domingo, 31 de agosto de 2014

Campanhas políticas


Uma vergonha as campanhas políticas: é só promessa de candidatos, mas eles estão interessados mesmo é no cabide de emprego. Depois de eleitos, esquecem os problemas sociais, desviam recursos públicos para os seus bolsos, enquanto, por exemplo, o serviço público de saúde é sucateado por falta de verbas, as escolas públicas continuam de péssima qualidade, a segurança pública é deficiente, enfim, o Estado não desempenha o seu papel constitucional.

Assim como eu, muitos brasileiros são convidados pelos meios de comunicação ou por correspondência postal a contribuir com vários tipos de entidades filantrópicas ou do Terceiro Setor: “Criança Esperança, Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite” etc. Tudo isso para suprir a incompetência de nossos governantes, políticos e órgãos públicos pertinentes, que deixam de cumprir as suas obrigações constitucionais nas diversas áreas sociais.

No Brasil, a pouca-vergonha é tão grande que o cidadão tem que contribuir com associações beneficentes não governamentais e sem fins lucrativos para minorar um pouco o sofrimento de muitos brasileiros pobres e doentes, que não são socorridos devidamente por nossas instituições públicas de saúde, como determina a Constituição Federal.

Os políticos e governos deveriam ter vergonha de se olhar no espelho ou no rosto de cada contribuinte nacional, que paga alta carga tributária, por saber que são coniventes com o desvio de dinheiro público, que deveria ser empregado na excelência do tratamento médico do estrato social mais carente brasileiro. Enquanto isso, Lula e Dilma Rousseff vão se tratar no hospital privado elitizado Sírio-Libanês, pago pelo contribuinte.

Por isso, o eleitor deveria refletir com muita responsabilidade na hora de escolher os governantes e parlamentares.

 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eleição para governador & Cia.

Em época de eleição desfilam às nossas portas rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de suas obrigações, só pensam na reeleição ou em disputar outros pleitos, como estão operando, por exemplo, os senadores Wellington Dias (PT-PI), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Roberto Requião (PMDB-PR), Ana Amélia (PP-RS), Delcído Amaral (PT-MS), Ângela Portela (PT-RR),  Cássio Cunha (PSDB-PB), Eduardo Braga (PMDB-AM), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Lídice da Mata (PSB-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ) ,Marcelo Crivella (PRB-RJ), Paulo Bauer (PSDB-SC), Pedro Taques (PDT-MT), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Vital do Rêgo (PMDB-PB), ambos com vigência senatorial até 2019.

Preliminarmente, cabe observar que o desvio de função legislativa para assumir cargos nos governos ou para disputar novos pleitos, em plena vigência de mandato, é uma das marcas registradas do político brasileiro oportunista, sem moral e ética pública, pois deixa de cumprir com lealdade o mandato outorgado pelo eleitor.

Sabe-se, contudo, que os políticos solertes, imorais e descompromissados com o eleitor pouco se importam com as suas condutas indignas. Trocam de partidos e descumprem o mandato com a maior cara de pau, mas em época de eleição aparecem para bajular a sociedade.

Infelizmente e para gáudio dos políticos e candidatos, o voto obrigatório (imoral), trocado por qualquer promessa e dinheiro, é um dos responsáveis pelo patético panorama da política nacional, repleto de parlamentares incompetentes, corruptos, gazeteiros, enganadores de eleitores e mais interessados nas benesses públicas. Certa feita o jornal Espanhol El País escreveu que ser político no Brasil é uma grande sorte, tantas são as vantagens auferidas.

Se o eleitor nacional não fosse analfabeto político e soubesse escolher devidamente seus representantes, mequetrefes políticos, que passam cheque sem fundo ao eleitor e não exercem integralmente o mandato, não seriam eleitos e nem reeleitos.

Eleitores, não reelejam ninguém e nem elejam governadores políticos que estejam em curso de mandato até 2019. Ademais, temos que combater também os políticos de relativa seriedade com a coisa pública. Vejam, os senadores supramencionados e outros, inclusive ex-senadores, dispõem no Senado de plano de saúde gratuito, pago pelos contribuintes, para si e sua família de forma perene, uma imoralidade a que eles jamais se opuseram, e que muitos brasileiros desconhecem. Assim, não se pode abonar uma candidatura de quem não seja absolutamente sério.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Eleição para governador de Santa Catarina



O eleitor responsável não pode esquecer os maus comportamentos de parlamentares durante o mandato. Por exemplo, qual a credencial do senador Paulo Bauer (PSDB) para governar SC se ele, no Senado Federal, não demonstrou zelo com a coisa pública?

Em época de eleição desfilam rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de que devem ter conduta ilibada em qualquer situação. Assim, para reflexão, leiam alguns trechos da matéria publicada pelo Congressoemfoco, em 11/08/2013:

“Veículo alugado por Paulo Bauer, para se deslocar em Santa Catarina, custa mais de R$ 157 mil. Quem paga é o contribuinte. (...) Desde dezembro de 2011, o Senado já gastou R$ 139.755,00 para arcar com as despesas contratadas pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) para alugar um carro top da marca Kia, o Mohave. São desembolsados todo mês R$ 6.655,00, de acordo com a prestação de contas do senador. O valor de compra da versão mais barata do modelo é de R$ 157,6 mil, conforme a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O carro fica em Santa Catarina, já que todos os 81 senadores dispõem de carro e motorista – pagos pelos contribuintes – para seus deslocamentos na capital federal.

Em 2009, quando era deputado, Paulo Bauer chegou a ser alvo da Corregedoria da Câmara. Mesmo licenciado do mandato, como secretário estadual de Educação, o catarinense foi apontado como suspeito de se beneficiar da venda de créditos de passagens aéreas da cota parlamentar. Gravações obtidas pelo Congresso em Foco à época mostravam o tucano falando sobre o assunto com um assessor. Bauer negou envolvimento no caso. Disse ter encenado para tentar extrair informações do ex-assessor, a quem responsabilizou pela venda irregular dos créditos. O caso acabou arquivado. E Bauer se elegeu senador em 2010”

Eleitores, temos que combater os políticos de relativa seriedade com a coisa pública. O senador dispõe no Senado de plano de saúde gratuito para si e sua família de forma perene, uma imoralidade a que ele jamais se opôs. Assim, não se pode abonar uma candidatura de quem não seja absolutamente sério.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eleição-Governo de Santa Catarina


 
O eleitor responsável não pode esquecer os maus comportamentos de parlamentares durante o mandato. Por exemplo, qual a credencial do senador Paulo Bauer (PSDB) para governar SC se ele, no Senado Federal, não demonstrou zelo com a coisa pública?

Vejam, em época de eleição desfilam rebanhos de cordeirinhos desmamados choramingando votos, só que quando estão exercendo mandatos se esquecem de que devem ter conduta ilibada em qualquer situação. Assim, para reflexão, leiam alguns trechos da matéria publicada pelo Congressoemfoco, em 11/08/2013:

“Veículo alugado por Paulo Bauer, para se deslocar em Santa Catarina, custa mais de R$ 157 mil. Quem paga é o contribuinte. (...) Desde dezembro de 2011, o Senado já gastou R$ 139.755,00 para arcar com as despesas contratadas pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) para alugar um carro top da marca Kia, o Mohave. São desembolsados todo mês R$ 6.655,00, de acordo com a prestação de contas do senador. O valor de compra da versão mais barata do modelo é de R$ 157,6 mil, conforme a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O carro fica em Santa Catarina, já que todos os 81 senadores dispõem de carro e motorista – pagos pelos contribuintes – para seus deslocamentos na capital federal.
 
 Em 2009, quando era deputado, Paulo Bauer chegou a ser alvo da Corregedoria da Câmara. Mesmo licenciado do mandato, como secretário estadual de Educação, o catarinense foi apontado como suspeito de se beneficiar da venda de créditos de passagens aéreas da cota parlamentar. Gravações obtidas pelo Congresso em Foco à época mostravam o tucano falando sobre o assunto com um assessor. Bauer negou envolvimento no caso. Disse ter encenado para tentar extrair informações do ex-assessor, a quem responsabilizou pela venda irregular dos créditos. O caso acabou arquivado. E Bauer se elegeu senador em 2010".

 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Eleição e entrevista da Globo com Dilma Rousseff

 
Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha - 18/08/2014.
Marina larga também em situação de empate técnico com Dilma na simulação de segundo turno: Marina com 47% e Dilma com 43%. O Datafolha não pesquisou um cenário entre Marina e Aécio. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista tem 47%, e o tucano, 39%.


Será o Benedito? Novamente uma petista mascarada, ou ex-petista, no comando da nação? Bem, o Brasil não merece ser continuado como está. É salutar para a democracia governamental oxigênio novo. Ninguém ou nenhum partido político é insubstituível. Por caminhos tortos (desastre do Eduardo) o país pode chegar a um bom lugar. É o que a sociedade apolítica espera.

Vamos falar sério e com imparcialidade. A Globo foi também dura contra o Aécio Neves, no caso do aeroporto da cidade de Cláudio (MG). Por que a postura da Globo deveria ser diferente com relação à candidata Dilma Rousseff?

Agora, quem assistiu à entrevista da presidente Dilma Rousseff ficou com pena de ver uma candidata insegura e vacilante, interrompida constantemente por não responder às perguntas. Ademais, a sua prolixidade ao tergiversar não permitiu que ela pudesse concluir a sua proposta de governo no tempo certo. Talvez, a presidente Dilma já demonstre intranquilidade com o crescimento nas pesquisas da candidata Marina Silva. Ou, quem sabe, o PT e a presidente Dilma gostariam que as perguntas fossem previamente combinadas, como na "cola" da CPI da Petrobras no Senado.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

ELEIÇÃO


18/08/2014 03h13

Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha.

Marina larga também em situação de empate técnico com Dilma na simulação de segundo turno: Marina com 47% e Dilma com 43%. O Datafolha não pesquisou um cenário entre Marina e Aécio. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista tem 47%, e o tucano, 39%.

Será o Benedito? Novamente uma petista mascarada, ou ex-petista, no comando da nação? Bem, o Brasil não merece ser continuado como está. É salutar para a democracia governamental oxigênio novo. Ninguém ou nenhum partido político é insubstituível. Por caminhos tortos (desastre do Eduardo) o país pode chegar a um bom lugar; é o que a sociedade apolítica espera.

Vamos falar sério e ter imparcialidade. A Globo foi também dura contra o Aécio, no caso do aeroporto.
Agora, quem assistiu à entrevista da presidente Dilma Rousseff ficou com pena de ver uma candidata insegura e vacilante, interrompida constantemente por não responder às perguntas; e não conseguiu concluir a sua fala sobre a proposta de governo no tempo certo. Talvez, a presidente Dilma já demonstre intranquilidade com o crescimento nas pesquisas da candidata Marina.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

STF nega pedido de cotas para negros em concursos do Legislativo e Judiciário

por Agência Brasil
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou hoje (15) pedido do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) para que seja obrigatória a reserva de 20% das vagas para pardos e negros em concursos públicos do Legislativo e  Judiciário.  Segundo a ministra, a concessão do mandado de segurança significaria interferência do STF no Legislativo.

A Lei nº 12.990/2014 foi publicada no dia 9 de junho e criou a reserva de 20% nas vagas em concursos públicos para pardos e negros em órgãos da administração federal, como autarquias, fundações, e empresas públicas. Ao recorrer ao STF, o instituto alegou que não foi feita justiça social, pelo fato de o Judiciário e o Legislativo não terem sido contemplados pela lei.

Na decisão, a ministra entendeu que cabe ao Poder Legislativo decidir em quais setores a reserva será aplicada. "Tampouco a impetração poderia ser admitida sob o argumento de violação a direito previsto no Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010), pois, como realçado na manifestação do procurador-geral da República, a lei não reserva 20% das vagas em concurso público aos negros, mas apenas a implementação de medidas visando à promoção da igualdade nas contratações do setor público, com a transferência do juízo de sua adequação aos órgãos competentes˜, disse Cármen Lúcia.

Os negros e pardos não são pessoas incapazes. Mas o governo petista, por jogada política eleitoreira, acolheu todas as representações afrodescendentes para aprovar por medida provisória as suas propostas. E os demais cidadãos não afrodescendentes ficaram calados ou alheios ao que se passava na política e no Congresso, e não se manifestaram tempestivamente para impedir que o governo e os afrodescendentes lograssem êxito. Agora, não adianta reclamar. Não obstante, sabemos que o problema reside na falta de política pública educacional para todos, que o Governo Federal sonega ao cidadão, ou seja, não temos uma escola pública de alta qualidade para nivelar em estudo todos os indivíduos, independente da cor da pele.

Por outro lado, veladamente, o próprio Judiciário (STF) sabe que a Lei de Cotas é inconstitucional, pois fere a igualdade dos direitos. Por que também não são beneficiados as entidades indígenas e os demais brasileiros pobres não afrodescendentes? Por que o Poder Judiciário e Legislativo ficaram fora do alcance da Lei de Cotas? A Lei de Cotas no serviço público é inconstitucional também por transgredir o Art. 3º - IV, da Constituição Federal, que dispõe, entre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, “promover o bem de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

Por fim, qual é a explicação de o Congresso Nacional deixar fora do alcance da Lei de Cotas os Poderes Legislativo e Judiciário? Não foi um cochilo dos legisladores? Ou um concurso público para o Legislativo/Judiciário é mais complexo ou mais sério que o para órgãos da administração federal direta e indireta?