sábado, 24 de março de 2018

Advogados de LULA interferem no STF



A ministra do STF, Cármen Lúcia, pauta pedido de habeas corpus para impedir a prisão de Lula. E por maioria o STF concedeu salvo-conduto até o dia 4 de abril, quando o tribunal vai analisar o mérito do habeas corpus, impedindo assim o TRF-4 de determinar a eventual ordem de prisão do ex-presidente.

Vergonhoso! Cármen Lúcia cede à pressão de Lula e de ministros imorais da própria Corte, desapontando a República. Ora, a Justiça tem que ser igual para todos e não é o que está ocorrendo. Vejam, por exemplo, a pusilanimidade do TSE ao absolver a chapa Dilma-Temer, coordenada pelo ministro Gilmar Mendes, um verdadeiro escândalo, bem como o voto de minerva da ministra Cármen Lúcia na votação que manteve o mandato de Aécio Neves no Senado, manchando a sua biografia.

Que STF de pouca seriedade é esse ao não sustentar as suas próprias decisões! Trata-se de uma instituição de flagrante sensibilidade política, quando deveria ser imparcial e comportar-se como o último bastião da República.

Caso Lula consiga reverter a decisão do STF pró-prisão em segunda instância, o tribunal ficará desmoralizado, e aí, senhores e senhoras, só uma intervenção militar para restaurar os valores da República.

Assim, se Lula não for preso, após julgamento dos embargos de declaração, os demais apenados do país deveriam se rebelar contra a falta de equidade da Justiça, porque todos devem ser tratados da mesma forma e julgados com imparcialidade, tenham sido presidente da República ou não. “Dura lex, sed lex”, para todos.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Produtores resistem e Lula não entra em Passo Fundo; acuada, caravana segue... - Notícias Agrícolas

Produtores resistem e Lula não entra em Passo Fundo; acuada, caravana segue... - Notícias Agrícolas


Lula e sua patota pensam que mandam no Brasil, mas o seu malsucedido périplo pelo RS mostrou que a realidade é outra. 
Não adianta a “jararaca” cuspir fogo e nem a comunista Gleisi Hoffmann bufar de raiva, pois lugar de ladrão  do Erário é na prisão.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Advogados de Lula interferem no STF


A ministra do STF, Cármen Lúcia, pauta pedido de habeas corpus para impedir a prisão de Lula. E por maioria o STF hoje (22) dá salvo-conduto até o dia 4 de abril, quando o tribunal vai analisar o mérito do habeas corpus, impedindo assim o TRF-4 de determinar a eventual ordem de prisão do ex-presidente.

Vergonhoso! Cármen Lúcia cede à pressão de Lula e de ministros imorais da própria Corte, desapontando a República.

Que STF de pouca seriedade é esse ao não sustentar as suas próprias decisões! Trata-se de uma instituição de sensibilidade política, quando deveria ser imparcial, e deveria comportar-se como o último bastião da República.

Caso Lula consiga reverter a decisão do STF pró-prisão em segunda instância, o tribunal ficará desmoralizada, e aí, senhores e senhoras, só uma intervenção militar para restaurar os valores da República.

Assim, se Lula não for preso, após julgamento dos embargos de declaração, os demais apenados do país deveriam se rebelar contra a falta de equidade da Justiça, porque todos devem ser julgados com imparcialidade, tenham sido presidente da República ou não. “Dura lex, sed lex”, para todos.

sábado, 17 de março de 2018

Que paradoxo é esse?

Agora a esquerda incoerente e hipócrita quer transformar em mártir a vereadora assassinada Marielle Franco (Psol-RJ), fazendo considerações estapafúrdias de natureza social, racial, sexual etc., enfim, politizando o fato.

Curioso é que Caetano Veloso, Chico Buarque, parlamentares esquerdistas e outras figuras sociais manifestaram estrondoso repúdio ao assassinato da vereadora, mas a mesma comoção jamais foi ecoada pela morte diária de brasileiros, que são ceifados de forma violenta. Que paradoxo é esse?

Miríades de policiais perdem as vidas em defesa da sociedade, mas os defensores dos direitos humanos, Caetano Veloso, Chico Buarque e outros fariseus nunca se preocuparam com esses brasileiros.

Em junho de 2016, uma médica, trabalhadora, que salvava vidas, morreu na Linha Vermelha, vitimada por marginais, protegidos pelos direitos humanos. Por acaso, houve alguma comoção social em repúdio pela morte da médica? Caetano, Chico Buarque e a patota parlamentar de esquerda e dos direitos humanos se condoeram e foram para as ruas reprochar a brutalidade?

A falta de segurança no RJ e em todo o país é uma constatação inequívoca. Mas não se pode particularizar morte de ninguém com suspeições as mais absurdas, quando outras vítimas não recebem o mesmo tratamento daqueles favoráveis a Merielle Franco.

Leia o texto abaixo da coluna da jornalista Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo - e tire as suas conclusões.

A desembargadora Marilia Castro Neves, do Rio de Janeiro, escreveu nesta sexta (16) no Facebook que a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada nesta semana, "estava engajada com bandidos".

Afirmou ainda que o "comportamento" dela, "ditado por seu engajamento político", foi determinante para a morte. E que há uma tentativa da esquerda de "agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro".

A magistrada fazia um comentário abaixo de um texto postado pelo advogado Paulo Nader na rede social em que afirmava entender a comoção gerada pela morte de uma "lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida".

A desembargadora então postou o seguinte texto: "A questão é que a tal Marielle não era apenas uma 'lutadora', ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu 'compromissos' assumidos com seus apoiadores. Ela, mais do que qualquer outra pessoa 'longe da favela' sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava."

E seguiu: "Até nós sabemos disso. A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro".

Um grupo de advogados que leu o texto começou a fazer campanha nas redes para que Marilia Castro Neves seja denunciada ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por ter "ironizado" a morte de Marielle.

A desembargadora afirmou à coluna que apenas deu a sua opinião como "cidadã" na página de um colega já que não atua na área criminal.

Ela afirma ainda que nem sequer tinha ouvido falar de Marielle até a notícia da morte. "Eu postei as informações que li no texto de uma amiga", afirma.

"A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela. Outro dia uma médica morreu na Linha Amarela e não houve essa comoção. E ela também lutava, trabalhava, salvava vidas", afirma.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Carlos Marun, o pangaré folgado


O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) decidiu denunciar o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, por ter ameaçado pedir o impeachment do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisões que desagradaram ao presidente Michel Temer. A representação será apresentada nesta quarta-feira (14) na Procuradoria Geral da República. O senador quer que a PGR solicite ao Supremo a abertura de inquérito contra Marun. Fonte: Congressoemfoco.

O gaúcho Carlos Marun é um pangaré folgado. Está precisando de uma grande lição. Desde que defendeu o corrupto Eduardo Cunha não parou mais de sua fanfarrice, comportando-se como um autêntico saltimbanco na política nacional.

Escudado ninguém sabe em quê, blasona valentia como se fosse um Dom Quixote no Planalto. Mas não passa de um reles vira-lata.

Certamente, como não teve competência para exercer atividade profissional, foi em busca da política em Mato Grosso do Sul como meio de sua sustentabilidade, corroborando, assim, o que escreveu certa feita o jornal espanhol El País: que ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as grandes vantagens auferidas.

Petulante, Carlos Marun desrespeita o Estado Democrático de Direito ao afrontar o STF na pessoa do ministro Luís Roberto Barroso. Com intimidação despropositada ao ministro, a conduta de Marun é própria de elemento de estado de anomia e de comportamento despótico.

quinta-feira, 8 de março de 2018

A política não pode se transformar na arte de tirar vantagem da coisa pública


A farra incontrolável dos gastos públicos, ou seja, com o dinheiro dos contribuintes, tem que acabar. O governo não pode transferir responsabilidade na má condução da saúde financeira do país ao suposto déficit da Previdência Social, não comprovado até hoje por laudo de auditoria. O governo tem que dar exemplo, reduzindo os gastos da máquina pública.

Pagamos um preço muito alto por não participar da vigilância política e dos gastos públicos. Por isso temos governos e Parlamento não zelosos com o Erário e mais interessados em tirar proveito da coisa pública.

Diante da pouca-seriedade de nossos governantes e políticos, temos que ser sim reacionários e não podemos nos calar, pois o nosso silêncio tem colaborado para continuidade de políticos mequetrefes e oportunistas, que só visam aos seus interesses e de grupos que representam.

Pois bem, conforme o MPF (ISTOÉ/07.02.2017), o Brasil perde cerca de R$ 200 bilhões por ano com corrupção. E o que dizer da “corrupção oficial”, ou seja, aquela que desfalca a arrecadação de impostos dos brasileiros e vai bancar o auxílio-moradia de parlamentares e magistrados; pensão vitalícia de ex-governadores; aposentadoria de parlamentares; serviços médicos e hospitalares gratuitos e vitalícios de senadores, ex-senadores e seus familiares; verbas de gabinetes e de mordomias do inchado Parlamento nacional, bem como os benefícios vitalícios aos ex-presidentes da República de que trata o Decreto 6.381/2008?

Trata-se aqui de cultura política viciada de tirar proveito da coisa pública, na maior cara de pau, sem nenhum escrúpulo e respeito com o contribuinte nacional. E o Judiciário, que deveria exigir decência legal, na forma do disposto no Art. 37 da Constituição Federal, também dá o mau exemplo.

Enquanto isso, a maior parte da população brasileira descamisada, pobre, sem eira nem beira não tem direito a serviço público de saúde de dignidade humana, porque o dinheiro da nação, isto é, dos contribuintes, vai sustentar os gastos pessoais de indecorosos cidadãos espertalhões nos três poderes da República.

Ora, tais beneficiários de prebendas públicas são iguais aos larápios que assaltam os cidadãos na vida privada. Só difere o método utilizado. Esses beneficiários são mais refinados na pilhagem ao legitimar a vantagem auferida, por exemplo, em lei ou atos secretos autorizados pela mesa diretora da Casa Legislativa.

Alegam os golpistas do Erário, por exemplo, que as pensões vitalícias de ex-governadores representam um direito legal.

Ora, trata-se de privilégios constitucionais estaduais leoninos, viciados, arranjados entre os pares do Legislativo, que concedem vantagem aos seus políticos sem respaldo da sociedade.

Por outro lado, configura-se flagrante imoralidade alguém, por ter apenas exercido um mandato de governador ou desempenhado a função por alguns meses, ter direito a receber do Tesouro Estadual robusta pensão vitalícia. A política não pode se transformar na arte de tirar vantagem da coisa pública.

Se o benefício da pensão não tem amparo na Constituição Federal, pois as constituições estaduais não podem dispor em desacordo com a Carta Magna, logo, as pensões de ex-governadores são ilegais.

Mas o que nos deixa perplexo é ver o descaramento de políticos beneficiários de pensões de ex-governadores ainda em plena atividade política e acumulando vultosas bonomias salariais públicas, sem nenhum escrúpulo. Não podem ter decência pública aqueles que não se preocupam com os gastos do Erário.

Mas a festa das pensões de ex-governadores está para acabar. O STF julgou inconstitucional, em 02/04/2015, a pensão vitalícia paga a ex-governadores do Pará. Estranha-se, entretanto, por que matéria tão moralizadora ainda não tenha entendimento pacificado no Tribunal.

Assim, é dever da sociedade fiscalizar os três poderes da República e denunciar a farra do dinheiro público, que alimenta os gastos ou os benefícios pessoais de servidores, presidentes, ex-presidentes, governadores, ex-governadores e familiares, políticos e magistrados.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Eu nunca fui pesquisado, você já foi?


Se as pesquisas que dão Lula na liderança não foram obtidas de vertentes petistas, então, podemos dizer que realmente este país não é sério, e a frase hipoteticamente atribuída ao ex-presidente francês Charles de Gaulle continua a mostrar a fotografia brasileira.

Não conheço ninguém que já tenha sido pesquisado pelos institutos de pesquisas eleitorais. Eu nunca fui pesquisado, você já foi?

Depois do escândalo do mensalão e agora do petrolão, desmascarado pela operação Lava-Jato, a qual trouxe a lume o esquema da macrodelinquência, mormente petista, comandado, e agora provado, pelo ex-presidente Lula, já condenado a 12 anos e um mês de prisão, causa estupefação que ainda existam brasileiros irresponsáveis que desejam a volta ao poder de um condenado pela Justiça.

Lula em seu primeiro ano de governo e graças ao Plano Real conseguiu até fazer uma boa administração, mas depois e com a eleição de Dilma Rousseff, o seu partido levou o país à quase bancarrota e deixou como espólio: mais de 13 milhões de desempregados e endividados, empresas quebradas, inflação alta, descrédito na comunidade financeira internacional e a Petrobras saqueada.

O Brasil não deseja Lula, mas sim apenas o contingente menor de petistas recalcitrantes e empedernidos, que torcem pelo PT com se ele fosse um time de futebol. E mesmo Lula condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, ainda assim existem irresponsáveis obcecados por Lula.