sábado, 22 de novembro de 2014

O petrolão

 
É muita ousadia da presidente ao dizer que o seu governo nunca teve tolerância com a corrupção. Então, todos nós somos uns grandes imbecis ao não perceber a leniência governamental com a má gestão da Petrobras. Aliás, a presidente se especializou, desde os embates políticos pela reeleição, em fazer considerações levianas, que só o seu intelecto é capaz.
 
Assim, o petrolão não passa de invenção insana da oposição ou de 88 milhões de brasileiros que não lhe honram o voto. Mas, para contrariar a nossa mandatária, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, por delação premiada, estão desmascarando a candidez de Dilma Roussef, Lula e de demais envolvidos, os quais estão sentindo o desconforto da boa-vida nas dependências da Polícia Federal.
 
A coisa é tão grave, que é difícil a alguém acreditar que o governo federal não soubesse o que se passava na estatal. O golpe no clube do bilhão só escancara a realidade escamoteada e indica para onde o dinheiro da nação – que deveria estar sendo empregado em educação, saúde, segurança pública, saneamento básico etc. – escorre: para forrar o bolso de espertalhões e custear as campanhas políticas. Por exemplo, Youssef declarou que deu R$ 1 milhão para a campanha da senadora Gleisi Hoffmann.
 
Dilma se vangloria que o seu governo não esconde malfeitos. Mas ela não mandou apurar nada na Petrobras, onde a orgia com o dinheiro dos acionistas e dos contribuintes fazia a festa dos financiadores da campanha política do PT. Dilma foi atropelada pela imprensa investigativa, que descobriu as relações promíscuas do governo com a estatal, o que ensejou a intervenção da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal do Paraná, órgãos não subordinados à Presidência da República. O petrolão é muito mais grave que o mensalão petista.
 
Dilma cometeu crime de responsabilidade de que trata o Art. 85-V CF, pois sabia o que se passava na Petrobras e não tomou as medidas moralizadoras, como presidente da República. E a prova material de improbidade administrativa está na prevaricação no comando da nação ao não agir tempestivamente para abortar a dilapidação da Petrobras. Por muito menos, o Collor foi defenestrado da Presidência da República. Será que o Congresso está todo contaminado, inclusive a sua assessoria jurídica, de sectários petistas?
 
O juiz federal Sérgio Moro é como Joaquim Barbosa, não tem medo da corja petista. Assim, parabéns ao juiz que não é marionete do PT ou de qualquer outro partido. Bandidos têm que ser tratados como bandidos.
 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

E o Oscar de melhor atriz vai para Dilma Rousseff, em ‘O Petrolão’!

Dilma mostrou presença em cena, com uma expressão corporal magnífica, ao falar sobre as prisões da operação Lava-Jato na cúpula do G20
Dilma, além de ter sido a primeira mulher presidente do Brasil, levará em 2014 o prêmio máximo da interpretação: o Oscar de melhor atriz, pela sua participação na reunião do G-20 na Austrália.
Na verdade, o Oscar se deu pela sua entrevista, quando falou sobre as prisões da operação Lava-Jato. O texto é fantástico. A interpretação, nem se fala. Dilma mostrou uma presença em cena, com uma expressão corporal magnífica. E o olhar dela? Nossa. Uau. Só vendo para acreditar no talento dessa mulher. Clap, clap, clap. Palmas, palmas e mais palmas. Tive que assistir ao vídeo da entrevista várias vezes para me certificar de que era mesmo a nossa presidente falando.
É claro que não vou conseguir passar toda a emoção de sua fala, aliás, seria humanamente impossível. Mas resumidamente, Dilma disse que não se pode condenar a empresa Petrobras, mas sim as pessoas. Tanto quem foi corrompido como quem foi corruptor. Não é lindo? Aproveitou também para dizer que agora sim podemos bater no peito – tá isso fui eu que acrescentei, talvez coloque até mais emoção – e falar que tivemos o primeiro escândalo da nossa história investigado. Mas peraí, e o mensalão? – ah tá lembrei, o “pai” dele disse que ele nunca aconteceu.
Dilma, ainda em sua fala, disse que essa investigação pode mudar o país para sempre, pois agora vai se acabar com a impunidade. Que o escândalo atual é diferente, porque vamos mostrar que ele não é engavetável, que ele está de forma absolutamente aberta. E que, independentemente de termos grandes empreiteiras envolvidas, não se pode “demonizar” o setor de construção civil, mas se A, B, C ou D (de Dilma) – faltou o L de Lula – praticaram malfeitos ou atos de corrupção – ué, isso não é um malfeito? – eles pagarão por isso. Ui… que medo.
Mas então…
Vocês perceberam ou é viagem minha? Se Dilma fala com tanta propriedade de que esse escândalo vai mudar o país, o rumo da história e coisa e tal, ou ela está totalmente blindada (sabe-se lá como), ou não sei mais de nada. Se o doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que Lula e Dilma sabiam como fica isso? Será que o doleiro morre antes de conseguir provar que Dilma e Lula não são isso tudo que os petistas e adoradores deles acreditam que eles sejam? Será que o doleiro está mentindo? Será que a punição será dada “até certo ponto”, igualzinho aconteceu com o mensalão que parou no José Dirceu?
Essas são perguntas muito pertinentes e as respostas com quase toda a certeza não serão também pertinentes e tampouco verdadeiras. Será que o STF irá aceitar meias respostas, meias verdades? Será que o STF não dará nome aos bois de verdade? Em outras palavras (como já disse em outra coluna), quadrilha é quadrilha, caixa dois é caixa dois e azul é azul?
Que o nosso STF tenha sabedoria suficiente para não distorcer os fatos e para enxergar de verdade que aquilo que está sendo mostrado é o que está sendo mostrado sem metáforas ou devaneios.
Um país abalado!
Alguns podem não perceber, mas o nosso país está abalado. Esse descrédito instalado com mais esse escândalo tem provocado tanta insatisfação em viver aqui que tenho certeza se fosse simples muitos simplesmente iriam pegar o primeiro avião no aeroporto mais próximo.
A primeira página do jornal Globo do último sábado, 15, lembrou um pouco as páginas do jornal Dia dos velhos tempos, onde só apareciam corpos mutilados, e muito sangue. A única diferença de agora é que em vez de corpos, temos fotos de pessoas até ontem de integridade ilibada e hoje com a legenda de “preso”.
Parece até um filme, mas não é. É a dura realidade de um país que teve tudo para mudar nas últimas eleições, mas que preferiu continuar como tudo está mesmo. Optaram pelo continuísmo e não pela chance de mudar.
O que vai acontecer daqui pra frente é um grande ponto de interrogação. A política de nosso país nunca mais será a mesma. Ainda mais agora que não é possível recuar. Resta saber o que vai restar e se vai restar. Uma investigação acabará detonando outra e mais outra, tamanho são os tentáculos desse Petrolão.
O fato é que esse escândalo acertou em cheio o PT (mais uma vez), em outras palavras, o governo Dilma. Que irá governar daqui pra frente pisando em ovos e com a árdua tarefa de administrar um país em frangalhos, abalado moralmente justamente no lugar que não poderia.
Nenhum político ainda foi atingido oficialmente, mas muitos já estão sentindo a batata fritar e o que é pior para eles, sem saber de onde estará vindo o óleo e que óleo será usado.
Mas uma coisa é certa, temos que tirar o chapéu, a camisa, a roupa toda se for o caso, para o juiz Sérgio Moro que é quem está coordenando a investigação com a Polícia Federal e o Ministério Público – todos também de muitos parabéns – e ele como especialista em lavagem de dinheiro com certeza irá chegar aonde muitos não querem que ele chegue.
É tudo tão surreal que gostaria de acordar somente quando essa fase negra passasse e com a certeza de que outras não viriam logo em seguida, porque haverá uma hora em que o país e as pessoas não conseguirão mais absorver nenhuma pancada por mais fraca que ela seja.
Merecemos é viver uma fase de beijinho no ombro.
Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambientes fechados.
Fonte: Grita Brasil, por Cláudio Schamis
NOTA DE FALECIMENTO
O ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos morreu aos 79 anos na manhã desta quinta-feira (20). Ele estava internado havia alguns dias no hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Com todo o respeito ao passamento, parece que o ex-ministro e advogado do PT, Márcio Thomaz Bastos, não aguentou a responsabilidade do árduo exercício de defensor dos negócios nebulosos do PT e partiu para outra galáxia, quem sabe, menos poluída de corrupção petista. É pena que os mequetrefes Lula, Dilma, Collor, Sarney, Maluf etc. não sejam também contemplados com o passaporte para a vida eterna no inferno.
 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A criminalidade campeia no Brasil

 
A criminalidade banha de sangue e de morte cidadãos brasileiros. O que é feito no país, senão só politicagem e corrupção, para pôr fim a esse estado cruel em que está mergulhada a família brasileira?
 
Recentemente, por ocasião dos debates políticos, a presidente reeleita teceu comentários de que a responsabilidade pela segurança pública brasileira é dos estados, porque assim está na Constituição. Grande equívoco, pois a inteligência correta, do Art. 144 da Constituição Federal, é que a responsabilidade é compartilhada entre a União, Estados-Membros, Distrito Federal e Municípios.
 
É lamentável que alguém que esteja na direção do país venha se eximir de culpa quando assiste à sociedade brasileira ser assassinada diuturnamente. Como a presidente é cercada de segurança por todos os lados, inclusive para a sua família, não lhe toca nenhuma compaixão a dor sofrida por aqueles que são atingidos por balas e ficam paraplégicos ou por aquelas famílias que diariamente perdem os seus entes queridos em um país de total falta de segurança pública.
 
Ora, a Constituição não impede nenhum governo federal, se assim entender, de destinar recursos aos estados e municípios com objetivo de complementar a despesa com segurança pública dos cidadãos.
 
Pode não chocar os defensores dos direitos humanos dos bandidos - verdadeiros hipócritas e burocráticos dos direitos sociais - ver bando de deliquentes juvenis ou de maiores de idade estuprar, seviciar, assassinar, enfim, agredir de todas as formas a família brasileira trabalhadora. E ainda assim, esses pseudodefensores têm a pachorra de julgar que os malfeitores são apenas vitimas da omissão social? Ou seja, a sociedade contributiva “é culpada”, os delinquentes não são delinquentes porque querem: eles são “produtos das injustiças sociais”. E por que o poder público não executa as políticas ditas inclusivas?  Assim, engessados, não podemos endurecer com a bandidagem solta até que a última família morra, para gaudio dos farisaicos doutores ou defensores dos direitos humanos.
 
Alguns criticam que a mídia televisa só noticia e mostra o mundo cão brasileiro de violência e assassinato diário. Mas essa é uma realidade nacional que não pode ser escamoteada e que até agora pouco ou nada foi feito pelos nossos políticos e governantes para reverter a situação.
Mas o que me revoltou e ensejou escrever este artigo foi a notícia de que mais uma vítima da insegurança nacional foi registrada: a empresária Vanessa Rodolpho Garcia Baroni, 39 anos, foi assassinada com um tiro na frente dos três filhos durante um assalto, na zona oeste de São Paulo, quando se dirigia para o carro da família. 
 
Até quando esses políticos e governos corruptos vão tomar vergonha e se preocupar com a segurança da sociedade, que paga alta carga tributária para sustentar o salário de mequetrefes políticos, mas não recebe serviços públicos de qualidade?
 
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O país na mão de vendilhões

Em sua página do facebook, o aprendiz de político, deputado arco-íris, Jean Wyllys (Psol-RJ), faz referências furibundas contra as manifestações, em São Paulo, que protestavam contra a reeleição de Dilma Rousseff. Veja só: que moral tem alguém - surgido das entranhas promíscuas do Big Brother Brasil e nessa esteira conseguiu se tornar parlamentar, reeleito para o cabide de emprego por incautos cidadãos - para vir criticar manifestações de autênticos brasileiros que não se conformam em ver o Brasil ser dominado por uma quadrilha de políticos corruptos e sectários. Essa mesma quadrilha foi recentemente derrotada na Câmara Federal ao pretender instalar aqui os “Conselhos Populares”, verdadeiros sovietes, como se o Congresso Nacional fosse mero cartório de registro das insanidades do governo.

Depoimento em vídeo de uma senhora na Avenida Paulista: “Meu marido fugiu da revolução Húngara com 200 mil húngaros. Ele conhece o que são os Conselhos Populares. Eles dividiam os bairros para ir dominando. Tinha que se ter permissão para ir de um bairro para outro e isso constava de caderneta. Eu nasci na Iugoslávia e não consegui voltar para o meu país porque eles botaram a mão em todos os bens que a gente tinha lá”. Ela conta que seu marido está doente com o que está acontecendo no Brasil. “Um país maravilhoso como o Brasil querendo o comunismo, é o fim do mundo, é o fim do mundo.”
 
Cara pálida Jean Wyllys, o Brasil é muito maior que molecotes políticos, travestidos de parlamentares, com visões nacionais parvas e com inclinações para o socialismo/comunismo.  Aqui, vocês, vendilhões da pátria, jamais transformarão o país em socialismo bolivariano ou bolchevique, porque a verdadeira sociedade brasileira, com o apoio, certamente, das Forças Armadas, saberá responder à altura.
 
Ao ensejo, transcrevo o pensamento lúcido da escritora itajaiense, Rosa de Lourdes: “País rico por natureza, onde vivem tantos valores humanos, tantas inteligências brilhantes nas diversas áreas de concentração do conhecimento, tantos talentos a serviço das ciências, das artes, da cultura, fiquem à mercê de uma mulher sem ética, sem alcance intelectual, que agride a família, a igreja, a sociedade com seus caprichos reprováveis. (...) O Brasil está falido moralmente.” A escritora é um exemplo de que existem brasileiros responsáveis e capazes de perceber a incompetência de governos oportunistas, populistas e mistificadores.
 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A corrupção reelegeu Dilma Rousseff

Parabéns ao Rio Grande do Sul que não soube se ajoelhar ao PT e mandou o atual governador petista, Tarso Genro, procurar outro emprego. O RS dá um belo exemplo democrático de alternância governamental ao não permitir que um partido ou governo se eternize no poder.

Diferente dos sectários petistas, que não aceitaram a condenação pelo STF da quadrilha do mensalão, que denegria a nação, como se aqui não vigorasse um estado democrático de direito, o segmento eleitoral ora derrotado, embora de forma apertada, reconhece a legitimidade da reeleição de Dilma Rousseff.
 
Não resta dúvida de que no plano nacional, erramos. Não sabíamos que 54.501.118 eleitores nacionais eram comparsas de um governo corrupto. E o Brasil não merece.
 
Não devemos culpar o povo do Norte e Nordeste, que deu a vitória ao PT. Essa região sabe muito bem que o país precisa de renovação. Mas grande parcela de sua população vive esquecida por seus políticos regionais, que só se locupletam, e caiu direitinho na armadilha política eleitoral petista do Bolsa Família, como se isso fosse solução para os seus problemas.
 
Só que esses dependentes do Bolsa Família jamais sairão de seu estado de pobreza porque a política governamental não é de investimento na produção de riquezas para gerar empregos em larga escala, e nem de fortalecimento do ensino básico em todos os rincões nacionais - voltado à formação de um corpo docente competente e bem remunerado, para atuar em recintos escolares com toda infraestrutura - para que os filhos dos miseráveis brasileiros também não venham a ser os futuros clientes do Bolsa Família.
 
Peguemos um exemplo de como funcionou bem o curral eleitoral do Bolsa Família em favor de Dilma Rousseff: o município de Belégua-MA, um dos mais atrasados dos Estados nordestinos, com mais da metade da população dependente do Bolsa Família, proporcionou a Dilma 94% dos votos válidos.
 
Com o resultado da eleição, o Brasil está praticamente dividido. De um lado os Estados do PT (Norte/Nordeste), com economia e educação não desenvolvidas. Do outro, Estados do PSDB (Sudeste, Sul e Centro-Oeste), com economia e educação mais desenvolvidas e gerando riquezas para o país. Agora, o Norte/Nordeste não poderá reclamar da continuidade de seu subdesenvolvimento. A região apostou que o velho governo do PT de 12 anos vai fazer o que não fez: reforma fiscal e política, melhorar o país, combater a inflação e a corrupção. Esta, a corrupção, sempre foi irmã siamesa do governo petista: mensalão. E eis o rumoroso caso da corrupção na Petrobras, que o governo tenta esconder, como prova contundente do ilícito: o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobras, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, na terça-feira passada, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal.
 
Mas não está tudo perdido. A grave denúncia do doleiro Youssef contra Lula e Dilma Rousseff ainda poderá salvar o país.
 

sábado, 25 de outubro de 2014

O Brasil não merece reeleger um governo corrupto


O Brasil não merece continuar sendo enganado e governado por um partido que há 12 anos no poder não reverteu a situação delicada da Educação, Saúde e Segurança Pública, e que compartilha com a corrupção pública, protegendo os seus autores. E se não fosse o jornalismo investigativo nacional, as falcatruas do governo não seriam denunciadas para conhecimento da sociedade.

Nos debates do segundo turno, Dilma Rousseff se utilizou de métodos fascistas na tentativa de desmoralizar Aécio Neves, como o PT fez com a candidata Marina Silva. Mas Aécio Neves deixou o governo mineiro com aprovação de 92% dos mineiros. Ou isso é mentira?

O governo do PT, no passado, criticava a comunidade financeira, mas os banqueiros hoje estão muito satisfeitos com o governo petista: só tiveram lucro. Eles ganharam do Lula, caído do céu, a carteira de empréstimo consignado aos aposentados, que não podem sobreviver com o que ganham. Essa carteira gera aos banqueiros lucros formidáveis.  Em consequência, a maioria dos aposentados do INSS, que pegaram dinheiro nos bancos, está endividada até o pescoço e, ao morrer, vão deixar a dívida para a família.

O governo petista finge que se preocupa com os pobres. Mas vejam: o programa Minha Casa, Minha Vida é uma propaganda política enganosa de Dilma Rousseff, e eis aqui a verdade: para os pobres, Dilma dedica a periferia distante, com residências pequenas e precárias, construídas a dezenas de quilômetros das capitais ou municípios, dificultando muito o deslocamento dessa gente para o mercado de trabalho.

No último debate político da TV Globo, Dilma não respondeu pergunta do eleitor sobre aluguel e o impacto da inflação na habitação. Fugiu do assunto inflação e preferiu falar do Minha Casa Minha Vida, deixando de lado a questão do aumento dos preços do aluguel. Indiretamente, disse que, para driblar esse aumento do aluguel, o povo deveria comprar casas no Minha Casa Minha Vida, ou seja, o pobre não tem que morar nos centros urbanos, mas sim nos quintos dos infernos das cidades.
 
No governo petista, Lula e o seu filho ficaram ricos, como isso é possível? Como se sabe, toda a pelegada petista, espalhada nos órgãos públicos, está se locupletando com o dinheiro público. A corrupção na PETROBRAS - muito maior do que o imoral caso do MENSALÃO,  que levou para cadeia uma quadrilha corrupta – se transformou no maior escândalo de corrupção de um governo brasileiro.  E isso não é suficiente para o eleitor expulsar da Presidência Dilma e o seu bando corrupto?

Dilma Rousseff, até hoje só mamou nas tetas dos serviços públicos. Sem competência para trabalhar na iniciativa privada, foi dona de loja de artigos R$1,99, em Porto Alegre, que vendia bugiganga importada, e que foi fechada. Ora, a incompetência dela para administrar uma loja de artigos R$1,99 só podia mesmo mostrar a sua natural incompetência para presidir o Brasil.

Dilma Rousseff mente ao país deslavadamente como sempre fez o PT. Na Ata da Petrobras consta que o corrupto diretor Paulo Roberto pediu para sair da diretoria, mas Dilma insiste - mentindo - que ele foi demitido.

Dilma Rousseff, como o PT, na sua esteira de mentiras, continua a afirmar que o Bolsa Família foi invenção do PT. Porém, a Lei 10.836, de 9 de janeiro de 2004, desmente informando a UNIFICAÇÃO DE PROGRAMAS DE GOVERNOS ANTERIORES, CONFOME PARÁGRAFO ÚNICO.
LEI No 10.836, DE 9 DE JANEIRO DE 2004.
Art. 1o Fica criado, no âmbito da Presidência da República, o Programa Bolsa Família, destinado às ações de transferência de renda com condicionalidades.
Parágrafo único. O Programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação - Bolsa Escola, instituído pela Lei nº 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação - PNAA, criado pela Lei n o 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculada à Saúde - Bolsa Alimentação, instituído pela Medida Provisória n o 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto nº 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto nº 3.877, de 24 de julho de 2001.

E para culminar com a imoralidade do PT, a revista Veja acaba de publicar reportagem em que diz que a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010, foi operada com os préstimos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. Com efeito, e não podia ser outra, a reação do eleitor só pode ser de indignação com as falcatruas do governo petista.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Campanha política fascista do PT

Campanha política fascista do PT
O artigo abaixo mostra a calúnia de Dilma Rousseff contra Aécio Neves, na tentativa insana de atingir a sua honra. É com essa prática fascista que o PT faz política de baixo nível.
 JORNAL O TEMPO
Sylo Costa
 PUBLICADO EM 22/10/14 - 04h00    
“Das coisas que não posso entender/ uma é o sol nascer de dia, quando não devia ser/ Devia nascer de noite, para a noite esclarecer/ Se o dia já é claro, que vem o sol fazer?”

Essa quadrinha do folclore sertanejo é um belo exemplo do óbvio. Outro exemplo é este que vou explicar: o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) tem suas competências estabelecidas no art. 76 e seguintes da Constituição Estadual. O inciso I do art. 76 diz que compete ao tribunal “apreciar as contas prestadas anualmente pelo governador do Estado e sobre elas emitir parecer prévio, em 60 dias, contados de seu recebimento”.

E o que faz um conselheiro do Tribunal de Contas? Fiscaliza as contas públicas. Indicado conselheiro do TCE-MG pelo governador Hélio Garcia, tomei posse em 1994 e me aposentei compulsoriamente em 2006, com quase 47 anos de serviços públicos. Nesses 14 anos em que estive no tribunal, fui relator das contas do governo mais de uma vez. Uma delas, em 2005, quando me couberam a relatoria das contas governamentais do exercício fiscal de 2004 e, nessa condição, a análise da prestação de contas para a emissão do parecer prévio, peça de natureza técnico-jurídica que o Tribunal de Contas encaminha à Assembleia Legislativa para subsidiar o julgamento das contas. Sim, é o Poder Legislativo que julga as contas, não o Tribunal de Contas.
Bem, quase caí da poltrona durante o debate do último domingo, quando ouvi Dona Dilma, com ar triunfal, declarar que eu teria dito, na qualidade de relator das contas do então governador Aécio Neves, que vacina para cavalo foi contabilizada como despesa de saúde. O que ela pretendeu fazer – como de hábito, aliás – foi manipular os fatos, numa tentativa de atacar seu adversário. Explico: como relator, orientado por minha assessoria, mandei retirar da conta da Secretaria de Saúde uma fatura de compra de vacinas sem especificação e lançá-la na conta da Secretaria de Agricultura, erro material que não afetava o cumprimento do índice constitucional da saúde. Tanto que me posicionei pela aprovação das contas. O parecer prévio sobre as contas do governador foi aprovado por unanimidade. Posteriormente, recebi da Secretaria de Agricultura a informação de que a compra das vacinas era mesmo para a saúde, já que se tratava de vacinas contra aftosa para experimentos da Fundação Ezequiel Dias. Quanto à existência de ressalvas – as quais, diga-se, sempre se referem à presença de erros materiais, que, constatados a tempo e a hora, podem ser corrigidos –, isso é mais que comum numa prestação de contas com mais de 40 mil itens.
Foi esse pequeno erro material que Dona Dilma citou como se fosse um assunto tão grave como os assaltos do seu governo na Petrobras e em quase tudo o que o governo federal mete o nariz. Parece coisa de gente que se faz de louca...

O Brasil vai ter que trabalhar uns 20 anos para pagar a conta desses governos do PT. Mas, no domingo, milhões de tucanos ou apartidários como eu estarão enchendo as urnas para o bem do Brasil.