terça-feira, 1 de maio de 2018
Tragédia anunciada no centro de São Paulo
Prédio de 24 andares, pertencente à União e ocupado por invasores, desaba em incêndio no centro de São Paulo. Uma tragédia anunciada que a prefeitura, por incompetência e negligência, não soube evitar.
Administrar uma cidade requer acima de tudo competência e responsabilidade. Ser político apenas ou portador de alguns cursos acadêmicos não credencia quem não tem experiência administrativa. E o resultado desses engomadinhos à frente da administração pública já é bastante conhecido.
Muitos prédios abandonados da União, dos estados e municípios existem pelo país afora sem que as autoridades tomem medidas preventivas para impedir tais ocorrências. No entando, quando ocorre um fato como o de São Paulo, geralmente o responsável pelo patrimônio público tenta tirar o corpo fora com evasivas as mais estultas, como agora se ouviu do atual prefeito de SP, Bruno Covas: “Não cabe à prefeitura retirar as pessoas do local. O pedido de reintegração de posse tem quer ser feito pelo dono do prédio.”
Mesmo que os invasores não permitissem, a prefeitura tem a responsabilidade de fazer a vistoria no prédio, visando a preservar a vida de seus habitantes, bem como a integridade física e funcional do imóvel, para que não ocorresse fato da espécie, com sensíveis prejuízos também aos proprietários de imóveis da circunvizinhança atingidos pela tragédia.
O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) disse em nota que o prédio não estava na programação de vendas de imóveis da União. "Ao contrário, ele foi cedido provisoriamente pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU/MP) à prefeitura do município de São Paulo, em 2017, e a previsão é que seria utilizado para acomodar as novas instalações da Secretaria de Educação e Cultura de São Paulo". Portanto, como cessionária, a prefeitura tem sim responsabilidade pelo ocorrido, por negligência ao não vistoriar, como devia, o prédio.
Ora, em caso de resistência dos invasores à vistoria, a prefeitura deveria ter pedido autorização judicial para procedê-la, o que, certamente, não seria negado, pois se tratava de medida profilática para garantir o perfeito estado de preservação física do imóvel e de sua habitabilidade. Não procedendo dessa forma, a prefeitura errou e, portanto, deveria ser penalizada, ela e a União por ser dona do imóvel, a indenizar aqueles que sofreram prejuízos.
Assim, carece de sustentabilidade a evasiva do prefeito Bruno Covas de que “ A prefeitura fez o limite do que poderia fazer. Não podemos obrigar as pessoas a sair”. Com efeito, ninguém pode obrigar os invasores a sair sem o devido processo legal, mas com uma autorização judicial nas mãos, a prefeitura poderia perfeitamente ter procedido à vistoria e evitado toda essa tragédia.
A tragédia de SP serve para reflexão acerca do abandono dos prédios públicos, no país, suscetíveis a invasões de sem-teto e correlatos. Os prédios públicos jamais poderiam ficar ociosos, abandonados e se deteriorando, pois ali está aplicado o dinheiro dos contribuintes. Se o prédio público não tem mais finalidade, seja por envelhecimento e deterioração ou por não interessar mais ao patrimônio, a sua alienação pública deveria ser imediatamente autorizada.
Por outro lado, enquanto um prédio público estiver sob a responsabilidade do poder publico, este jamais poderia negligenciar o seu dever de proteção ao imóvel, sob pena de punição dos funcionários responsáveis e governos.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Tiros e perturbação dos acampados pró-Lula
Em outro país de ordem e respeito, Lula estaria incomunicável e expiando a sua devida pena sem emitir opinião, pois, à luz da Constituição Federal, Lula é apenas um preso comum igual aos demais condenados.
Está havendo muita tolerância do Judiciário com a prisão de Lula, fato jamais observado em relação aos demais presos nacionais. Lula já deveria estar em isolamento no presídio de Pinhais. Por que até agora ele continua na carceragem da Policia Federal e incomodando?
Os seus advogados e parlamentares partidários e da base de apoio precisam sofrer veemente advertência do Judiciário por suas investidas acintosas contra a ordem jurídica que condenou Lula.
Por outro lado, a espetacularização promovida até agora pela ré Gleisi Hoffmann e asseclas, contra a referida prisão, tem que ser energicamente sobrestada pela Justiça. Aliás, a ré Gleisi Hoffmann, novamente denunciada pela Procuradoria Geral da República pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, deveria ser responsabilizada criminalmente pelas últimas ocorrências nos acampamentos de grupos ociosos pró-Lula, em Curitiba, por ser ela a principal incitadora dessa corja de vagabundos que não têm o que fazer.
O Brasil merece respeito e não pode ser desmoralizado por sectarismos de esquerda, flagrados em corrupção pela Lava-Jato, que tentam achincalhar e desafiar o Judiciário.
Assim, causa perplexidade a prefeitura de Curitiba instalar banheiros químicos para os acampados, como se isso fosse de sua obrigação. Está tudo errado.
A prefeitura municipal de Curitiba, o governo estadual e as demais autoridades judiciais e policiais falharam ao permitir o acampamento desses intrusos desocupados, que estão causando transtornos à vida das circunvizinhanças. Por que os acampados ainda não foram evacuados?
Está havendo muita tolerância do Judiciário com a prisão de Lula, fato jamais observado em relação aos demais presos nacionais. Lula já deveria estar em isolamento no presídio de Pinhais. Por que até agora ele continua na carceragem da Policia Federal e incomodando?
Os seus advogados e parlamentares partidários e da base de apoio precisam sofrer veemente advertência do Judiciário por suas investidas acintosas contra a ordem jurídica que condenou Lula.
Por outro lado, a espetacularização promovida até agora pela ré Gleisi Hoffmann e asseclas, contra a referida prisão, tem que ser energicamente sobrestada pela Justiça. Aliás, a ré Gleisi Hoffmann, novamente denunciada pela Procuradoria Geral da República pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, deveria ser responsabilizada criminalmente pelas últimas ocorrências nos acampamentos de grupos ociosos pró-Lula, em Curitiba, por ser ela a principal incitadora dessa corja de vagabundos que não têm o que fazer.
O Brasil merece respeito e não pode ser desmoralizado por sectarismos de esquerda, flagrados em corrupção pela Lava-Jato, que tentam achincalhar e desafiar o Judiciário.
Assim, causa perplexidade a prefeitura de Curitiba instalar banheiros químicos para os acampados, como se isso fosse de sua obrigação. Está tudo errado.
A prefeitura municipal de Curitiba, o governo estadual e as demais autoridades judiciais e policiais falharam ao permitir o acampamento desses intrusos desocupados, que estão causando transtornos à vida das circunvizinhanças. Por que os acampados ainda não foram evacuados?
sábado, 28 de abril de 2018
João Dória e o estelionato eleitoral
Não tem jeito mesmo. Mudam os políticos, mas as práticas viciadas e de desrespeito eleitoral continuam. Com raras exceções, o político brasileiro não vale um vintém. Faltam-lhe escrúpulo, dignidade, ética e moralidade para com o eleitor.
Ora, que grande safadão é o ex-prefeito João Dória! Interrompeu precocemente o mandato para alçar a voos mais ambiciosos, sem consultar o seu eleitor. Claro que o fato não é nenhuma novidade, pois José Serra procedeu da mesma forma. A política não pode continuar sendo um autêntico balcão de negócios para atender a conveniências particulares de políticos.
O ex-prefeito João Dória deveria ter um mínimo de respeito ao instituto do voto, ou seja, ao eleitor, que elege um cidadão para o cumprimento de mandato até o fim. Lembrando ao senhor Dória que estelionato eleitoral é imoral e somente os políticos biltres desrespeitam o voto recebido.
Mas em época de eleição, os candidatos se apresentam ao eleitor, como cordeirinhos desmamados, para pedir por amor de Deus o seu voto. Porém, depois de eleitos, costumam dar uma banana ao eleitor como se não lhe devesse nenhuma satisfação, e largam o mandato. Como se observa, trata-se de políticos imorais, irresponsáveis e, portanto, desmerecedores de consideração da sociedade.
Se o eleitor fosse mais politizado e responsável não deveria votar em político moleque, que comete estelionato ao interromper o seu mandato.
É por isso que a nossa política, entre outras coisas, é esta pouca-vergonha.
Ora, que grande safadão é o ex-prefeito João Dória! Interrompeu precocemente o mandato para alçar a voos mais ambiciosos, sem consultar o seu eleitor. Claro que o fato não é nenhuma novidade, pois José Serra procedeu da mesma forma. A política não pode continuar sendo um autêntico balcão de negócios para atender a conveniências particulares de políticos.
O ex-prefeito João Dória deveria ter um mínimo de respeito ao instituto do voto, ou seja, ao eleitor, que elege um cidadão para o cumprimento de mandato até o fim. Lembrando ao senhor Dória que estelionato eleitoral é imoral e somente os políticos biltres desrespeitam o voto recebido.
Mas em época de eleição, os candidatos se apresentam ao eleitor, como cordeirinhos desmamados, para pedir por amor de Deus o seu voto. Porém, depois de eleitos, costumam dar uma banana ao eleitor como se não lhe devesse nenhuma satisfação, e largam o mandato. Como se observa, trata-se de políticos imorais, irresponsáveis e, portanto, desmerecedores de consideração da sociedade.
Se o eleitor fosse mais politizado e responsável não deveria votar em político moleque, que comete estelionato ao interromper o seu mandato.
É por isso que a nossa política, entre outras coisas, é esta pouca-vergonha.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Essa turma pensa que pode peitar o Judiciário
Parlamentar não pode exercer advocacia enquanto está na função legislativa, seja a favor ou contra os interesses do Estado. Com esse entendimento, a juíza federal Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou nesta segunda-feira (23/4) que o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) fosse reconhecido como advogado do ex-presidente Lula.
Inconformado, o suplente de deputado reagiu assim: “Essa juíza me proibiu de entrar na condição de advogado do presidente Lula. Então, vou impetrar o mandado para assegurar a minha prerrogativa de visitar meus clientes”.
Damous se faz de idiota e tenta dar um carteiraço na Justiça. O suplente de deputado sabe que em qualquer presídio existe regra para visitação do preso. Lula é um preso comum à luz da Constituição Federal. Ele não pode ter tratamento que não seja igual aos demais apenados do país.
O PT tenta espetacularizar a prisão de Lula sob a deformação ótica de crime sem prova e de preso político, em flagrante desrespeito ao Poder Judiciário, cujas decisões as pessoas civilizadas acatam, não obstante possam não concordar com elas.
Ao contrário do suplente de deputado e de outros parvajolas petistas e comunistas que ameaçam processar a responsável juíza Carolina Moura Lebbos, quem deveriam ser processados seriam Wadih Damous e todos aqueles políticos mequetrefes que insistem no despautério da tese da condenação sem prova e de preso político.
A juíza merece todo o nosso respeito, pois o exercício parlamentar é incompatível com o concomitante trabalho advocatício, por óbvias razões. O parlamentar não pode se ausentar do Parlamento, em qualquer tempo, para ir dar assistência ao um cliente. É a mesma coisa que um parlamentar médico ter de interromper o seu horário no Parlamento para ir ao hospital fazer uma cirurgia.
Essa turma petista e comunista - que pretendia eternizar, no país, a corrupção para fins de locupletamento, abortada e comprovada pela Lava-Jato - precisa tomar uma drástica lição não só do Judiciário. Para isso, a volta dos militares é necessária.
sábado, 21 de abril de 2018
Crime sem prova, condenação política e o que falta mais?
" Sarney está desesperado para voltar ao poder", diz Flávio Dino. O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) atribuiu, nesta sexta-feira (20) a seus adversários políticos a crise que enfrenta em sua segurança pública após a divulgação de ofícios do alto escalão da PM pela espionagem de oposicionistas.
Pois é, o governador Flávio Dino pode até ter as suas fundadas razões para suspeitar da investida do Sarney. Mas quanto à prisão de Lula, o ex-magistrado comete um grande equívoco ao duvidar da seriedade judicial que condenou o ex-presidente à prisão. Vamos lá...
Dilma Rousseff, Gleisi Hoffman, Lindbergh Farias, Fátima Bezerra, Humberto Costa, Vanessa Grazziotin, Maria do Rosário, Paulo Pimenta, Jandira Gehali, Flávio Dino e outros, que de forma desrespeitosa ao Judiciário insistem com a ladainha do Lula condenado sem prova, deveriam todos ser processados. As suas atitudes contra o resultado da condenação desmoralizam o Poder Judiciário, cujas decisões devem ser acatadas, não obstante se possa discordar delas, mas de maneira civilizada.
A ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye foi condenada a 24 anos de prisão por corrupção e abuso de poder e, no entanto, na Coreia do Sul não houve nenhuma exaltação violenta similar à protagonizada por desvairados sectários esquerdistas brasileiros e nem os parlamentares foram inspecionar as condições da prisão ou como a condenada está sendo tratada.
O ex-presidente do Peru Ollanta Humala foi preso preventivamente, acusado de lavagem de dinheiro e também, no Peru, não houve nenhuma comoção desvairada e nenhum parlamentar foi inspecionar as condições da prisão ou como o preso está sendo tratado.
Por que Lula, condenado por robustas provas, que comandava um esquema criminoso de saque sistemático de dinheiro público, como ficou provado na Lava-Jato, pode ter tratamento diferenciado, por exemplo, de um Fernandinho Beira-Mar, cuja única diferença entre ambos está no modus operandi de agir? Eduardo Cunha continua preso, e a prisão dele é ilegal?
Ora, Lula foi condenado em duas instâncias e naufragou com a tentativa dos embargos dos desembargos de declaração, bem como do habeas-corpus no STF, tendo tido assim, pois, todas as chances de se defender. E falar agora em condenação política é um grande despautério.
Lula foi o mais desonesto dos políticos brasileiros, pois soube enganar os pobres, dando-lhes migalhas, enquanto subtraia dinheiro da República, que deveria ir para o social, através das empreiteiras OAS e ODEBRECHT, onde mantinha robusta conta corrente titulada por apelido, decorrente da propina que recebia por obras superfaturadas das empreiteiras à União ou por serviços prestados durante o seu governo e depois dele às empreiteiras.
Por isso, com a delação de gente da confiança de Lula, como Palocci e outros, a Operação Lava-Jato desmontou o modus operandi corrupto de Lula, que fez o ex-sindicalista pobretão constituir fortuna só vivendo de política, a ponto de Lula ser titular de aplicação em previdência privada -BRASILPREV- em cerca de 9 milhões reais, bloqueados pela Justiça.
Lula é o exemplo mais negativo de como tirar proveito do poder e da coisa pública. A condenação de doze anos e um mês de cadeia é muito pouco. Deveria ficar preso e inelegível para o resto da vida. Aliás, o Fisco deveria questionar qual a fonte lícita de Lula para poder bancar os advogados que vêm peitando o Judiciário.
Agora, uma rápida pincelada a respeito da propriedade do imóvel de Guarujá, que Lula e advogados chicaneiros tentam engabelar incautos cidadãos brasileiros, sob o frágil argumento de que o tríplex não pertence ao ex-presidente porque não está registrado em seu nome.
Como se fazem de incultos propositais, principalmente o advogado José Roberto Bathoquio, que parecendo atuar num picadeiro de saltimbancos na Suprema Corte, de forma acadêmica tergiversou sobre a ausência da titularidade de Lula no registro de imóvel, para justificar a sua isenção, bem como sofismou ao falar de disseminação do autoritarismo no planeta, referindo-se à “prisão” do ex-presidente Francês, Nicolas Sarkozy, que, na verdade, foi colocado sob custódia para dar depoimento, o que é normal na França, e depois de ser indiciado por corrupção passiva, financiamento ilegal de campanha e ocultação de dinheiro recebido de Muamar Kadafi, foi liberado.
Ora, é por demais cediço que no país há milhares de imóveis não registrados em nome de seus verdadeiros proprietários por razões as mais diversas, inclusive para esconder o legítimo titular, como é o caso do Lula. Acordos de gaveta e outras especiosidades, no ramo imobiliário, não é nenhuma novidade. Lula e seus advogados são muito espertos na vã tentativa de enganar incautos.
Léo Pinheiro/OAS, declarou ao juiz Sérgio Moro que Lula era o proprietário oculto do tríplex no Guarujá e que reformou o imóvel a pedido dele e de sua falecida esposa. Mas Lula, na maior cara de pau, disse ao juiz Sérgio Moro que não sabia da reforma no tríplex.
E meia dúzia de parvajolas petistas e comunistas ainda quer discutir a honestidade de Lula e a sua prisão? Vão plantar bata no deserto!!!
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Em vídeo à TV Al Jazeera, Gleisi pede apoio para libertar Lula
Em vídeo à TV Al Jazeera, Gleisi pede apoio para libertar Lula
Com riscos de incitação ao mundo árabe contra o Brasil e a nossa democracia, Gleisi tem que ser levada ao Conselho de Ética, pois ela desafia o Judiciário e a nossa República. Parece que a senadora perdeu o senso.
Com riscos de incitação ao mundo árabe contra o Brasil e a nossa democracia, Gleisi tem que ser levada ao Conselho de Ética, pois ela desafia o Judiciário e a nossa República. Parece que a senadora perdeu o senso.
Parlamentares tentam intimidar a Justiça em Curitiba
Demonstrando que não têm o que fazer no Congresso, grupo de parlamentares vão a Curitiba verificar as condições em que se encontram o ex-presidente. Uma verdadeira palhaçada. Por acaso, as excelências se preocupam em saber in loco como os demais presos do país estão sendo tratados?
Não haverá virada da mesa para livrar Lula da cadeia. Todas as tentativas serão em vão. Podem apelar ridiculamente aos organismos internacionais. Lula era o maior comandante de uma organização criminosa que tomou de assalto o Estado brasileiro, onde os pobres eram enganados com migalhas recebidas e o ex-presidente e sua organização se enriqueciam com dinheiro da nação.
A ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye foi condenada a 24 anos de prisão por corrupção e abuso de poder e, no entanto, na Coreia do Sul não houve nenhuma exaltação violenta similar à protagonizada por desvairados sectários esquerdistas brasileiros e nem os parlamentares foram inspecionar as condições da prisão ou como a condenada está sendo tratada.
O ex-presidente do Peru Ollanta Humala foi preso preventivamente, acusado de lavagem de dinheiro e também, no Peru, não houve nenhuma comoção desvairada e nenhum parlamentar foi inspecionar as condições da prisão ou como o preso está sendo tratado.
Por que Lula, condenado por robustas provas, que comandava um esquema criminoso de saque sistemático de dinheiro público, como ficou provado na Lava-Jato, pode ter tratamento diferenciado, por exemplo, de um Fernandinho Beira-Mar, cuja única diferença entre ambos está no modus operandi de agir?
Lula ou qualquer outro condenado merece respeito humano, mas não pode o Judiciário permitir a intromissão de parlamentares no cotidiano carcerário de Lula, em desconsideração aos demais apenados do país.
Assim, causa perplexidade a audácia de um bando de hipócritas parlamentares se afastarem de suas obrigações no Parlamento para ir levar solidariedade a um condenado igual a outro qualquer.
Assinar:
Postagens (Atom)