terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Vitória da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro


A oposição foi derrotada na Câmara Federal, de forma acachapante, por 340 votos a favor e 72 contra, chancelando a intervenção na segurança pública do RJ. Agora, nesta terça-feira (20), o Senado confirmou a intervenção.

PT, PC do B e Psol são três siglas partidárias mequetrefes, que só querem ver o circo pegar fogo. Mesmo diante de uma situação realística da insegurança pública no Rio de Janeiro, ainda assim os partidos preferem a picuinha e a politicagem rasteira para contrariar o governo federal, o qual, independente de sua ideologia, apenas fez cumprir a Constituição a uma situação incontestável por que passa o Estado do Rio de Janeiro.

Os deputados Alessandro Molon, Benedita da Silva, Celso Pansera, Chico Alencar, Glauber Braga, Jandira Feghali, Jean Wyllys, Luiz Sérgio e o suplente Wadih Damous deveriam ter mais responsabilidade, principalmente com seu Estado, em vez de engrossar o coro da rebeldia ao governo federal. Pois há momentos na vida que se devem esquecer as animosidades políticas para de forma solidária reunir forças e ideias para enfrentar questões cruciais, por exemplo, como as referentes à segurança de ir e vir de uma população.

É evidente que “agente não tem de estar sempre de acordo com a maioria”, como se manifestou Chico Alencar, mesmo porque as pessoas racionais devem saber distinguir o joio do trigo.

Mas é inaceitável que, diante da real situação da insegurança pública no RJ, suplicada solução pela grande maioria de sua população, venham Chico Alencar, Humberto Costa, Lindbergh Farias e outros insensatos políticos usar o subterrâneo da politica para tentar impedir que o povo carioca ou fluminense possa respirar um pingo de segurança em seu direito de ir e vir.

É mais que natural que os políticos contrários à intervenção sejam penalizados eleitoralmente na disputa pelo governo do Rio, bem como nas demais eleições em todo o país. O Brasil não pode ter cor partidária. Os políticos devem respeitar as necessidades dos Estados e da população.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Decreto presidencial a favor do Rio de Janeiro

Senador Humberto Costa (PT-PE),

Somente um parvajola de sua espécie tem o desplante e a insensibilidade de dizer que a intervenção na segurança pública do RJ pode comprometer a democracia.

Ridícula, parva e recheada de animosidade contra o governo federal, a sua manifestação só encontra amparo entre os bandidos, travestidos de políticos, que, diante de uma situação gravíssima, ainda usam a politicagem rasteira para alfinetar medida positiva a favor de todo o povo do RJ.

Gostaria de vê-lo morando com a sua família nas regiões periféricas cariocas, tendo de se deslocar todos os dias pela Linha Vermelha e outras vias conflagradas pelos narcotraficantes, sob intenso tiroteio diário, para agora vir fazer considerações despropositadas relativas à integridade de nossa democracia.

O corrupto governo do PT passou mais de 13 anos no poder e foi incapaz de trazer uma solução compartilhada com a administração carioca, e isso que Lula e Dilma eram amigos do outro corrupto, preso, Sérgio Cabral.

Agora, no maior descaramento, ouve-se desse senador que o PT votará contra a aprovação do decreto presidencial em prol da segurança pública carioca, com estapafúrdias justificativas.

Senador, deixe dessa cretinice extremada, desse ranço perverso e dessa picuinha pueril contra o governo federal, o qual apenas está tomando medida constitucional para salvaguardar a integridade física de ir e vir do povo carioca.

Não confunda alhos por bugalhos. Não confunda politicagem com política. Não traga para o problema carioca resquícios do atavismo medieval, da truculência, do desatino petista, diante de um problema tão grave.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Os novos ricos da Lava-Jato

Os profissionais do Direito deveriam zelar pela licitude da fonte que paga os seus honorários advocatícios. Senão, onde ficam a ética e a decência de advogados que recebem honorários sabidamente de origens ilegais? Por que até hoje a OAB e o Congresso não arrostaram a matéria, de maneira a moralizá-la?

A revista Veja, edição de 29/11/2017, estampa em sua capa, fumando charuto importado de R$ 350 reais a unidade, o criminalista Adriano Bretas, que enriqueceu na Lava-Jato: “Desfruto de um padrão de vida que jamais sonhei ter”.

Não se discute a competência profissional de ninguém para fazer jus aos polpudos honorários recebidos. O que nos chama a atenção é que a fonte pagadora desses honorários é de clientes encalacrados na Lava-Jato, a qual investiga justamente a indecorosidade desses clientes em operações irregulares de desvios dinheiro público.

É difícil acreditar que os honorários advocatícios dos novos ricos da Lava-Jato venham de fontes lícitas. A Receita Federal deveria investigar a legalidade desses honorários.

De todos os contribuintes nacionais é exigida por ocasião da declaração de Imposto de Renda a comprovação das receitas lícitas auferidas. Portanto, os honorários advocatícios não podem camuflar dinheiro oriundo de operações criminosas.

“A Lava-Jato produz uma nova casta de milionários: os advogados criminalistas pagos a peso de ouro para livrar das grades os ricos acusados de corrupção”.

Que certos empresários possam pagar a peso de ouro os seus defensores até não se discute. Mas políticos, por exemplo, como Palocci, Geddel Vieira, Lula, Renan, Jucá, Cabral e outros não têm cacife para bancar com recursos próprios a casta de advogados milionários. E Geddel Vieira mostrou muito bem de onde vem o dinheiro que paga os seus advogados: malas e mais malas abarrotadas de notas de reais e dólares, encontradas em seu bunker, em Salvador, na Bahia.

Assim, dinheiro ilícito está enriquecendo seletos grupos de advogados na Lava-Jato e precisa ser investigado.