terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gleisi lamenta acolhimento de denúncia na Lava Jato: “Profunda tristeza” | Congresso em Foco

Gleisi lamenta acolhimento de denúncia na Lava Jato: “Profunda tristeza” | Congresso em Foco

Mais uma vez a senadora Gleisi Hoffmann terá que respeitar o STF, da mesma forma como o Supremo se manifestou pela legalidade da cassação de Dilma Rousseff.
A sua defesa já se esvazia pela unanimidade dos ministros que aceitaram o seu indiciamento. Dilma também disse que no momento certo iria se defender e deu no que deu. A senadora e seu esposo, que pouco trabalhou no BB, pensavam, igual ao LULA, que podiam virar este país de cabeça para baixo e que nada aconteceria. Pois se enganaram redondamente. 
O que está acontecendo com a cambada de biltres, que articularam dominar este país, é o resultado substantivo da voz rouca das ruas, que exigiram a exorcização dos políticos corruptos do país.
Enquanto políticos, mascarados de vestal inquebrantável, se utilizavam de recursos ilícitos - desviados do Erário (das contribuições dos trabalhadores e empresários honestos), das empresas pública, como a Petrobras, bem como dos velhinhos aposentados que se utilizavam do empréstimo consignado - para custear o escandaloso gasto de campanhas políticas e o regalo de escroques da coisa pública, o governo alardeava que não havia dinheiro suficiente para atender ao tripé EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA, porque os gatunos oficiais políticos se locupletavam como podiam.
Gleisi vai ter a oportunidade de se defender do indefensável, pois as provas testemunhais e documentais são robustas na Operação Lava-Jato.
Nada como um dia depois do outro. O Brasil quer ver Lula, Dilma, José Dirceu, Gleisi, Paulo Bernardo, Palocci, Mantega, Elenice, Mercadante, Renan, Romero e outros mentecaptos safados na cadeia, para servir de exemplo à nossa juventude.

Deputados com acusação criminal disputam a eleição | Congresso em Foco

Deputados com acusação criminal disputam a eleição | 
em Foco

Vergonhoso! A CF é culpada por garantir até o julgamento a inocência do acusado. Mas para os casos políticos ou de candidaturas, a exceção deveria ser arguida pelo TSE para que fosse moralizada a política nacional. Por outro lado, a chicana jurídica, manobrada pelos candidatos através de advogados solertes e bem remunerados, atua dentro do Judiciário brasileiro para procrastinar as ações e até levá-las à prescrição, como foi o caso do senador Jader Barbalho.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Vice-líder do PT critica PF por prisão de Mantega: “Prender no hospital é covardia” | Congresso em Foco

Vice-líder do PT critica PF porprisão de Mantega: “Prender no hospital é covardia” | Congresso em Foco

Vai plantar pimenta, deputado poltrão! Covardia é o filhote do LULA, que não teve coragem de responder às críticas contundentes do deputado Nelson Marchezan Junior, em Plenário.  Lambe-cu do Lula. Capacho ordinário do PT. O ministro decano do STF considerou irreparável a atitude da Polícia Federal. 
Quando o maior ladrão da política nacional, LULA, for brevemente preso, quero ver esse guaipeca ordinário deputado choramingando.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Recriação do Ministério da Cultura



Governo recua e recria Ministério da Cultura, por Medida Provisória, que foi aprovada no Senado e agora vai para sanção presidencial.

Além de restabelecer o Ministério da Cultura, o projeto cria a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a da Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, ambas no Ministério da Justiça.

Por solicitação do senador Humberto Costa (PT-PE), o Plenário votou separadamente uma emenda que havia sido rejeitada pela comissão mista. Da deputada Erika Kokay (PT-DF), a emenda recriaria o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, que foi dissolvido em secretarias especiais incorporadas ao Ministério da Justiça. A sugestão, graças ao bom senso, foi rejeitada.

Veja a audácia do oráculo, senador Humberto Costa (PT-PE), que se autoproclama visionário de que o Ministério da Justiça não teria condições de gerir as políticas públicas destinadas a esses grupos sociais, uma vez que é comandado por “pessoas de perfil autoritário”. Mais autoritário do que foi o governo do PT, que impôs ao país ideias partidárias marxistas, inclusive na escola básica, não tem similar.

Tem razão o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) ao afirmar que a criação de secretarias dentro de uma estrutura ministerial já existente contribui para um Estado “eficiente, focado e forte na sua autoridade”. Para Aloysio, o PT criava ministérios para “abrigar apaniguados”. E é a pura verdade, pois a pelegada apadrinhada, em busca do emprego fácil, inundava as instituições púbicas federais, inchadas de incompetentes parasitas, que desfrutavam da sinecura arranjada pelo PT para que este se beneficiasse do dízimo obrigatório, exigido de cada filiado empregado.

Faz parte do jogo sujo do PT, agora, na oposição, rejeitar as medidas positivas do atual governo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Senador quer tirar assessores e carros oficiais de Collor e Dilma | Congresso em Foco

Senador quer tirar assessores e carros oficiais de Collor e Dilma | Congresso em Foco


Absolutamente certo o senador Álvaro Dias. Num país de miseráveis, ainda se tem de suportar gastos com políticos cassados? Mesmos os ex-presidentes, que não foram cassados, não deveriam ter tais privilégios. No máximo, deveriam gozar dos serviços, por 5 anos. Essas aberrações subsistem pela omissão do povo, que não se manifesta.
Assim, o país precisa ser passado a limpo em vários segmentos. Como o Congresso pode ser merecedor de credibilidade social, se ele compactua com imoralidades, como as denunciadas pelo senador Álvaro Dias, as quais, aliás, já deveriam ter sido objeto de extinção há muito tempo?
O fato vertente tem semelhança com o subsidio de pensão vitalícia abiscoitada pelos ex-governadores, que fere frontalmente a Carta de 1988.

Ministro ataca decisão do impeachment: “Presidente do STF não deveria participar de manobras” | Congresso em Foco

Ministro ataca decisão do impeachment: “Presidente do STF não deveria participar de manobras” | Congresso em Foco