terça-feira, 1 de dezembro de 2015
República da lama
O país está transformado em uma República da lama. As denúncias de corrupção ou de irregularidades envolvendo os presidentes do Legislativo Federal, o ex-presidente Lula, Dilma Rousseff, deputados e senadores, tesoureiro de partido, empreiteiras, doleiro e demais corruptos, denunciam que o Brasil tomou uma direção que somente uma entidade poderosa poderá sustar o descaminho desta nação, barrar a corrupção política, bem como fazer uma varredura ética na política nacional. E para culminar, o STF determinou de forma inusitada a prisão de um senador da República.
A corrupção política no Brasil pode ser comparada ao comércio ilegal de drogas, que enriquece grupos mafiosos poderosos e que até agora tem se mostrado insolúvel para as nossas autoridades.
Ser político no Brasil é um grande negócio, é uma dádiva caída do céu, dadas as vantagens auferidas: poderes, mordomias, altos salários e meio de fluir interesses particulares. Dificilmente quem se lança na política quer deixar a “vida espinhosa”: advogados, engenheiros, médicos, bancários, funcionários públicos, professores etc. Política não poderia ser confundida como a arte de tirar proveio da coisa pública, mas infelizmente só existem vivaldinos se aproveitando da política.
No Brasil, não há político inocente. Quem não se locupleta com mais, se locupleta com menos. Se fosse feita uma auditoria na vida de cada político, certamente, a maioria cairia na malha fina. Por isso, não causou nenhuma surpresa o escândalo do mensalão e agora do petrolão, aliás, o segundo é continuação do primeiro.
A pouca-vergonha é tão grande que políticos denunciados na Operação Lava-Jato, em coro uníssono, ou negam descaradamente, ou afirmam que as contribuições recebidas eram legais e estão devidamente registradas no Tribunal Eleitoral. Mas a delação premiada, que tem credibilidade legal, desmascara os políticos parlapatões, inclusive tem repatriado dinheiro ilícito depositado em conta no exterior, bem como exposto ao país o patrimônio excessivo ostentado por alguns políticos ou ex-políticos, como Lula e Fernando Collor.
Quando se imaginaria a quantidade de políticos denunciados por corrupção ou um senador ser preso por ordem do STF? É a hecatombe política eclodindo no subterrâneo putrefato da República. Uma vergonha!
Que esperança no Brasil tem a nossa juventude ao assistir desfilar no cenário político um bando de elementos eleitos e envolvidos na Operação Lava-Jato? Vejam alguns dos indecorosos: Lula, Dilma, Collor, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, José Agripino, Jader Barbalho, Humberto Costa, Aloizio Mercadante, Delcídio do Amaral etc.
Não é este o país que desejamos, de corrupção, de muita injustiça, de governos falaciosos e incompetentes. Queremos um país operoso de políticos dignos e identificados com os valores éticos e morais, que respeitem os ordenamentos jurídicos, que não cometam pedaladas fiscais ou outros abusos inconstitucionais, que não mascarem de lícitas as suas campanhas políticas patrocinadas com dinheiro ilícito, que cumpram os projetos prometidos em campanha, que não transijam com irregularidades e que saibam, entre outras coisas, assumir os seus erros e respeitar o desejo da maioria do provo brasileiro.
Hoje temos um país triste, mergulhado em escândalo de corrupção, com um governo de popularidade no chão, ameaçado de impeachment e com a economia em frangalhos: inflação, desemprego, fechamento de empresas e a reputação do país em baixa no cenário mundial. E, vergonhosamente, pressionado pele crise econômica que se agrava, o governo se rende e entrega o comando da nação ao Lula e a seus aliados do PMDB, e ainda por cima convoca o povo a pagar a conta do governo com a proposta da volta da CPMF.
Agora, nesta República da lama, o país assiste ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, se equilibrar para não ser cassado por corrupção, e à presidente Dilma, da mesma forma, tentando selar acordo com Eduardo para que ambos sobrevivam à hecatombe.
República da lama
O país está transformado em uma República da lama. As denúncias de corrupção ou de irregularidades envolvendo os presidentes do Legislativo Federal, o ex-presidente Lula, Dilma Rousseff, deputados e senadores, tesoureiro de partido, empreiteiras, doleiro e demais corruptos, denunciam que o Brasil tomou uma direção que somente uma entidade poderosa poderá sustar o descaminho desta nação, barrar a corrupção política, bem como fazer uma varredura ética na política nacional. E para culminar, o STF determinou de forma inusitada a prisão de um senador da República.
A corrupção política no Brasil pode ser comparada ao comércio ilegal de drogas, que enriquece grupos mafiosos poderosos e que até agora tem se mostrado insolúvel para as nossas autoridades.
Ser político no Brasil é um grande negócio, é uma dádiva caída do céu, dadas as vantagens auferidas: poderes, mordomias, altos salários e meio de fluir interesses particulares. Dificilmente quem se lança na política quer deixar a “vida espinhosa”: advogados, engenheiros, médicos, bancários, funcionários públicos, professores etc. Política não poderia ser confundida como a arte de tirar proveio da coisa pública, mas infelizmente só existem vivaldinos se aproveitando da política.
No Brasil, não há político inocente. Quem não se locupleta com mais, se locupleta com menos. Se fosse feita uma auditoria na vida de cada político, certamente, a maioria cairia na malha fina. Por isso, não causou nenhuma surpresa o escândalo do mensalão e agora do petrolão, aliás, o segundo é continuação do primeiro.
A pouca-vergonha é tão grande que políticos denunciados na Operação Lava-Jato, em coro uníssono, ou negam descaradamente, ou afirmam que as contribuições recebidas eram legais e estão devidamente registradas no Tribunal Eleitoral. Mas a delação premiada, que tem credibilidade legal, desmascara os políticos parlapatões, inclusive tem repatriado dinheiro ilícito depositado em conta no exterior, bem como exposto ao país o patrimônio excessivo ostentado por alguns políticos ou ex-políticos, como Lula e Fernando Collor.
Quando se imaginaria a quantidade de políticos denunciada por corrupção ou um senador sendo preso por ordem do STF? É a hecatombe política eclodindo no subterrâneo putrefato da República. Uma vergonha!
Que esperança no Brasil tem a nossa juventude ao assistir desfilar no cenário político um bando de elementos eleitos e envolvido na Operação Lava-Jato? Vejam alguns dos indecorosos: Lula, Dilma, Collor, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, José Agripino, Jader Barbalho, Humberto Costa, Aloizio Mercadante, Delcídio do Amaral etc.
Não é este o país que desejamos, de corrupção, de muita injustiça, de governos falaciosos e incompetentes. Queremos um país operoso de políticos dignos e identificados com os valores éticos e morais, que respeitem os ordenamentos jurídicos, que não cometam pedaladas fiscais ou outros abusos inconstitucionais, que não mascarem de lícitas as suas campanhas políticas patrocinadas com dinheiro ilícito, que cumpram os projetos prometidos em campanha, que não transijam com irregularidades e que saibam, entre outras coisas, assumir os seus erros e respeitar o desejo da maioria do provo brasileiro.
Hoje temos um país triste, mergulhado em escândalo de corrupção, com um governo de popularidade no chão, ameaçado de impeachment e com a economia em frangalhos: inflação, desemprego, fechamento de empresas e a reputação do país em baixa no cenário mundial. E, vergonhosamente, pressionado pele crise econômica que se agrava, o governo se rende e entrega o comando da nação ao Lula e a seus aliados do PMDB, e ainda por cima convoca o povo a pagar a conta do governo com a proposta da volta da CPMF.
Agora, nesta República da lama, o país assiste ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, se equilibrar para não ser cassado por corrupção, e a presidente Dilma da mesma forma tentando selar acordo com Eduardo para que ambos sobrevivam à hecatombe.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Filho de Cerveró ferra Delcídio do Amaral
Cai a máscara de mais um político. Bernardo Ceveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, gravou conversa comprometedora do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado. A gravação foi feita por discordar do plano do senador, do advogado Edson Ribeiro e do banqueiro André Esteves. Pelo plano, Cerveró deveria omitir acusações contra Delcídio e Esteves e, depois de firmar acordo de delação premiada, fugiria para a Espanha.
E agora, qual será a estratégia do PT para melar a Operação Lava-Jato visando a absolver os seus corruptos? Só falta o PT levantar a não autenticidade da gravação.
Aqui está um exemplar de político, que denigre a imagem do Parlamento: Delcídio do Amaral. Tira onda de bom moço, mas não passa de um espertalhão, sempre vivendo à custa do Erário. Trata-se de mais um político, que usa a esperteza criminosa de agir em seu proveito e em defesa da quadrilha que protege.
Neste período de governança petista tudo acontece de podre, até um senador da República tem a sua prisão decretada pela Suprema Corte. Uma vergonha!
A gravação da conversa corrupta com Delcidio do Amaral, além de altamente comprometedora, denuncia a forma capciosa como os integrantes do PT agem para minar a operação Lava-Jato. É por isso que as CPIs relacionadas à Lava-Jato geralmente não alcançam o êxito desejado.
A armação preparada por Delcídio do Amaral para livrar a responsabilidade de corruptos do petrolão é tão séria que o ministro do STF, Teori Zavascki, não teve alternativa senão determinar a sua prisão.
O mínimo que se espera do Senado é proceder à imediata cassação de mandato do senador Delcídio do Amaral. É simplesmente lamentável que uma liderança partidária, no Senado, não tenha comportamento republicano de moralidade pública.
Enquanto o povo passa necessidade e anda desempregado, político corrupto como Delcídio do Amaral mama nas tetas do Erário com dinheiro dos contribuintes.
Política - Líder do governo no Senado é preso pela Polícia Federal - Jornal A Notícia
Política - Líder do governo no Senado é preso pela Polícia Federal - Jornal A Notícia
Aqui está um exemplar de político, que denigre a imagem do Parlamento: Delcídio Amaral. Tira onda de bom moço, mas não passa de um espertalhão sempre vivendo à custa do Erário. Trata-se de mais um político, que usa a esperteza criminosa de agir em seu proveito e em defesa da quadrilha, que assalta o país. Neste período de governança petista tudo acontece de podre, até um senador da República ser preso com autorização da Suprema Corte: uma vergonha!
Aqui está um exemplar de político, que denigre a imagem do Parlamento: Delcídio Amaral. Tira onda de bom moço, mas não passa de um espertalhão sempre vivendo à custa do Erário. Trata-se de mais um político, que usa a esperteza criminosa de agir em seu proveito e em defesa da quadrilha, que assalta o país. Neste período de governança petista tudo acontece de podre, até um senador da República ser preso com autorização da Suprema Corte: uma vergonha!
sábado, 14 de novembro de 2015
STF proíbe doações ocultas aprovadas no Congresso | Congresso em Foco
STF proíbe doações ocultas aprovadas no Congresso | Congresso em Foco
AINDA BEM QUE O STF CORRIGIU UM TREMENDO GOLPE NA MORALIDADE ELEITORAL. SOMENTE PARLAMENTARES DE TENDÊNCIAS CORRUPTAS , QUE SEMPRE QUISERAM MASCARAR A VERDADE E ESCONDER OS SEUS CORRUPORES DE CAMPANHIA POLÍTICA, VOTARAM PELA DOAÇAO PRIVADA SEM IDENTIFICAÇÃO DOS DOADORES, USANDO UM ARREMEDO DE REFORMA POLÍTICA.
AINDA BEM QUE O STF CORRIGIU UM TREMENDO GOLPE NA MORALIDADE ELEITORAL. SOMENTE PARLAMENTARES DE TENDÊNCIAS CORRUPTAS , QUE SEMPRE QUISERAM MASCARAR A VERDADE E ESCONDER OS SEUS CORRUPORES DE CAMPANHIA POLÍTICA, VOTARAM PELA DOAÇAO PRIVADA SEM IDENTIFICAÇÃO DOS DOADORES, USANDO UM ARREMEDO DE REFORMA POLÍTICA.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
O país precisa mudar
O Brasil não tem tempo de esperar para o ano que vem o julgamento das contas presidenciais, disse a presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), ao questionar despacho do presidente do Senado, Renan Calheiros, que concedeu ao governo prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 15, para que faça sua defesa, se desejar, em relação às irregularidades apontadas em relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas do governo Dilma Rousseff no exercício de 2014. Fonte: Congressoemfoco.
O presidente do Senado ao decidir conceder prazo para a presidente Dilma se manifestar acerca da decisão do TCU demonstra estar em total dissintonia com a realidade das ruas brasileiras, bem como age na contramão da moralidade política, exigida pela sociedade nacional.
Não poderá haver, no caso, decisão política que contrarie a decisão de nossa corte de contas, cuja única finalidade é auditar as contas públicas, senão melhor seria recomendar a extinção do tribunal.
O caso das pedalas fiscais é grave. A partir de algum momento o país tem que começar a mudar a sua forma solerte de agir. A manifestação do tribunal foi por unanimidade de rejeição das contas governamentais, e isso tem que ser levado em
conta pelo Congresso Nacional independentemente de quem seja o governo ou partido.
Estranha-se a condescendência ao ainda dar prazo para o governo manifestar-se. Não poderá haver acordo em nome de interesse que não seja pela moralidade e pelo respeito aos valores republicanos. Não precisa ser jurista para saber que as pedaladas fiscais desrespeitaram o Art. 85 da Constituição Federal, que trata dos crimes de responsabilidade do Presidente da República.
Assim, qualquer tentativa do Congresso em afrontar o veredicto do TCU, absolvendo a conduta ilegal da presidente da República, configurar-se-á, isso sim, um autêntico golpe constitucional
domingo, 1 de novembro de 2015
O garnisé folgado, Sibá Machado
O deputado Sibá Machado (PT-AC), em momento de fúria na Câmara Federal, respondeu de forma incivilizada a um grupo de manifestantes que exigia o impeachment de Dilma Rousseff, ao mostrar o seu lado autoritário: “Eu vou juntar gente e botar vocês pra correr daqui do Congresso. Bando de vagabundos! Vocês são vagabundos! Vamos pro pau com vocês agora”.
Esse Parlamento nacional está um verdadeiro picadeiro, onde desfilam políticos mais identificados com saltimbancos. Políticos medíocres que apenas servem para proteger corruptos. Não valem um vintém. Políticos oportunistas que largam suas profissões certamente por serem incompetentes e por vislumbrarem na ribalta do poder a oportunidade de descolar um salário mais atraente.
Quem é Sibá Machado para chamar manifestantes de vagabundos, em pleno estado democrático de direito? Sibá não tem estatura para estar no Parlamento. Se se candidatasse por um Estado de maior expressão, correria o risco de não se eleger vereador.
Os vagabundos ameaçados por esse desprezível deputado são aqueles trabalhadores e pais de família, contribuintes nacionais - que não vivem da sinecura política e que são diariamente tungados com alta carga tributária, sem retorno em serviços públicos de qualidade – que sustentam os salários da Câmara Federal. Sibá Machado devia ter mais respeito, educação e civilidade política.
O ditado “cachorro que ladra não morde”, lhe cai perfeitamente. Gostaria de vê-lo fora do Parlamento se dirigir aos cidadãos com desrespeito, pois, com certeza, iria levar uma merecida surra. Como disse um cidadão que se manifestou na internet: “Sibá não aguenta um peido.”.
O deputado Sibá Machado devia estar envergonhado da lama produzida por seu partido e correligionários. Inclusive o Lula disse que 204 milhões de brasileiros sabem que Dilma mentiu na campanha ao prometer o que não fez.
O garnisé folgado, Sibá Machado, devia respeitar as manifestações democráticas, bem como reconhecer os erros de seu partido e deixar de se comportar como fantoche do PT.
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