O candidato do PSL à prefeitura do Rio, deputado federal Luiz Lima, declarou que a exploração imobiliária irregular pelas milícias deve ser combatida pelas polícias e pela prefeitura do RJ.
Se os órgãos que dão segurança à sociedade,
incluindo o Judiciário, não tivessem medo de bandidos, esses sindicatos criminosos
já teriam sido abortados com mão de ferro há muito tempo não só no RJ, como
também no país.
Recentemente, o ministro do STF, Marco Aurélio, talvez com
medo de bandido, libertou um traficante de alta
periculosidade, que o Estado havia dispendido muito dinheiro para a sua prisão. E
o criminoso saiu tranquilo pela porta da frente do presídio, sendo recepcionado
por seu advogado em carro de luxo, que o esperava, zarpando para lugar incerto,
pois o endereço informado pelo bandido à Justiça era falso.
A nossa Constituição precisa sofrer revisão, mormente no
capítulo dos Direitos Individuais. Não pode um criminoso de alta periculosidade
ser avaliado na mesma balança da Justiça que sentencia um ladrão de galinha.
Lamentavelmente, o país anda dominado por legiões de facínoras
poderosos com cacife para interferir em decisões dentro do Parlamento e em
sentenças judiciais. Por que as nossas leis penais são tão lenientes com a
bandidagem? Bandido tem até direito a visitas íntimas. Neste particular, os
defensores dos Direitos
Humanos dão muita proteção a bandidos.
Mas os malfeitores só se estabelecem porque encontram
respaldo em servidores públicos indecorosos, transgressores de suas obrigações
legais, que se omitem no dever de combater os criminosos. O nosso Legislativo,
por exemplo, deixa de aprovar leis penais
contundentes porque no seio do Congresso existem ocultos representantes de
criminosos. No entanto, ressalva-se que há muitos servidores que trabalham com
seriedade.
No caso do Rio de Janeiro, a ação criminosa envolve desde os seus
representantes políticos, como atesta a corrupção das rachadinhas na Alerj, os
ex e
atuais prefeitos e governadores e vai até o submundo do tráfico, das milícias
etc.
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