sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

PT, PCdoB e PSOL decidem boicotar posse de Jair Bolsonaro

PT, PCdoB e PSOL são partidinhos de merda e defensores de LULADRÃO. As suas ausências ao evento  só enobrecem a posse de BOLSONARO. Viva o novo Brasil! Viva a morte da esquerda podre que dilapidou o país.

O PT, principalmente, é um partido de gente desequilibrada, alarmista e apocalíptica. Esculhambaram o país, assaltando e corrompendo as instituições em mais de 13 anos de poder, e agora quer vir dar exemplo de moralidade.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Os gastos públicos e o empreguismo no Legislativo

Qual será  o balanço (positivo) que os presidentes do Senado e da Câmara, Eunício Oliveira e Rodrigo Maia,  apresentarão ao Brasil, em 2018,  de moralização dos gastos do Congresso, diante de um país de mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados? Lembrando que  o Parlamento sueco está aí como exemplo de austeridade e moralidade pública, que deveria ser copiado.

Se as excelências parlamentares brasileiras  não se preocupam com os gastos, ou melhor, com a farra do dinheiro público, é porque procedem conscientemente como larápios do Erário, ou não? Ou a sociedade contributiva que é por demais exigente com os nossos “operosos e parcimoniosos” parlamentares?

A verdade é que não se vê nenhuma preocupação em combater os gastos públicos. Os nossos políticos vivem em dissintonia com a realidade brasileira de pobreza. A ilha da fantasia Brasília continua a debochar da sociedade com os seus monumentais gastos. E, portanto, temos pouca esperança de que a renovação do Congresso e do Executivo vá mudar este tenebroso quadro.

Por que os servidores de gabinetes de parlamentares – auxiliares e assessores – não são providos apenas por elementos (concursados) do quadro próprio do Legislativo? Para que tantos auxiliares e assessores? O Legislativo tem que dar exemplo e moralizar o empreguismo de apaniguados, amigos e parentes de parlamentares.

E o resultado do empreguismo nefasto está, por exemplo, nas denúncias do Coaf, envolvendo um ex-assessor (Fabrício Queiroz) do filho de Bolsonaro (Flávio Bolsonaro), recentemente eleito senador pelo RJ, que, também, desfrutava - ele, esposa e filhas – do empreguismo legislativo: uma verdadeira praga da sinecura nacional, que precisa ser combatida e eliminada.

O relatório do Conselho de Centro de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda,  mostrou movimentações financeiras consideradas suspeitas na conta do ex-assessor de mais de R$ 1,2 milhão.

Segundo reportagem do Congresso em Foco, de 15.01.2018, o Congresso brasileiro é um dos mais caros do mundo. Veja o quadro sinótico abaixo.

A relação dos principais benefícios de um congressista brasileiro:
Benefícios
Deputado
Benefícios
Senador
Salário
R$ 33.763,00
Salário
R$ 33.763,00
Cotão *
De R$ 30.788,66 a R$ 45.612,53
Cotão *****
De R$ 21.045,20 a R$ 44.276,60
Auxílio-moradia **
R$ 4.200,00
Auxílio-moradia **
R$ 5.500,00
Verba para contratar até 25 funcionários
R$ 92.000,00
Contratação de até 55 funcionários (valor não especificado)
Ajuda de custo ***
R$ 33.763,00
Ajuda de custo ***
R$ 33.763,00
Plano de saúde ****
Limitado
Plano de saúde
Vitalício
Carro oficial
Integrantes da Mesa Diretora
Carro oficial
Carro oficial com motorista
* Valor varia conforme o estado. O menor é pago aos representantes do DF, e o maior, aos de Roraima.
** Benefício pago ao parlamentar que não ocupa imóvel funcional ou próprio.
*** Valor pago no início e no fim do mandato de cada parlamentar, inclusive suplentes
**** Os deputados só são ressarcidos em serviços médicos que não puderem ser prestados no Departamento Médico (Demed) da Câmara, em Brasília.
***** Varia conforme o estado de origem do parlamentar. Os menores montantes são pagos aos senadores de Goiás e do DF. Os maiores, aos senadores do Amazonas.
Fonte: Congresso em Foco, com base em dados da Câmara e do Senado.
Por Edson Sardinha                                                                                                             

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Como padece a pobreza no Brasil

Enquanto os parlamentares nacionais só se preocupam com os seus interesses, mordomias,  altos salários, não combatem o empreguismo indecente em seus gabinetes, como ficou evidenciado o caso do filho  de Jair Bolsonaro,  dando as costas para os reais problemas da sociedade, o que revela a falta de vergonha e caráter, a realidade brasileira é esta:

“Mulher dá à luz na recepção de hospital municipal do Rio - Uma mulher deu à luz sozinha, neste domingo, no chão da recepção do Hospital municipal Pedro II, após ter aguardado por mais de uma hora atendimento. De acordo com relatos de técnicos de enfermagem da unidade, não havia médico nem enfermagem no plantão, apenas recepcionista, maqueiro e segurança.”

Este é o quadro apocalíptico do sistema público de saúde no Brasil. Uma grande vergonha que não envergonha os políticos e governos brasileiros. 

O dinheiro dos contribuintes jorra para pagar as campanhas políticas dos oportunistas travestidos de homens  públicos honrados; para bancar a orgia dos gastos do Congresso Nacional com deputados e senadores, sem esquecer os legislativos estaduais e municipais;  para sustentar a elite de ministros do STF contemplada com aumentos salariais intempestivos; para bancar as despesas de auxiliares e seguranças de ex-presidentes da República abonados, inclusive dos cassados etc.

Mas o dinheiro dos contribuintes não jorra para atender às camadas mais necessitadas, porque falta vergonha e caráter aos políticos e governantes brasileiros, que só sabem enxergar os seus interesses e de grupos que representam, esquecendo os compromissos constitucionais.

Se todos os políticos e governantes fossem obrigados a ser atendidos na rede pública de saúde, inclusive os ministros do STF, certamente, o panorama de atendimento seria bem outro.

Mas como a pobreza nacional - representada pela mulher que, humilhada, deu à luz sozinha no chão da recepção do hospital -  não nasceu com a sorte de ser político ou ministro do STF, a expectativa  sombria será continuar padecendo sob o olhar negligente e debochado dos políticos, dos governantes e do Judiciário.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

OS BONS EXEMPLOS DEVEM SER ENALTECIDOS




Os bons exemplos devem ser enaltecidos mesmo que venham  do exterior. Pois bem, a Copa do Mundo de futebol, realizada na Rússia, deixou principalmente  para o Brasil a imagem positiva de uma mulher.

Trata-se de Kolinda Grabar-Kitarovic, presidente da Croácia. Uma simpatia de mulher que se despiu do manto presidencial e foi se misturar com os torcedores da equipe de seu país nos jogos  das quartas de final e final do torneio.

Outro mundo. Outra mentalidade. Kolinda deixou eternizado um  exemplo de moralidade pública. A presidente da Croácia foi torcer por sua Seleção pagando de seu próprio bolso a viagem e mandou que fossem descontados de seus salários os  dias em que esteve fora do local de trabalho,  coisa que jamais se viu no Brasil.

Aqui no Brasil, a mal-humorada e antipática Dilma Rousseff, que teve o mandato cassado de forma legal e não conseguiu se eleger  ao Senado por Minas Gerais, age de maneira oposta à  presidente da Croácia, pois, sem nenhuma cerimônia, decência republicana e escrúpulo, continua viajando e gastando à nossa custa e se valendo do staff posto à sua disposição  pelo não menos também indecente Decreto 6.381/2008, que dispõe sobre medidas de  segurança aos ex-presidentes da República.

Com efeito, não  há como comparar o caráter de responsabilidade para com o Erário entre  a ex-presidente cassada e a presidente  da Croácia.
Como escreveu o jornalista J.R Guzzo: “Quanto à soma entre Dilma, Presidência da República  e aviões, a comparação com Kolinda é outro desastre. Nossa ex torrou sabe-se lá quantos milhões de dólares viajando num ritmo alucinado para baixo  e para cima por este mundo afora, no jato da Presidência da República, com cada tostão pago integralmente por você. Chegou a desviar rota do avião oficial numa viagem da Suíça para Cuba porque queria jantar em Lisboa e passar uma noite no Hotel Ritz, onde as diárias podem superar os 25000 reais. Quer dizer:  há simplesmente um abismo entre uma mulher e outra”.



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Escola partidária, identidade de gênero e outras idiotices


Temos que reagir às investidas de grupos deletérios, que tentam destruir os princípios morais e educacionais da família brasileira.

Por exemplo, a deputada federal Erika Kokay  (PT-DF) tem se notabilizado na tribuna da Câmara em defesa visceral  de um modelo libertário de sociedade, pregando um novo comportamento da educação familiar e escolar.

A deputada em seu contumaz show verborrágico - de gestos demasiadamente peripatéticos, defensora da escola partidária, mas que foi educada na escola tradicional e graças a ela deve a educação formal que tem -  não se cansa  de seus  posicionamentos ridículos,   antipedagógicos e doutrinários  de viés (comunista) maléfico.

Ora, o senso crítico não se aprende na escola, mas sim é uma característica intrínseca de reagir de cada um no universo em que vive. Não é a escola defendida por Erika Kokay, ou por grupos vanguardistas de esquerda, que vai posicionar o indivíduo na sociedade.

A escola básica é para formar o cidadão como ser humano, civilizado, disciplinado,  multialfabetizado  e não para ter contato precocemente com ideologias político-partidárias, de gênero, casamento gay etc.

Como impingir nas crianças conceitos antipedagógicos de natureza sexual, homoafetivos, político-partidários,  ensinando que inexistem homem e mulher e outras idiotices, como desejam a deputada petista e demais sectários de esquerda?

A pluralidade de ideias e a divergência são vitais para a oxigenação do ensino, mas têm   que ser abordadas sem proselitismo, sem doutrinação e sem pretender catequisar indivíduos ainda em formação escolar.

Enquanto a deputada e demais pseudovanguardistas de esquerda se preocupam em doutrinar a escola básica, se esquecem elas de que as escolas públicas brasileiras,  no período petista, foram abandonadas, onde  alunos e pais passaram a agredir professores, coisa que quase inexistia antes do nascimento  do PT. Leiam e tirem as suas conclusões do fato abaixo.

“A mãe de uma aluna que agrediu professores da  Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint Hílare, na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, na quarta-feira (7), retornou à escola nesta quinta-feira (8), causou confusão em frente à instituição e atropelou um policial militar, conforme o relato de professores”.

Este é o cenário, infelizmente, por que passa a educação escolar pública brasileira. Pais e alunos indisciplinados, sem repressão à altura das autoridades educacionais, transformaram o ambiente escolar público em arena de agressões a professores, os quais se sentem inermes e inertes para continuar ensinando.

Urge que  a disciplina volte a reinar no seio escolar, como antigamente. Aguardamos que o novo governo federal resgate a paz no ambiente da escola pública brasileira, expedindo orientação ou norma geral para que seja adotada em todo o território nacional.

Alunos recorrentemente indisciplinados, que agridem verbal e fisicamente  professores, com a complacência de seus pais, têm que ser expulsos dos colégios públicos, pois é preferível que elementos indisciplinados passem para a marginalidade a ficar contaminando todo o grupo de alunos disciplinados da escola. Isso é  mais um espólio negativo deixado nos treze anos de desgoverno petista.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A habitual crítica da esquerda e os altos salários


Já se tornou habitual a oposição petista manifestar-se  contrária a qualquer medida governamental que não seja de sua  lavra, mesmo que  positiva ao país. Vejam, por exemplo,  a enxurrada de malhação do PT à reforma trabalhista implantada pelo atual governo, que veio corrigir distorções.

Antigamente não podia, gora qualquer empregado e empregador pode estabelecer as bases de trabalho e salário, sem interferência de sindicatos.

Os sindicatos pelegos não se conformam com a perda do poder de intromissão na relação trabalhista, da era Vargas. Isso gerou consequentemente redução de receita dos sindicatos, que se locupletavam com o dinheiro dos trabalhadores.

Vejam alguns efeitos da reforma trabalhista, contestada apenas pelos reacionários petistas de sempre, e que colocam o país no rol daqueles com legislação trabalhista mais avançada: redução das ações trabalhistas, enfraquecimento financeiro dos sindicatos – verdadeiro antro de larápios  trabalhistas – e baque nas negociações coletivas.

Os mesmos que contestam a atual reforma  trabalhista hoje estão precipitadamente crucificando Jair Bolsonaro que se propôs a enxugar a  quantidade de ministérios inoperantes e paquidermes, recrudescida no período do governo petista para acomodar os seus apaniguados políticos.

No entanto, o enxugamento de ministérios é uma necessidade contra a farra dos gastos públicos de Brasília, que consome demasiadamente o  dinheiro do contribuinte e que faz muita falta ao social.

Os políticos birrentos da esquerda deveriam ter mais sensibilidade e responsabilidade com os gastos públicos, como também os demais parlamentares. Eles, por exemplo,  não consideram exorbitantes os seus altos salários acrescidos de muitos penduricalhos e mordomias em relação àqueles trabalhadores que ganham muito menos.

Por que os parlamentares não propõem a redução de seus salários diante da crise financeira por que passamos, pois quem paga essa conta é justamente os pobres e a classe média?

Por que também não é proposto  igualar  os gastos parlamentares nacionais aos níveis adotados pelo Parlamento sueco, que dá  ao mundo o exemplo de moralidade com os gastos públicos, por quê? E se não bastasse, o Senado aprovou por 41 votos a 16 o reajuste salarial  (16,38%) dos ministros do STF, que passarão  a receber R$ 39,2 mil,  já prevendo se  beneficiar igualmente do aumento, que virá naturalmente em cascata, na área pública. O presidente Michel Temer deveria  vetar o intempestivo reajuste.



quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A INTOLERÂNCIA DO PT

Infelizmente, depois do surgimento do PT, o país sofreu um antagonismo político irracional em que o bem-estar, a paz e o progresso da nação ficaram subjacentes em relação à busca da manutenção do poder, a qualquer custo, pelo Partido dos Trabalhadores, liderados por Lula e segmentos radicais petistas.

A polarização ranzinza continua existindo, e Fernando Haddad em sua primeira manifestação, logo após o resultado das urnas, conclamou a militância petista a cerrar fileiras na oposição contra o governo e já visando à próxima eleição ao Planalto.

Ora, em vez de reconhecer democraticamente a derrota e desejar sucesso ao novo presidente, o PT alimenta invulgar ódio político se não tiver o país sob o seu comando.

A militância petista se comporta como torcedor, por exemplo, de Grêmio ou Internacional, Vasco ou Flamengo, Atlético ou Cruzeiro... Um quer ver a desgraça do outro. E essa índole maléfica, lamentavelmente, é disseminada no seio familiar.

Assim, depois de inglorioso período corrupto de governo do PT, o Brasil ressurge com a esperança de volta da ordem e do progresso, agora sob  o  comando de JAIR BOLSONARO, legitimamente eleito pela maioria dos eleitores brasileiros.  

Esperamos que  o novo governo faça uma limpeza no país, restaure a confiança nas instituições, dê fundamental atenção à educação,  saúde, segurança e que recomende para a cadeia muitos políticos corruptos, observando o devido processo legal. E que Lula tenha tratamento prisional da mesma forma como são tratados os demais presos brasileiros: sem privilégios e em carceragem comum.