A observação procedente do professo de Física, Maurício Girardi, representa o quadro negativo de como a Educação no Brasil é tratada com menoscabo pelas autoridades políticas, governamentais e educacionais. Quando o Ministério da Educação deveria estar defendendo o professor em sala de aula e em qualquer instância sobre a sua atuação docente e disciplinadora, o MEC se mostra inoperante e ausente, deixando os professores brasileiros à mercê dos leões. Por isso, hoje assistimos aos desmandos de alunos contra professores, porque não temos um órgão federal educacional de qualidade que administre com eficiência e discipline os problemas decorrentes da educação brasileira. E por incrível que pareça, o governo federal recentemente indicou para a pasta da Educação, um cidadão sem nenhum conhecimento da área, o político “profissional” Aloizio Mercadante.
“Publicada em 26 de janeiro de 2012
Correio do leitor: Carta de um professor
Porto Alegre (RS), 16 de julho de 2011
Caro Juremir (CORREIO DO POVO/POA/RS)
Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre , onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio. Pois bem, olha só o que me aconteceu: estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/06/11 e, talvez, “pela entrada do inverno”, resolveu também ir á aula uma daquelas “alunas-turista” que aparecem vez por outra para “fazer uma social”. Para rever os conhecidos. Por três vezes tive que pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos.
Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava de bastante atenção de todos, toca o celular da aluna, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula. Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender' e que o Colégio é um local aonde se vai para estudar. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria mais com ela.
Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa, sua mãe ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretoria da Escola.
Qual passo dado pela mãe? Polícia Civil!... Isso mesmo!... tive que comparecer no dia 13/07/11, na 8.ª (oitava Delegacia de Polícia de Porto Alegre) para prestar esclarecimentos por ter constrangido (“?”) uma adolescente (17 anos), que muito pouco frequenta as aulas e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores'. A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo!... Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil.
Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado. Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com frequência temas relacionados à educação, ''te peço, encarecidamente, que dediques umas linhas a respeito da violência que é perpetrada contra os professores neste país''.
Fica cristalina a visão de que, neste país:
Ø NÃO PRECISAMOS DE PROFESSORES Ø NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO
Ø AFINAL, PARA QUE SER UM PAÍS DE 1° MUNDO SE ESTÁ BOM ASSIM
Alguns exemplos atuais:
• Ronaldinho Gaúcho: R$ 1.400.000,00 por mês. Homenageado pela “Academia Brasileira de Letras"...
• Tiririca: R$ 36.000,00 por mês. Membro da “Comissão de Educação e Cultura do Congresso"...
TRADUZINDO: SÓ O SALÁRIO DO PALHAÇO, PAGA 30 PROFESSORES. PARA AQUELES QUE ACHAM QUE EDUCAÇÃO NÃO É IMPORTANTE: CONTRATE O TIRIRICA PARA DAR AULAS PARA SEU FILHO.
Um funcionário da empresa Sadia (nada contra) ganha hoje o mesmo salário de um “ACT” ou um professor iniciante, levando em consideração que, para trabalhar na empresa você precisa ter só o fundamental, ou seja, de que adianta estudar, fazer pós e mestrado? Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00… Moral da história: Os professores ganham pouco, porque “só servem para nos ensinar coisas inúteis” como: ler, escrever, pensar,formar cidadãos produtivos, etc., etc., etc....
SUGESTÃO: Mudar a grade curricular das escolas, que passariam a ter as seguintes matérias:
Ø Educação Física: Futebol;
Ø Música: Sertaneja, Pagode, Axé;
Ø História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira; Biografia dos Heróis do Big Brother; Evolução do Pensamento das "Celebridades"
Ø História da Arte: De Carla Perez a Faustão;
Ø Matemática: Multiplicação fraudulenta do dinheiro de campanha;
Ø Cálculo: Percentual de Comissões e Propinas;
Ø Português e Literatura: ?... Para quê ?...
Ø Biologia, Física e Química: Excluídas por excesso de complexidade.
Está bom assim? ... eu quero mais!...
ESSE É O NOSSO BRASIL ...
Vejam o absurdo dos salários no Rio de Janeiro (o que não é diferente do resto do Brasil)
Ø BOPE - R$ 2.260,00....................... para ........ Arriscar a vida;
Ø Bombeiro - R$ 960,00.....................para ........ Salvar vidas;
Ø Professor - R$ 728,00.....................para ........ Preparar para a vida;
Ø Médico - R$ 1.260,00......................para ........ Manter a vida;
E o Deputado Federal?.....R$ 26.700,00 (fora as mordomias, gratificações, viagens internacionais, etc., etc., etc., para FERRAR com a vida de todo mundo, encher o bolso de dinheiro e ainda gratificar os seus “bajuladores” apaniguados naquela manobrinha conhecida do “por fora vazenildo”!).
IMPORTANTE:
Faça parte dessa “corrente patriótica” um instrumento de conscientização e de sensibilização dos nossos representantes eleitos para as Câmaras Municipais, Assembleias Estaduais e Congresso Nacional e, principalmente, para despertar desse “sono egoísta” as autoridades que governam este nosso maravilhoso país, pois eles estão inertes, confortavelmente sentados em suas “fofas” poltronas, de seus luxuosos gabinetes climatizados, nem aí para esse povo brasileiro. Acorda Brasília, acorda Brasil!
Divulgue logo esta carta para todos os seus contatos. Infelizmente é o mínimo que, no momento, podemos fazer, mas já é o bastante para o Brasil conhecer essa "pouca vergonha". As próximas eleições estão chegando!”
Fonte:Institutojoaogoulart.org.br
sábado, 4 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O recrudescimento da paranoia preconceitual
Segundo artigo publicado por Brasil247, o governo paulista foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$54 mil à família negra que se sentiu atingida pelo fato de uma professora da 2ª série do ensino fundamental, de uma escola estadual pública, ter distribuído material pedagógico supostamente discriminatório em relação aos negros.
Trata-se de um exercício de redação, em sala de aula, que deveria ser desenvolvido em cima do seguinte título e texto: “Uma família diferente – Era uma vez uma família que existia lá no céu. O pai era o sol, a mãe era a lua e os filhinhos eram as estrelas. Os avós eram os cometas e o irmão mais velho era o planeta terra. Um dia apareceu um demônio que era o buraco negro. O sol e as estrelinhas pegaram o buraco negro e bateram, bateram nele. O buraco negro foi embora e a família viveu feliz.”
Uma das redações, apresentada por uma aluna de sete anos, chamava-se “Uma família colorida” e foi assim descrita: “Era uma vez uma família colorida. A mãe era vermelha, o pai era o azul, a mãe era a lua e os filhinhos eram o rosa. Havia um homem mau que era preto. Um dia, o preto decidiu ir lá na casa colorida. Quando chegou lá, ele tentou roubar os rosinhas, mas aí apareceu o poderoso azul e chamou a família inteira para ajudar a bater no preto. O preto disse: - Não me batam, eu juro que nunca mais vou me atrever a colocar os pés aqui. Eu juro. E assim o azul soltou o preto e a família viveu feliz para sempre”.
Em consequência disso, o governador Geraldo Alckmin foi alvo de detratores baratos, que aproveitaram o ensejo para fazer críticas à sua conduta governamental, como se ele fosse racista.
Senhores, assistimos ao recrudescimento da paranoia do preconceito racial em seu sentido mais amplo. Em torno do comércio espúrio das indenizações pecuniárias, idealizadas por corja de advogados solertes e de clientes mal intencionados, gira a maledicência da conceituação rasteira daqueles que agora deram para rotular de preconceito racial as várias manifestações do pensamento humano. Tudo agora pode ser considerado preconceito racial. E o nosso Judiciário, claudicante, também preconceituoso, cai na armadilha da avidez daqueles que querem levar vantagem monetária. E vejam a que ponto chega o extremismo da aberração: se o tema da redação falasse em buraco cinza, a menina fatalmente iria se referir ao homem do buraco cinza. Ora, buraco negro representa, simbolicamente, um lugar abissal. Confundir alhos por bugalhos de forma adrede é uma manifestação preconceituosa doentia.
No caso vertente, o que tem a ver o “cu com as calças”, para incriminar a figura do governador Alckmin? Essas reminiscências iradas de divergências políticas, que alguns guardam recôndito em suas índoles, têm que ser desarmadas. Ninguém pode se considerar superior a outrem, no plano da vida humana, para exigir tanto de seu próximo!
Embora o governador Alckmin represente o poder público paulista, temos que entender que nem tudo que seus comandados fazem leva a sua chancela. E assim acontece com todos os demais governantes.
As maledicências contra a figura do governador paulista são puras manifestações cavilosas políticas visando apenas a atingir e denegrir a sua imagem pública.
Trata-se de um exercício de redação, em sala de aula, que deveria ser desenvolvido em cima do seguinte título e texto: “Uma família diferente – Era uma vez uma família que existia lá no céu. O pai era o sol, a mãe era a lua e os filhinhos eram as estrelas. Os avós eram os cometas e o irmão mais velho era o planeta terra. Um dia apareceu um demônio que era o buraco negro. O sol e as estrelinhas pegaram o buraco negro e bateram, bateram nele. O buraco negro foi embora e a família viveu feliz.”
Uma das redações, apresentada por uma aluna de sete anos, chamava-se “Uma família colorida” e foi assim descrita: “Era uma vez uma família colorida. A mãe era vermelha, o pai era o azul, a mãe era a lua e os filhinhos eram o rosa. Havia um homem mau que era preto. Um dia, o preto decidiu ir lá na casa colorida. Quando chegou lá, ele tentou roubar os rosinhas, mas aí apareceu o poderoso azul e chamou a família inteira para ajudar a bater no preto. O preto disse: - Não me batam, eu juro que nunca mais vou me atrever a colocar os pés aqui. Eu juro. E assim o azul soltou o preto e a família viveu feliz para sempre”.
Em consequência disso, o governador Geraldo Alckmin foi alvo de detratores baratos, que aproveitaram o ensejo para fazer críticas à sua conduta governamental, como se ele fosse racista.
Senhores, assistimos ao recrudescimento da paranoia do preconceito racial em seu sentido mais amplo. Em torno do comércio espúrio das indenizações pecuniárias, idealizadas por corja de advogados solertes e de clientes mal intencionados, gira a maledicência da conceituação rasteira daqueles que agora deram para rotular de preconceito racial as várias manifestações do pensamento humano. Tudo agora pode ser considerado preconceito racial. E o nosso Judiciário, claudicante, também preconceituoso, cai na armadilha da avidez daqueles que querem levar vantagem monetária. E vejam a que ponto chega o extremismo da aberração: se o tema da redação falasse em buraco cinza, a menina fatalmente iria se referir ao homem do buraco cinza. Ora, buraco negro representa, simbolicamente, um lugar abissal. Confundir alhos por bugalhos de forma adrede é uma manifestação preconceituosa doentia.
No caso vertente, o que tem a ver o “cu com as calças”, para incriminar a figura do governador Alckmin? Essas reminiscências iradas de divergências políticas, que alguns guardam recôndito em suas índoles, têm que ser desarmadas. Ninguém pode se considerar superior a outrem, no plano da vida humana, para exigir tanto de seu próximo!
Embora o governador Alckmin represente o poder público paulista, temos que entender que nem tudo que seus comandados fazem leva a sua chancela. E assim acontece com todos os demais governantes.
As maledicências contra a figura do governador paulista são puras manifestações cavilosas políticas visando apenas a atingir e denegrir a sua imagem pública.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Vistoria periódica em edifício edilício
A tragédia ocorrida no centro do Rio de Janeiro, onde três prédios desabaram, serve de alerta aos poderes públicos – Prefeituras, Câmaras de Vereadores, Defesa Civil, Conselho Regional de Engenharia etc. – para criação de plano de vistoria periódica, fixada em lei, em prédios em construção ou já construídos, visando a garantir as condições de segurança desses imóveis.
É inadmissível que ainda hoje existam prédios construídos e habitados sem a competente certidão de Habite-se da prefeitura e de outros órgãos. Da mesma forma com relação aos prédios que passam por reformas. As prefeituras ao fazerem vistas grossas com essas irregularidades cometem, a meu ver, crime de prevaricação, capitulada no Art.319, do Código Penal. Ou seja, ao transigirem com a habitação irregular desses prédios deixam de praticar indevidamente, ato de ofício, que seria o funcionário exigir o regular cumprimento das normas de Habite-se.
Por outro lado, é de conhecimento geral que muitos proprietários de apartamentos edilícios realizam obras internas em seus imóveis, irresponsavelmente, demolindo paredes, furando ou descascando colunas, alterando os projetos de construção, enfim, causando comprometimento na estrutura do edifício, como, aliás, algumas autoridades técnicas já se manifestaram com relação ao episódio do Rio de Janeiro.
Assim, seria prudente que as autoridades municipais passassem a vistoriar com periodicidade todos os prédios de apartamentos existentes no município, ou que essa vistoria fosse realizada por qualquer empresa ou profissional habilitado pela prefeitura.
É inadmissível que ainda hoje existam prédios construídos e habitados sem a competente certidão de Habite-se da prefeitura e de outros órgãos. Da mesma forma com relação aos prédios que passam por reformas. As prefeituras ao fazerem vistas grossas com essas irregularidades cometem, a meu ver, crime de prevaricação, capitulada no Art.319, do Código Penal. Ou seja, ao transigirem com a habitação irregular desses prédios deixam de praticar indevidamente, ato de ofício, que seria o funcionário exigir o regular cumprimento das normas de Habite-se.
Por outro lado, é de conhecimento geral que muitos proprietários de apartamentos edilícios realizam obras internas em seus imóveis, irresponsavelmente, demolindo paredes, furando ou descascando colunas, alterando os projetos de construção, enfim, causando comprometimento na estrutura do edifício, como, aliás, algumas autoridades técnicas já se manifestaram com relação ao episódio do Rio de Janeiro.
Assim, seria prudente que as autoridades municipais passassem a vistoriar com periodicidade todos os prédios de apartamentos existentes no município, ou que essa vistoria fosse realizada por qualquer empresa ou profissional habilitado pela prefeitura.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A plateia dos tolerantes
Show de escárnio é uma deformação rasteira, proferida por aqueles que estão acostumados com o descumprimento de decisões judiciais brasileiras. Aliás, o ex-presidente Lula deixou a sua marca e mau exemplo de descumprimento de leis e de decisões jurídicas. Quanto ele reclamou que o TCU dificultava o seu governo ao considerar obras do PAC repletas de irregularidades? E o TCU apenas cumpria o seu papel fiscalizador das contas públicas! Recentemente, o Congresso Nacional, cooptado pelo PT, aprovou regras espúrias interferindo na Lei das Licitações Públicas. O PT tem dificuldade de conviver com as regras do Estado Democrático de Direito.
O pessoal do PT deveria fazer suas malas e ir morar em Cuba, com Fidel Castro. Mas os hipócritas petistas querem é ficar aqui no Brasil para abiscoitar também vantagens iguais às aposentadorias de Lula, que nunca trabalhou de verdade, e teve a audácia de afirmar que a saúde pública brasileira beirava a excelência, só que, quando ele contraiu câncer, foi ligeirinho tratar-se, à nossa custa, em hospital privado (Sírio Libanês), em vez de se dirigir ao SUS.
No Brasil, os desordeiros sem-terra invadem propriedades alheias, a Justiça manda desocupá-las, mas os defensores fajutos dos direitos humanos (dos bandidos) e demais hipócritas petistas saem em defesa dos invasores, como se aqui fosse uma republiqueta de bananas, sem leis. E até hoje a mentirosa promessa de reforma agrária petista foi apenas uma peça de ficção: surrealismo puro!
As cracolândias existem a céu aberto pelo Brasil e o governo federal petista até hoje não teve competência para combater os narcotraficantes e os problemas sociais decorrentes. Agora, quando o competente governo estadual paulista, cumprindo decisão judicial, manda desocupar propriedade invadida (favela do Pinheirinho), ou decide acabar com a cracolândia, os energúmenos e falsos moralistas petistas ou simpatizantes deflagram manifestações espasmódicas em favor dos atingidos. Grandes fariseus!
Desde a implantação do governo federal petista, o país assiste à consolidação das invasões não só de prédios públicos, mas também de propriedades privadas. E está na hora de se botar um basta nessas irregularidades.
O pessoal do PT deveria fazer suas malas e ir morar em Cuba, com Fidel Castro. Mas os hipócritas petistas querem é ficar aqui no Brasil para abiscoitar também vantagens iguais às aposentadorias de Lula, que nunca trabalhou de verdade, e teve a audácia de afirmar que a saúde pública brasileira beirava a excelência, só que, quando ele contraiu câncer, foi ligeirinho tratar-se, à nossa custa, em hospital privado (Sírio Libanês), em vez de se dirigir ao SUS.
No Brasil, os desordeiros sem-terra invadem propriedades alheias, a Justiça manda desocupá-las, mas os defensores fajutos dos direitos humanos (dos bandidos) e demais hipócritas petistas saem em defesa dos invasores, como se aqui fosse uma republiqueta de bananas, sem leis. E até hoje a mentirosa promessa de reforma agrária petista foi apenas uma peça de ficção: surrealismo puro!
As cracolândias existem a céu aberto pelo Brasil e o governo federal petista até hoje não teve competência para combater os narcotraficantes e os problemas sociais decorrentes. Agora, quando o competente governo estadual paulista, cumprindo decisão judicial, manda desocupar propriedade invadida (favela do Pinheirinho), ou decide acabar com a cracolândia, os energúmenos e falsos moralistas petistas ou simpatizantes deflagram manifestações espasmódicas em favor dos atingidos. Grandes fariseus!
Desde a implantação do governo federal petista, o país assiste à consolidação das invasões não só de prédios públicos, mas também de propriedades privadas. E está na hora de se botar um basta nessas irregularidades.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Indolentes e incompetentes
O secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanir Paiva Ferreira, morreu quinta-feira (19) de infarto, em Brasília, após ter atendimento hospitalar particular negado porque o seu plano de saúde não foi aceito e o secretário não portava cheque, exigido para a caução. A presidente Dilma Rousseff determinou apuração sobre as circunstâncias da morte do secretário.
A coisa muda de figura quando o calo dói no pé da corte palaciana. Foi só um de seus súditos sofrer tratamento inadequado, para a chefia se manifestar. Mas não deveria ser assim...
O que revela que não temos autoridades zelosas para fiscalizar os serviços públicos e privados prestados aos cidadãos brasileiros. Se a mídia brasileira não denunciasse as irregularidades gerais que ocorrem no país, nenhuma providência seria tomada.
O que ocorreu com o funcionário do governo caracteriza muito bem o alto grau mercantilista que tomou conta da saúde no Brasil, sem que se tomem medidas para coibir. Casos da mesma gravidade vêm ocorrendo com outros brasileiros. Está passando da hora de nossas autoridades governamentais administrarem com mais cuidado os negócios internos do país, pois a impressão que se tem é que os nossos governos não sabem o que se passa no país. Ou se sabem, mostram-se indolentes e incompetentes para agir.
Infelizmente, é preciso que todos os dias aconteçam alguma coisa negativa de repercussão nacional, para que os governos se manifestem. Os governos só se preocupam com os seus interesses políticos e se esquecem do cotidiano nacional.
A coisa muda de figura quando o calo dói no pé da corte palaciana. Foi só um de seus súditos sofrer tratamento inadequado, para a chefia se manifestar. Mas não deveria ser assim...
O que revela que não temos autoridades zelosas para fiscalizar os serviços públicos e privados prestados aos cidadãos brasileiros. Se a mídia brasileira não denunciasse as irregularidades gerais que ocorrem no país, nenhuma providência seria tomada.
O que ocorreu com o funcionário do governo caracteriza muito bem o alto grau mercantilista que tomou conta da saúde no Brasil, sem que se tomem medidas para coibir. Casos da mesma gravidade vêm ocorrendo com outros brasileiros. Está passando da hora de nossas autoridades governamentais administrarem com mais cuidado os negócios internos do país, pois a impressão que se tem é que os nossos governos não sabem o que se passa no país. Ou se sabem, mostram-se indolentes e incompetentes para agir.
Infelizmente, é preciso que todos os dias aconteçam alguma coisa negativa de repercussão nacional, para que os governos se manifestem. Os governos só se preocupam com os seus interesses políticos e se esquecem do cotidiano nacional.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
A má conduta de um deputado federal
Quando se fala que o Parlamento nacional é constituído de gente da pior espécie – culpa da obrigatoriedade do voto e de nosso tupiniquim eleitor que revela não ter capacidade para eleger indivíduo direito, honesto e competente -, a prova está no comportamento indecoroso do deputado federal Dionilso Marcon (PT-RS), que talvez pense que tenha imunidade parlamentar para praticar infrações penais fora das dependências da Câmara Federal.
Pois bem, o representante petista dos assentamentos ilegais dos sem-terra, homem rude e sem nenhuma escolaridade para o desempenho de um mandato político, deve achar-se muito importante depois que passou a exercer mandato político. Certamente, deve confundir os desmandos dos sem-terra, sem punição, para vir praticar uma série de infrações no trânsito e continuar a sua vida irregular de desobediência às normas formais que regem o comportamento de todas as pessoas civilizadas.
Segundo notícias do G1 RS, “O deputado federal Dionilso Marcon (PT-RS) foi flagrado na noite desta segunda-feira (16) realizando uma ultrapassagem em local proibido em um das rodovias mais movimentadas do Rio Grande do Sul, a BR-158, em Cruz Alta, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Além disso, ele dirigia com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa.
O deputado foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil da cidade, onde foi feito um boletim de ocorrência e ele teve a carteira de motorista apreendida. No sistema do Detran, ele aparece com 101 infrações de trânsito, que vão desde excesso de velocidade até dirigir sem cinto de segurança.
Dionilso foi procurado pela reportagem do G1 na segunda-feira (16) e manhã de terça (17), mas não atendeu ao telefone celular. De acordo com o gabinete do parlamentar, ele se encontra em um assentamento em Jóia, onde não há sinal para telefone celular”.
Por ser um reincidente em infrações de trânsito, a sua carteira de habilitação deveria ter sido cassada há muito tempo para salvaguardar a integridade de terceiros. Trata-se como se observa de um elemento perigoso, desobediente às regras comportamentais, que usa indevidamente a direção de um carro sem licença para dirigir, infringindo normas de trânsito e maculando o decoro comportamental não condizente com uma figura pública em exercício de mandato político, de quem se espera ilibada conduta como requisito necessário para poder exercer suas funções legislativas.
Ao transgredir conscientemente o Código Nacional de Trânsito, violando a suspensão do direito de dirigir – Art.307, o deputado revela ser um parlamentar irresponsável, que não tem envergadura para exercer mandato político. Daí a dificuldade de endurecimento das leis brasileira para punição de seus infratores, porque quando é para aprovar leis que tragam em seu bojo a intensificação de punição, deputados relapsos e transgressores, da estirpe de Dionilso Marcon, sempre estão de plantão para votar contra porque também são potenciais infratores. Se o Conselho de Ética da Câmara Federal atuasse com imparcialidade e respeito público, deveria recomendar a cassação desse parlamentar.
Pois bem, o representante petista dos assentamentos ilegais dos sem-terra, homem rude e sem nenhuma escolaridade para o desempenho de um mandato político, deve achar-se muito importante depois que passou a exercer mandato político. Certamente, deve confundir os desmandos dos sem-terra, sem punição, para vir praticar uma série de infrações no trânsito e continuar a sua vida irregular de desobediência às normas formais que regem o comportamento de todas as pessoas civilizadas.
Segundo notícias do G1 RS, “O deputado federal Dionilso Marcon (PT-RS) foi flagrado na noite desta segunda-feira (16) realizando uma ultrapassagem em local proibido em um das rodovias mais movimentadas do Rio Grande do Sul, a BR-158, em Cruz Alta, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Além disso, ele dirigia com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa.
O deputado foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil da cidade, onde foi feito um boletim de ocorrência e ele teve a carteira de motorista apreendida. No sistema do Detran, ele aparece com 101 infrações de trânsito, que vão desde excesso de velocidade até dirigir sem cinto de segurança.
Dionilso foi procurado pela reportagem do G1 na segunda-feira (16) e manhã de terça (17), mas não atendeu ao telefone celular. De acordo com o gabinete do parlamentar, ele se encontra em um assentamento em Jóia, onde não há sinal para telefone celular”.
Por ser um reincidente em infrações de trânsito, a sua carteira de habilitação deveria ter sido cassada há muito tempo para salvaguardar a integridade de terceiros. Trata-se como se observa de um elemento perigoso, desobediente às regras comportamentais, que usa indevidamente a direção de um carro sem licença para dirigir, infringindo normas de trânsito e maculando o decoro comportamental não condizente com uma figura pública em exercício de mandato político, de quem se espera ilibada conduta como requisito necessário para poder exercer suas funções legislativas.
Ao transgredir conscientemente o Código Nacional de Trânsito, violando a suspensão do direito de dirigir – Art.307, o deputado revela ser um parlamentar irresponsável, que não tem envergadura para exercer mandato político. Daí a dificuldade de endurecimento das leis brasileira para punição de seus infratores, porque quando é para aprovar leis que tragam em seu bojo a intensificação de punição, deputados relapsos e transgressores, da estirpe de Dionilso Marcon, sempre estão de plantão para votar contra porque também são potenciais infratores. Se o Conselho de Ética da Câmara Federal atuasse com imparcialidade e respeito público, deveria recomendar a cassação desse parlamentar.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O que faz um deputado federal?
Segundo o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP), “Os deputados federais têm como principais responsabilidades representar o povo brasileiro, elaborar leis e fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Também são prerrogativas da Câmara dos Deputados, entre outras coisas, a autorização para instauração de processos contra o Presidente e Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado; a tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas no prazo constitucional.”
Bem, tudo seria ótimo se na prática os parlamentares realmente cumprissem todas as suas obrigações. Mas poucos são os parlamentares que desempenham seus mandatos com correção. A maioria faz do Parlamento cabide de emprego ou meios para tirar vantagem para si ou para os grupos que representam. Desrespeitam o voto do eleitor e pouco fazem para realizar os anseios da sociedade. Não elaboram leis de interesses sociais, mas se rendem ao Poder Executivo, principalmente a base de apoio ao governo, para aprovar a enxurrada de (imorais) medidas provisórias, que não foram elaborados pelo Poder Legislativo, ao qual competiria elaborar e votar as leis do país.
O Parlamento, ao contrário do que informa o deputado Vaccarezza, não fiscaliza a aplicação do dinheiro público, haja vista o quadro deplorável de corrupção envolvendo políticos e apaniguados locupletando-se com dinheiro público, lamentavelmente. E, por incrível que pareça, quem fiscaliza, no Brasil, a aplicação do dinheiro público é a briosa mídia nacional, que tem denunciado o mundo das falcatruas envolvendo políticos brasileiros.
Ademais, o nosso Congresso Nacional é incompetente e tendencioso e cuja maioria defende as irregularidades do governo. Vejam as dificuldades para a instauração de CPI. As CPIs têm se constituído em arenas de circos, em que os parlamentares do governo, imoralmente, não deixam a sociedade punir os políticos corruptos. Em síntese, temos um Congresso Nacional inchado e inoperante, que só dá despesa ao país.
Bem, tudo seria ótimo se na prática os parlamentares realmente cumprissem todas as suas obrigações. Mas poucos são os parlamentares que desempenham seus mandatos com correção. A maioria faz do Parlamento cabide de emprego ou meios para tirar vantagem para si ou para os grupos que representam. Desrespeitam o voto do eleitor e pouco fazem para realizar os anseios da sociedade. Não elaboram leis de interesses sociais, mas se rendem ao Poder Executivo, principalmente a base de apoio ao governo, para aprovar a enxurrada de (imorais) medidas provisórias, que não foram elaborados pelo Poder Legislativo, ao qual competiria elaborar e votar as leis do país.
O Parlamento, ao contrário do que informa o deputado Vaccarezza, não fiscaliza a aplicação do dinheiro público, haja vista o quadro deplorável de corrupção envolvendo políticos e apaniguados locupletando-se com dinheiro público, lamentavelmente. E, por incrível que pareça, quem fiscaliza, no Brasil, a aplicação do dinheiro público é a briosa mídia nacional, que tem denunciado o mundo das falcatruas envolvendo políticos brasileiros.
Ademais, o nosso Congresso Nacional é incompetente e tendencioso e cuja maioria defende as irregularidades do governo. Vejam as dificuldades para a instauração de CPI. As CPIs têm se constituído em arenas de circos, em que os parlamentares do governo, imoralmente, não deixam a sociedade punir os políticos corruptos. Em síntese, temos um Congresso Nacional inchado e inoperante, que só dá despesa ao país.
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