pois jamais me envolvi com política. No período militar havia hierarquia e respeito, e o Brasil progrediu. Veja, por exemplo, a construção da ponte RIO-NITERÓI, a Transamazônica etc. Nenhum presidente militar morreu rico.
O maior erro dos militares foi devolver o Brasil aos políticos, sem deixar estabelecido que o poder militar das Forças Armadas deveria fazer parte constitucionalmente de todos os governos, como espécie de poder moderador, para impedir que a Presidência da República fosse assumida por corruptos e correlatos.
Assim, somente com a volta dos militares ao poder – fechando o Congresso, marcando novas eleições com a metade dos atuais parlamentares, sem a participação de nenhum atual político e sem reeleição – o país poderá caminhar para o desenvolvimento.

Por fim, como se pode ter esperança de um país moralizador, em que o  provável ministro da Justiça defendeu a anistia  de Eduardo Cunha e ajudou a Câmara a desfigurar o projeto de iniciativa popular anticorrupção, que agora, felizmente, o ministro FUX ordenou que o projeto voltasse à Câmara Federal  para maior discussão e nova votação.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Reforma da Previdência Social


A reforma da Previdência Social não pode mascarar a origem dos números reais do suposto déficit, bem como a responsabilidade dos gestores políticos. Assim, sem uma prévia auditoria (externa) nas contas da Previdência Social não se pode alterar as regras da Previdência Social.

No governo Lula, os aposentados e pensionistas federais foram desrespeitados nos seus direitos adquiridos, com a conivência do Supremo Tribunal Federal, à época, presidido pelo ministro-político Nelson Jobim, o qual soube cooptar ministros para aprovação da PEC imoral, que taxou em 11% a vida salarial daqueles aposentados. Ora, quem contribui em vida para receber no futuro não tem culpa da malversação política na administração do dinheiro da Previdência Social. E agora, infelizmente, assistimos ao mesmo filme: o contribuinte da Previdência Social é novamente chamado para pagar pelos erros de administrações políticas criminosas.

A propósito, o senador Paulo Paim (PT-RS) sempre contestou o déficit da Previdência Social. Pergunta-se: por que até hoje não foram apresentados à sociedade, por exemplo, (1) o Livro Caixa, onde estão registradas as entradas e saídas das contribuições e (2) um laudo oficial de auditoria (externa), que comprove a existência e a origem do déficit previdenciário, quando se questiona que o dinheiro da previdência é mal administrado e desviado para outras finalidades?

Essa caixa-preta previdenciária tem que ser aberta, antes de qualquer reforma, para o Brasil testemunhar, efetivamente, como as contribuições previdenciárias são processadas, desde a sua origem até hoje.

Como se pretende relatar a Reforma da Previdência, alicerçado apenas em dados fornecidos pelo governo – aliás, contestados pelo TCU que afirmou que os dados estão divergentes ou incompletos -, se a sociedade não tem um documento auditado que comprove a debilidade previdenciária? Se o dinheiro da Previdência Social é manipulado politicamente para outras despesas, quem tem que ser penalizado é o autorizador das despesas obscuras e não os trabalhadores em atividade, aposentados e pensionistas.

Com a conhecida pouca seriedade de nossos políticos e governantes, enquanto a Previdência Social não for administrada por gestores externos, sem vinculação política, por exemplo, por uma Fundação Getúlio Vargas, o país será constantemente alvo de propostas mirabolantes de reforma previdenciária.

Assim, a Reforma da Previdência não pode atropelar o debate prévio para que se possa analisar o efetivo déficit previdenciário à luz de laudo de auditoria (externa), para que no futuro próximo não se venha a propor outra reforma.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Romário tem 20 dias para explicar construções em área de preservação ao STF | Congresso em Foco

Romário tem 20 dias para explicar construções em área de preservação ao STF | Congresso em Foco

Não tem jeito. Os políticos se renovam, mas  a esperteza criminosa de agir é a mesma. Então, um senador da República não tem a responsabilidade pública de saber separar o público do privado? Ademais, onde está o senador fiscalizador da República? Por isso, o Brasil é um país constantemente assaltado e desrespeitado pela classe política.

Lula usa velório da esposa como palanque político


Lula é a encarnação do Diabo. Não teve escrúpulo nem no velório de sua esposa. Acostumado às bravatas dos comícios sindicais, onde destilou a sua ira contra patrões, banqueiros, todas as demais classes de empreendedores e adversários políticos, Lula é um caso psicopático perigoso e nocivo à República.

Lula não dimensiona o limite de seu ridículo e de improviso costuma destratar os seus adversários sem se importar pelas aleivosias e sandices proferidas.

Lula é um falastrão e canastrão político, enaltecido pela ala intelectual irresponsável do PT.

Como Lula não tem o que fazer e jamais quis estudar, como os demais mortais responsáveis - hoje, fora do poder, e amargando pesadas acusações da Lava-Jato, que desmascarou o seu patrimônio, formado à custa da vida política -, Lula é a expressão do desespero e isso ficou demonstrado no seu desatinado comício durante o velório de sua esposa.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Veja os senadores que são investigados no STF | Congresso em Foco

Veja os senadores que são investigados no STF | Congresso em Foco

Este é o Senado de políticos inidôneos a serviço da República. Que imagem negativa no cenário internacional ostenta o Senado Federal, repleto de elementos processados na Justiça! Uma vergonha. Para que serve o Senado Federal? Para acolher figuraços envolvidos com a Justiça e lugar de refúgio de políticos ultrapassados, os quais só dão despesas ao país, respeitadas as poucas exceções.

O mau caráter do político nacional


Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) usou dinheiro público para visitar Eduardo Cunha na cadeia. “O parlamentar foi a Curitiba em dezembro do ano passado. As passagens aéreas e a diária do hotel em que ele se hospedou foram pagas pela Câmara. Uma reportagem exclusiva do jornal 'O Globo' mostrou que a nota fiscal do hotel só foi emitida posteriormente por uma agência de viagens de Campo Grande (MS). Fonte: CBN.”

Trata-se como se observa de deputado de índole ordinária! Não tem escrúpulo com a coisa pública. Não respeita os contribuintes. Não zela pela honradez que um parlamentar deve cultivar diante dos eleitores nacionais. Certamente, está na política pelo cabide de emprego ou para tirar vantagem da res pública visando aos seus inconfessáveis interesses.

Deveria ser submetido ao Conselho de Ética para ter o mandato cassado por falta de conduta ética e moralidade pública. Por isso, falta dinheiro para o social, porque político mequetrefe e safo usa o Erário para pagar despesas pessoais e acima de tudo para visitar, à custa dos contribuintes, o corrupto Eduardo Cunha. Aliás, esse parlamentar foi um dos defensores radicais da impunidade de Eduardo Cunha.

Se a imprensa livre e fiscalizadora não denunciasse o descaminho do parlamentar, ninguém ficaria sabendo da solércia praticada pelo indigno deputado Marun - o qual representa o excremento da política nacional -, bem como ele não devolveria o dinheiro surrupiado para o seu passeio a Curitiba.

A propósito, não é demais dizer que na política brasileira - respeitadas as poucas exceções -, quem não rouba mais rouba menos do Erário, pois usar dinheiro da Câmara para satisfazer interesses pessoais é crime de improbidade administrativa e contribui para a corrupção e demais infrações contra a República.

E assim, os maus exemplos políticos continuam sendo eleitos e reeleitos por incautos eleitores irresponsáveis, que votam em qualquer mequetrefe, impulsionados pelo famigerado voto obrigatório.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Inquéritos contra senadores tramitam há mais de dez anos no STF | Congresso em Foco

Inquéritos contra senadores tramitam há mais de dez anos no STF | Congresso em Foco

Qualquer brasileiro de formação mediana sabe que os políticos mandam no país e interferem na Justiça para não serem punidos, salvo algumas exceções. E a prova está em processos de políticos que se arrastam no STF até a prescrição, como já ocorreu com Jader Barbalho. Isso é uma grande vergonha!

Ora, para fins de moralidade pública, a constituição deveria estabelecer que os crimes praticados por políticos não poderiam prescrever no tempo, pois o que existe hoje é a manobra ou chicana jurídica arquitetada por bancas advocatícias muito bem remuneradas por políticos para atuar junto à Justiça visando à procrastinação dos processos.

Assim, crimes praticados por políticos deveriam ter prioridade nos tribunais para julgamento no próprio exercício de mandato.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Condenado a quase 5 anos de prisão ajudará a escolher o novo ministro do STF | Congresso em Foco

Condenado a quase 5 anos de prisão ajudará a escolher o novo ministro do STF | Congresso em Foco

Com que isenção o senador Ivo Cassol está preparado para votar a aprovação do novo ministro do STF? Simplesmente vergonhoso alguém, condenado na Justiça, ter assento no Senado e ainda participar da eleição do novo ministro do STF.  Se o senador Cassol tivesse um pouco de respeito aos valores éticos e morais da Replica, declinar-se-ia de participar da votação.

Por outro lado,  por que o senador João Alberto Souza (PMDB-MA) não exerce com diligência, agindo de forma republicana, a presidência do Conselho de Ética do Senado? Os fatos imorais de senadores condenados na Justiça estão à sua barba e o senador Alberto se comporta como um saltimbanco à luz da sociedade contributiva sem acionar o Conselho de Ética.


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Cotas para representação feminina no Legislativo Nacional


Trata-se de Proposta de Emenda à Constituição nº 134-A, de 2015, do Senado Federal, que acrescenta art. 101 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que reserva vagas para mulheres no Legislativo Nacional.

O sistema de cotas é uma política paternalista vergonhosa, que não pode continuar a prosperar na República. O jeitinho brasileiro de tirar vantagem ou de encontrar soluções mirabolantes é um vício arraigado em nossa sociedade, que se acentua substantivamente na vida política.

Os cidadãos precisam se impor por competência e não por sistema de cotas. Erra o país que soçobra diante das dificuldades ao não encontrar saída plausível sem ferir direitos iguais de terceiros, como foi observado no sistema de cotas universitárias. Por outro lado, no plano político, as mulheres têm que conquistar os seus espaços por competência e não por favores de qualquer espécie.

Não se compreende que as mulheres - para ingressar na política – defendam o sistema de cotas femininas como se fossem portadoras de alguma deficiência física ou mental. Ao contrário, as mulheres são tão competentes quanto os homens.

Ademais, o interesse da mulher pela política é mais recente e as etapas não podem ser atropeladas, pois não existe, no Parlamento, nenhum impedimento legal para a mulher se candidatar.

Por outro lado, a sociedade brasileira está farta de tanto político no cabide de emprego. E o exemplo ululante é o nosso inchado e inoperante Congresso Nacional, repleto de parasitas e encharcado de mordomias.

A verdade é que o país não precisa de mais políticos, seja homem ou mulher. O país carece, sim, é de um Parlamento Nacional enxuto, com redução substancial da quantidade de políticos.

A qualidade representativa não está na quantidade política. E o exemplo mais negativo que testemunhamos é o abissal quadro do Congresso Nacional, com 513 deputados e 81 senadores, um verdadeiro circo de atores mambembes, com as suas exceções, que pouco produz e que dá despesa enorme ao Erário, quando se tem carência de recursos prementes nas áreas da Educação, Saúde e Segurança.