sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Respeito à liberdade de opinião


Breve comentário acerca da polêmica declaração do candidato à presidente da República, Levy Fidelix, a respeito das considerações homoafetivas, provocada pela também candidata Luciana Genro, cujo assunto não enobrece nenhum projeto de governo.

Ridículo. Fazem muita tempestade com opiniões, que devem ser respeitadas. Ou aqui não prevalece o estado democrático de direito? Ou a liberdade de expressão está condicionada à censura prévia?

O que se observa no país, neste momento, é a soberba que toma corpo das representações minoritárias sociais querendo ditar regras de comportamentos a todo o grupo social.

O preconceito existe em todos os grupos sociais universais. Países considerados de Primeiro Mundo, com educação desenvolvida, também praticam discriminações sociais. Se não fosse assim, no mundo não haveria heterogeneidade de tratamento social, com classes pobres e ricas, com divergências religiosas etc.

A opinião do candidato presidenciável Levy Fidelix é muito corajosa e não difere da maioria da sociedade cristã brasileira, que prega o respeito às instituições familiares. Candidatos hipócritas que pouco têm a contribuir com o país, como a destemperada e reacionária Luciana Genro, a qual vive muito bem, ela e o pai, no mundo capitalista, defendem demagogicamente comportamentos sociais de exceções, que não podem ser impingidos como regras exemplares, embora se deva respeitar as diferenças comportamentais dos seres humanos.

A liberdade de expressão é uma conquista de povos democráticos. Porém, sectários dos direitos humanos, autênticos fariseus que se dizem defensores dos oprimidos, se revelam refratários àqueles que não comungam com as suas mórbidas obsessões.

Em uma sociedade plural, temos que respeitar as opiniões diversas, mesmo que elas colidam com as nossas concepções, e não rotulá-las de manifestações preconceituosas, como alguns pseudopuritanos moralistas se arvoram em refutar veementemente os seus interlocutores ou adversários, que contrariam as suas ideias.

sábado, 6 de setembro de 2014

Diga não à reeleição política

Eleitor, no dia da eleição, para o bem da democracia e do fortalecimento do Legislativo, diga não à reeleição de qualquer político. Política não é profissão. Mandato político é exercício transitório. Tanto o Parlamento quanto os Governos precisam de constante renovação.  

A reeleição política é responsável pelo cabide de emprego, pela falta de novas cabeças pensantes tão necessárias à saúde do Legislativo, pela corrupção e pela formação de dinastias familiares políticas espraiadas pelo país, um traço viciado da estrutura política brasileira que o eleitor precisa combater.

Temos que barrar o “político profissional”, que tem como objetivo defender os seus inconfessáveis interesses e de grupos que representam, bem como desfrutar as benesses públicas. É incrível que se tenha no Parlamento Federal, por exemplo, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) exercendo a sua 11ª legislatura. Aqui, podemos responsabilizar o imoral instituto do voto obrigatório, que arrasta às urnas incautos eleitores, que elegem e reelegem qualquer um em troca de falsas promessas.
 
O Parlamento não pode continuar sendo ambiente de político profissional. Ninguém é insubstituível. Os grandes vultos dos segmentos sociais, educacionais, políticos, científicos etc. se foram para a eternidade e, no entanto, as instituições não pararam por essas ausências. 
 
A renovação política é salutar para evitar o comodismo e o continuísmo de grupos que pretendem se eternizar no poder, como o PT que defende a recondução do partido à Presidência da República, sob a pretensiosa argumentação de que os programas de governos precisam ser concretizados.
 
Temos de combater a equivocada concepção feudal do político brasileiro, que teima em continuar exercendo mandato político como se o cargo público fosse sua propriedade privada. A sua astúcia está no gozo das benesses públicas. Neste sentido, certa feita o jornal espanhol El País escreveu que ser político no Brasil é um grande negócio, tantas são as vantagens auferidas.
 
O eleitor não deve reeleger políticos, principalmente aqueles que não honram os seus mandatos e vão exercer cargos nos governos, como, por exemplo, Maria do Rosário (PT-RS), que até recentemente era Secretária de Direitos Humanos e agora voltou para tentar a reeleição .

Trata-se de políticos solertes, imorais, descompromissados com o eleitor e que pouco se importam com as suas condutas indignas, mas em épocas de eleições se apresentam como cordeirinhos desmamados para pedir votos. Veja a lista de políticos federais que não merecem ser reeleitos ou votados: http://Congressoemfoco.uol.com.br/noticias/dos-513-deputados-federais-399-disputam-reeleição/

 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Corrupto é o outro...


Neste período de eleição em que alguns senadores tentam a reeleição ou eleição a deputado federal/estadual, e outros pretendem ser governantes, é oportuno analisar até onde os ilustres senadores são éticos e morais diante do respeito à coisa pública.

Evocando a frase “corrupto é o outro”, aproveito o ensejo para fazer a seguinte constatação de corrupção consentida no Senado Federal. Pois bem, muitos eleitores não sabem, e se soubessem certamente ficariam indignados, que no Senado Federal todos os senadores e famílias, bem como os ex-senadores têm direito gratuitamente e de forma perene à assistência médico-hospitalar, e tudo pago pelo contribuinte.

A benesse pública não está amparada em lei, mas sim em ato normativo interno do Senado. Os "ilustres" senadores jamais combateram essa imoralidade, que afinal representa “corrupção passiva” – recebimento de vantagem indevida, Art. 317 do Código Penal. No entanto, os senhores senadores não veem nenhum problema em seus comportamentos éticos e morais dentro do estamento.

Assim, com que lisura de caráter público pode o senador pretender disputar algum pleito se ele não é exemplo de moralidade pública?
 

domingo, 31 de agosto de 2014

Campanhas políticas


Uma vergonha as campanhas políticas: é só promessa de candidatos, mas eles estão interessados mesmo é no cabide de emprego. Depois de eleitos, esquecem os problemas sociais, desviam recursos públicos para os seus bolsos, enquanto, por exemplo, o serviço público de saúde é sucateado por falta de verbas, as escolas públicas continuam de péssima qualidade, a segurança pública é deficiente, enfim, o Estado não desempenha o seu papel constitucional.

Assim como eu, muitos brasileiros são convidados pelos meios de comunicação ou por correspondência postal a contribuir com vários tipos de entidades filantrópicas ou do Terceiro Setor: “Criança Esperança, Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite” etc. Tudo isso para suprir a incompetência de nossos governantes, políticos e órgãos públicos pertinentes, que deixam de cumprir as suas obrigações constitucionais nas diversas áreas sociais.

No Brasil, a pouca-vergonha é tão grande que o cidadão tem que contribuir com associações beneficentes não governamentais e sem fins lucrativos para minorar um pouco o sofrimento de muitos brasileiros pobres e doentes, que não são socorridos devidamente por nossas instituições públicas de saúde, como determina a Constituição Federal.

Os políticos e governos deveriam ter vergonha de se olhar no espelho ou no rosto de cada contribuinte nacional, que paga alta carga tributária, por saber que são coniventes com o desvio de dinheiro público, que deveria ser empregado na excelência do tratamento médico do estrato social mais carente brasileiro. Enquanto isso, Lula e Dilma Rousseff vão se tratar no hospital privado elitizado Sírio-Libanês, pago pelo contribuinte.

Por isso, o eleitor deveria refletir com muita responsabilidade na hora de escolher os governantes e parlamentares.

 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eleição para governador & Cia.

Em época de eleição desfilam às nossas portas rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de suas obrigações, só pensam na reeleição ou em disputar outros pleitos, como estão operando, por exemplo, os senadores Wellington Dias (PT-PI), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Roberto Requião (PMDB-PR), Ana Amélia (PP-RS), Delcído Amaral (PT-MS), Ângela Portela (PT-RR),  Cássio Cunha (PSDB-PB), Eduardo Braga (PMDB-AM), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Lídice da Mata (PSB-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ) ,Marcelo Crivella (PRB-RJ), Paulo Bauer (PSDB-SC), Pedro Taques (PDT-MT), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Vital do Rêgo (PMDB-PB), ambos com vigência senatorial até 2019.

Preliminarmente, cabe observar que o desvio de função legislativa para assumir cargos nos governos ou para disputar novos pleitos, em plena vigência de mandato, é uma das marcas registradas do político brasileiro oportunista, sem moral e ética pública, pois deixa de cumprir com lealdade o mandato outorgado pelo eleitor.

Sabe-se, contudo, que os políticos solertes, imorais e descompromissados com o eleitor pouco se importam com as suas condutas indignas. Trocam de partidos e descumprem o mandato com a maior cara de pau, mas em época de eleição aparecem para bajular a sociedade.

Infelizmente e para gáudio dos políticos e candidatos, o voto obrigatório (imoral), trocado por qualquer promessa e dinheiro, é um dos responsáveis pelo patético panorama da política nacional, repleto de parlamentares incompetentes, corruptos, gazeteiros, enganadores de eleitores e mais interessados nas benesses públicas. Certa feita o jornal Espanhol El País escreveu que ser político no Brasil é uma grande sorte, tantas são as vantagens auferidas.

Se o eleitor nacional não fosse analfabeto político e soubesse escolher devidamente seus representantes, mequetrefes políticos, que passam cheque sem fundo ao eleitor e não exercem integralmente o mandato, não seriam eleitos e nem reeleitos.

Eleitores, não reelejam ninguém e nem elejam governadores políticos que estejam em curso de mandato até 2019. Ademais, temos que combater também os políticos de relativa seriedade com a coisa pública. Vejam, os senadores supramencionados e outros, inclusive ex-senadores, dispõem no Senado de plano de saúde gratuito, pago pelos contribuintes, para si e sua família de forma perene, uma imoralidade a que eles jamais se opuseram, e que muitos brasileiros desconhecem. Assim, não se pode abonar uma candidatura de quem não seja absolutamente sério.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Eleição para governador de Santa Catarina



O eleitor responsável não pode esquecer os maus comportamentos de parlamentares durante o mandato. Por exemplo, qual a credencial do senador Paulo Bauer (PSDB) para governar SC se ele, no Senado Federal, não demonstrou zelo com a coisa pública?

Em época de eleição desfilam rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de que devem ter conduta ilibada em qualquer situação. Assim, para reflexão, leiam alguns trechos da matéria publicada pelo Congressoemfoco, em 11/08/2013:

“Veículo alugado por Paulo Bauer, para se deslocar em Santa Catarina, custa mais de R$ 157 mil. Quem paga é o contribuinte. (...) Desde dezembro de 2011, o Senado já gastou R$ 139.755,00 para arcar com as despesas contratadas pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) para alugar um carro top da marca Kia, o Mohave. São desembolsados todo mês R$ 6.655,00, de acordo com a prestação de contas do senador. O valor de compra da versão mais barata do modelo é de R$ 157,6 mil, conforme a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O carro fica em Santa Catarina, já que todos os 81 senadores dispõem de carro e motorista – pagos pelos contribuintes – para seus deslocamentos na capital federal.

Em 2009, quando era deputado, Paulo Bauer chegou a ser alvo da Corregedoria da Câmara. Mesmo licenciado do mandato, como secretário estadual de Educação, o catarinense foi apontado como suspeito de se beneficiar da venda de créditos de passagens aéreas da cota parlamentar. Gravações obtidas pelo Congresso em Foco à época mostravam o tucano falando sobre o assunto com um assessor. Bauer negou envolvimento no caso. Disse ter encenado para tentar extrair informações do ex-assessor, a quem responsabilizou pela venda irregular dos créditos. O caso acabou arquivado. E Bauer se elegeu senador em 2010”

Eleitores, temos que combater os políticos de relativa seriedade com a coisa pública. O senador dispõe no Senado de plano de saúde gratuito para si e sua família de forma perene, uma imoralidade a que ele jamais se opôs. Assim, não se pode abonar uma candidatura de quem não seja absolutamente sério.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eleição-Governo de Santa Catarina


 
O eleitor responsável não pode esquecer os maus comportamentos de parlamentares durante o mandato. Por exemplo, qual a credencial do senador Paulo Bauer (PSDB) para governar SC se ele, no Senado Federal, não demonstrou zelo com a coisa pública?

Vejam, em época de eleição desfilam rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de que devem ter conduta ilibada em qualquer situação. Assim, para reflexão, leiam alguns trechos da matéria publicada pelo Congressoemfoco, em 11/08/2013:

“Veículo alugado por Paulo Bauer, para se deslocar em Santa Catarina, custa mais de R$ 157 mil. Quem paga é o contribuinte. (...) Desde dezembro de 2011, o Senado já gastou R$ 139.755,00 para arcar com as despesas contratadas pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) para alugar um carro top da marca Kia, o Mohave. São desembolsados todo mês R$ 6.655,00, de acordo com a prestação de contas do senador. O valor de compra da versão mais barata do modelo é de R$ 157,6 mil, conforme a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O carro fica em Santa Catarina, já que todos os 81 senadores dispõem de carro e motorista – pagos pelos contribuintes – para seus deslocamentos na capital federal.
 
 Em 2009, quando era deputado, Paulo Bauer chegou a ser alvo da Corregedoria da Câmara. Mesmo licenciado do mandato, como secretário estadual de Educação, o catarinense foi apontado como suspeito de se beneficiar da venda de créditos de passagens aéreas da cota parlamentar. Gravações obtidas pelo Congresso em Foco à época mostravam o tucano falando sobre o assunto com um assessor. Bauer negou envolvimento no caso. Disse ter encenado para tentar extrair informações do ex-assessor, a quem responsabilizou pela venda irregular dos créditos. O caso acabou arquivado. E Bauer se elegeu senador em 2010".